Durante a consulta de enfermagem, as orientações do enfermeiro
frente à mulher portadora de epilepsia, que deseja
engravidar, incluem a advertência
A
de uma gravidez de alto risco pelo fato de a epilepsia ser
uma patologia incompatível com feto viável.
B
da necessidade do uso de ácido fólico prévio à concepção,
a fim de reduzir o risco de malformação fetal.
C
da associação de politerapia antiepilética com o intuito
de minimizar os efeitos teratogênicos das drogas antiepiléticas.
D
da possibilidade de síndromes hemorrágicas.
E
do surgimento de macrossomia fetal.