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O câncer da próstata (CP) pode apresentar evolução silenciosa inicialmente. Os principais métodos de identificação de alteração na próstata são toque retal, a dosagem do antígeno prostático específico (PSA), posteriormente a biópsia e o estudo histopatológico são indicados para a definição do diagnóstico do paciente. Em relação a esses métodos, assinale a alternativa correta.
Para homens com histórico familiar de CP antes dos 60 anos, recomenda-se o toque prostático aos 45 anos.
O toque prostático (TP) é sempre recomendável para homens acima dos 60 anos.
O PSA deve ser realizado quando o toque prostático indicar aumento da próstata.
Devido à alta sensibilidade do PSA, ele deve ser feito 24 horas após ejaculação.
A biópsia de próstata é recomendada quando o toque prostático indicar aumento desta em grau 4.
O câncer de próstata é a segunda causa mais comum de morte por câncer entre os homens no Brasil, representando aproximadamente 1% dos óbitos masculinos, com uma taxa anual de 12 óbitos por 100.000 homens. Um dos fatores de risco para o câncer de próstata é:
idade até 60 anos.
dieta rica em gordura animal.
idade superior a 65 anos.
história familiar de pai ou irmão com câncer de próstata depois dos 65.
dieta rica em frutas e verduras.
O câncer de próstata é uma das principais causas de morte por neoplasias em homens, sendo um dos alvos da Política Nacional de Saúde do homem. O nível de antígeno prostático específico (PSA) aumenta em decorrência de alterações na próstata. Em relação à dosagem de PSA, recomenda-se que:
seja realizada anualmente para rastreamento de câncer de próstata em homens acima de 50 anos com histórico de câncer na família.
haja informação para os homens sobre riscos e benefícios do exame precoce para, posteriormente, ser solicitada a dosagem na primeira consulta com o urologista.
seja solicitada pelo médico da atenção primária à saúde, após detecção de aumento da próstata por meio de exame de toque prostático.
seja utilizada na avaliação diagnóstica de homens com sinais e sintomas sugestivos de câncer de próstata e no monitoramento de homens com diagnóstico prévio de câncer de próstata.
Homens com câncer de próstata comumente apresentam disfunção sexual antes do diagnóstico da doença, e os tratamentos podem agravar ainda mais os problemas sexuais.
O antígeno prostático específico é uma proteína produzida pelo epitélio prostático normal ou neoplásico, sendo que seu nível no sangue não indica necessariamente a malignidade nem é proporcional à massa tumoral total.
A terapia hormonal, utilizada para controlar o câncer de próstata em lugar de curá-lo, constitui uma opção terapêutica viável para homens com câncer de próstata avançado.
Inicialmente, o câncer de próstata quase sempre é assintomático. Em alguns casos, sintomas como dor nas costas, no quadril, anemia, perda de peso, fraqueza e oliguria podem estar presentes.
O teste retal é o mais utilizado, apesar de suas limitações, uma vez que somente a porção posterior e lateral da próstata podem ser palpados, deixando cerca de 40% a 50% da área onde pode haver um tumor fora do alcance.
A maioria das prostatectomias resulta em impotência sexual, formação de coágulo e obstrução de cateter.