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Considera-se crise hipertensiva em adultos jovens, o aumento da pressão arterial com risco de morte ou de lesão de órgãos-alvo. Divide-se em urgência e emergência hipertensiva. Considera-se urgência hipertensiva:
quando existe evidente dano agudo e progressivo vascular e de órgãos-alvo, com rápida descompensação da função de órgãos vitais e com risco iminente de morte ou de lesão orgânica irreversível, demandando início imediato da redução dos níveis pressóricos.
importante elevação da pressão arterial (em geral PA diastólica ≥ 150 mmHg), sem sintomas graves e sem risco imediato à vida ou de dano agudo a órgãos-alvo (cérebro, coração, pulmões e rins) ou comprometimento vascular, mas que pode evoluir para complicações graves.
quando existe evidente dano agudo e progressivo vascular e de órgãos-alvo, sem descompensação da função de órgãos vitais e com risco iminente de lesão orgânica irreversível, demandando início imediato da redução dos níveis pressóricos.
importante elevação da pressão arterial (em geral PA diastólica ≥ 140 mmHg), com sintomas graves, mas sem risco imediato à vida ou de dano agudo a órgãos-alvo (cérebro, coração, pulmões e rins) ou comprometimento vascular, mas que pode evoluir para complicações graves.
importante elevaçã o da pressão arterial (em geral PA diastólica ≥ 120 mmHg), sem sintomas graves e sem risco imediato à vida ou de dano agudo a órgãos-alvo (cérebro, coração, pulmões e rins) ou comprometimento vascular, mas que pode evoluir para complicações graves.