

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Durante um plantão em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), o enfermeiro identifica três casos distintos:
• Um paciente de 25 anos com suspeita de dengue, apresentando febre e mialgia há 2 dias, residente em área com surto ativo.
• Uma criança de 4 anos com suspeita de sarampo, sem histórico vacinal completo.
• Um trabalhador de 40 anos que sofreu um acidente perfurocortante com exposição a material biológico potencialmente contaminado.
Considerando a Lista Nacional de Notificação Compulsória de doenças, agravos e eventos de saúde pública, assinale a alternativa que apresenta a conduta correta do enfermeiro quanto à periodicidade e ao fluxo de notificação.
Todos os casos citados são de notificação compulsória semanal (até 7 dias), devendo o enfermeiro registrar os dados no SINAN para consolidação de dados epidemiológicos estaduais.
A suspeita de dengue, em qualquer cenário epidemiológico, deve ser notificada imediatamente (24 horas) para todas as esferas de governo, visando ao controle imediato do vetor Aedes aegypti.
O acidente com exposição a material biológico é um agravo de notificação imediata apenas se o paciente-fonte for reagente para HIV ou Hepatites Virais, sendo facultativa a notificação em casos de fonte desconhecida.
A notificação compulsória imediata deve ser realizada pelo médico assistente, cabendo ao enfermeiro apenas o preenchimento da ficha de investigação epidemiológica no encerramento do caso.
O sarampo exige notificação compulsória imediata (em até 24h) à Secretaria Municipal de Saúde, por se tratar de uma doença em processo de erradicação/eliminação que requer bloqueio vacinal célere.