

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Antes de iniciar a jornada de trabalho, um funcionário procurou o ambulatório de saúde da instituição para orientações, relatando febre há 3 dias, acompanhada de mal-estar geral, tosse, coriza, desconforto visual em ambientes claros ou iluminados e o aparecimento de “manchas vermelhas” na face, que estavam se espalhando. Ao realizar o exame físico, o enfermeiro constatou temperatura axilar de 38,5 ºC, presença de conjuntivite não purulenta e exantema cutâneo maculopapular morbiliforme, de coloração vermelha, de direção cefalocaudal. Questionado, o funcionário informou que, há quatro dias, havia retornado de viagem de férias de um país com história recente de dois casos de óbitos infantis por sarampo, onde permaneceu por 20 dias. Julgando se tratar de um caso suspeito de sarampo, o enfermeiro encaminhou o trabalhador ao médico para avaliação e conduta.
Frente a essa situação, o enfermeiro deve considerar que
a notificação do caso deverá ser providenciada imediatamente, em até 24 horas.
se o caso for confirmado por critério laboratorial, sua notificação deverá ser providenciada em até 24 horas, à Secretaria Municipal de Saúde, a contar da emissão do resultado do exame sorológico.
todo caso suspeito de sarampo deve ser investigado em até 72 horas para garantir que as ações de bloqueio sejam iniciadas precocemente.
após confirmação do sarampo, o bloqueio vacinal de todos os comunicantes deverá ser realizado, em até 72 horas, com a vacina tríplice bacteriana.
se confirmado o sarampo, de acordo com a fonte de infecção, o caso deverá ser classificado como autóctone.