A autorregulação cerebrovascular é normalmente capaz
de manter um fluxo sanguíneo relativamente constante,
que é ajustado de acordo com as exigências
metabólicas. A interrupção da irrigação sanguínea e a
consequente falta de glicose e oxigênio provocam uma
diminuição ou parada da atividade funcional na área
afetada do cérebro.