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Um paciente, internado por laringoespasmos, apresenta queda súbita da saturação de oxigênio (SpO2 de 96% para 85%) e presença de secreções audíveis em vias aéreas. O enfermeiro o avalia quanto à necessidade de aspiração nasotraqueal e conclui que
a aspiração nasotraqueal deve ser realizada imediatamente, pois a presença de secreções audíveis e hipoxemia constitui indicação para o procedimento.
a aspiração nasotraqueal não está indicada, pois a saturação de oxigênio não é inferior a 60%, e o procedimento pode agravar o laringoespasmo.
a queda da saturação pode estar relacionada ao laringoespasmo e não ao acúmulo de secreções; portanto, a aspiração pode não corrigir a causa primária da hipoxemia.
a presença de laringoespasmo contraindica a aspiração nasotraqueal em qualquer circunstância, devido ao risco de trauma das vias aéreas.
a aspiração nasotraqueal deve ser realizada naquele momento e, de forma programada, a cada duas horas, até a normalização da saturação periférica de oxigênio.