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Durante consulta de enfermagem na Estratégia Saúde da Família, um homem de 28 anos procura a Unidade Básica de Saúde relatando lesão genital indolor há aproximadamente duas semanas. Ao exame físico, a enfermeira identifica úlcera única, de bordas regulares, fundo limpo e base endurecida. O usuário refere relações sexuais desprotegidas com diferentes parceiros nos últimos meses e nega tratamento prévio para sífilis.
Conforme o fluxo assistencial da unidade, são realizados testes rápidos para IST durante a consulta, com os seguintes resultados:
• Teste rápido para sífilis: reagente
• Teste rápido para HIV: não reagente
• Teste rápido para hepatite B: não reagente
• Teste rápido para hepatite C: não reagente
Considerando os protocolos do Ministério da Saúde para manejo das IST na Atenção Primária à Saúde, assinale a alternativa mais adequada.
Solicitar VDRL quantitativo e aguardar seu resultado para confirmar o diagnóstico antes de iniciar tratamento, realizar notificação e proceder à abordagem dos parceiros sexuais.
Iniciar tratamento para sífilis, solicitar VDRL quantitativo para estabelecimento do título basal, orientar avaliação dos parceiros sexuais e realizar a notificação do caso conforme os instrumentos de vigilância em saúde.
Solicitar FTA-ABS para confirmação diagnóstica, iniciar acompanhamento clínico e programar tratamento apenas após resultado confirmatório do teste treponêmico laboratorial.
Iniciar tratamento para sífilis, dispensando a solicitação de VDRL quantitativo, uma vez que o teste rápido reagente já permite o acompanhamento da resposta terapêutica ao longo do tempo.
Solicitar VDRL quantitativo e teste molecular para Treponema pallidum, iniciar tratamento somente se ambos forem reagentes e realizar notificação após encerramento da investigação epidemiológica.