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Um paciente de 62 anos, com histórico de hipertensão arterial sistêmica de longa data e insuficiência cardíaca de fração de ejeção reduzida, busca a unidade de saúde apresentando quadro de dispneia aos pequenos esforços, ortopneia e edema de membros inferiores com cacifo (3+/4+). Durante a avaliação clínica e aferição da pressão arterial em consulta de enfermagem, o enfermeiro identifica níveis tensionais de 178/104 mmHg. Com base no Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Hipertensão Arterial Sistêmica, estabelecido pela Portaria SECTICS/MS nº 49, de 23 de julho de 2025, e nas condutas de assistência de enfermagem voltadas para o manejo das cardiopatias e do risco cardiovascular, o enfermeiro deve considerar a necessidade de estratificação imediata do risco e a implementação de medidas não farmacológicas associadas ao ajuste terapêutico. Diante desse cenário clínico de descompensação volêmica e pressórica, a conduta de enfermagem prioritária, fundamentada nas evidências mais recentes, consiste em realizar o(a):
Monitoramento rigoroso do balanço hídrico diário e da pesagem em jejum para controle da congestão.
Incentivo à prática de exercícios físicos aeróbicos de alta intensidade para redução imediata da volemia.
Orientação para restrição hídrica absoluta independente da estabilidade hemodinâmica apresentada pelo paciente.
Administração isolada de anti-hipertensivos de ação rápida sem a avaliação prévia de lesões em órgãos-alvo.