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Um paciente de 45 anos, com histórico de asma brônquica, é admitido em unidade de emergência apresentando taquidispneia grave, fala entrecortada, uso de musculatura acessória intercostal e saturação de oxigênio de 88% em ar ambiente. No exame físico, o enfermeiro detecta a presença de “tórax silencioso”, indicando fluxo de ar insuficiente para a geração de ruídos adventícios. Diante da gravidade do quadro e da necessidade de intervenção imediata para reversão do processo inflamatório e prevenção da falência respiratória, constitui conduta prioritária a ser preparada e executada pela enfermagem, mediante prescrição ou protocolo institucional, o(a):
Instalação de nebulização com sulfato de magnésio como terapêutico de primeira linha, visando substituir o uso de broncodilatadores beta-2 agonistas.
Preparo e administração de corticosteroides sistêmicos, visto que sua ação precoce é determinante para a redução da morbidade e da taxa de hospitalização.
Administração de benzodiazepínicos de curta duração para controle da ansiedade, objetivando a redução do trabalho respiratório e da exaustão diafragmática.
Início imediato de antibioticoterapia empírica de amplo espectro, considerando a elevada prevalência de etiologia bacteriana em exacerbações graves em adultos.