Imagem de fundo

Uma criança de 6 anos, portadora de derivação...

Uma criança de 6 anos, portadora de derivação ventrículoperitoneal (DVP) para tratamento de hidrocefalia, é admitida no pronto-socorro infantil com quadro de cefaleia, náuseas, vômitos em jato e sonolência. Diante desse quadro, o enfermeiro deve considerar prioritariamente a possibilidade de


A

obstrução ou mau funcionamento da DVP, com consequente aumento da pressão intracraniana, exigindo avaliação médica imediata.


B

funcionamento adequado da DVP, uma vez que cefaleia e vômitos são comuns em pacientes com hidrocefalia previamente tratada.


C

hiperdrenagem líquórica, caracterizada principalmente por hipertensão intracraniana e aumento do nível de consciência.


D

peritonite associada à DVP, uma vez que náuseas e vômitos são manifestações exclusivas de complicações abdominais.


E

adaptação fisiológica do sistema nervoso central à derivação, não sendo necessária intervenção imediata enquanto os sinais vitais permanecerem estáveis.