

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
O enfermeiro gerente de uma unidade obstétrica está revisando o Plano de Segurança do Paciente (RDC nº 36/2013) para adequá-lo às diretrizes da Lei nº 15.139/2025 (Política Nacional de Atenção ao Luto Materno e Parental). Considerando a intersecção entre a gestão da qualidade, a mitigação de riscos e o suporte ao luto, assinale a alternativa que apresenta uma ação administrativa correta:
A notificação de eventos adversos deve ser suspensa em casos de óbito fetal para evitar sobrecarga emocional da equipe de enfermagem envolvida no processo de luto.
A identificação da paciente em luto deve ser feita exclusivamente de forma verbal durante a passagem de plantão, proibindo-se qualquer sinalização visual no prontuário ou leito para garantir o sigilo absoluto.
O protocolo de identificação do paciente deve ser adaptado para que, em casos de perda gestacional, o binômio seja identificado (como símbolos padronizados pela instituição) prevenindo incidentes assistenciais e falhas de comunicação.
A RDC nº 36/2013 desobriga a análise de causas de óbitos fetais dentro do Núcleo de Segurança do Paciente (NSP), uma vez que o luto parental é classificado apenas como uma questão de humanização, e não de segurança assistencial.
O gestor deve priorizar a manutenção da mãe em luto em enfermarias compartilhadas com recém-nascidos vivos para otimizar o uso de recursos tecnológicos e garantir a vigilância contínua da equipe, conforme previsto na gestão de riscos.