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Uma criança de 7 anos, com diagnóstico prévio de asma, é levada à Unidade Básica de Saúde (UBS) pela mãe devido a episódios recorrentes de chiado no peito, tosse noturna e uso frequente de broncodilatador de resgate. O Enfermeiro avalia o nível de controle da asma conforme o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) de Asma do Ministério da Saúde. Diante desse caso, assinale a alternativa CORRETA.
A frequência relatada de uso de broncodilatador de resgate e a presença de sintomas noturnos frequentes são indicadores de asma não controlada, devendo o Enfermeiro orientar a família, reforçar a técnica inalatória e articular reavaliação médica para possível ajuste da terapia de manutenção.
O uso frequente de broncodilatador de resgate é esperado em crianças asmáticas e não indica necessidade de reavaliação do esquema terapêutico, devendo a família apenas manter a medicação de resgate disponível.
Sintomas noturnos de asma em crianças não são considerados parâmetro relevante para classificação do controle da doença, sendo a frequência de crises diurnas o único critério válido.
A asma infantil não necessita de acompanhamento contínuo pela Atenção Básica, devendo o cuidado ser direcionado exclusivamente a serviços de prontoatendimento durante as crises.