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A cateterização arterial é um recurso essencial e muito utilizado nas unidades de terapia intensiva (UTI). Nesse sentido, o cateter de artéria pulmonar (CAP) é também conhecido como:
Cateteres do tipo Shilley.
Balão intra-aórtico (BIA).
Cateter de Swan-Ganz.
Cateter Liss.
Sonda arterial ligamentosa.
A Nota Técnica GVIMS/GGTES/DIRE3/Anvisa no 04/2022, que dispõe sobre práticas seguras para a prevenção de incidentes envolvendo cateter intravenoso periférico (CIVP) em serviços de saúde, recomenda que, em pacientes adultos, desde que não sejam observadas intercorrências, o CIVP não seja trocado em um período inferior a
72 horas.
48 horas.
96 horas.
36 horas.
24 horas.
Em relação aos cuidados essenciais no manejo de um cateter venoso central, a equipe de enfermagem deve adotar medidas rigorosas para prevenir complicações associadas à inserção e manutenção do dispositivo. Dentre as práticas listadas, marque aquela que está de acordo com os protocolos mais recentes de controle de infecção e manutenção de dispositivos invasivos.
Realizar curativo estéril com filme transparente semipermeável, permitindo a visualização contínua do local de inserção e a troca regular de acordo com presença de sujidade ou perda da integridade do a curativo.
Proceder à troca de equipos, independentemente do tipo de solução administrada, a cada 7 dias, seguindo a técnica asséptica durante todo o processo.
Não realizar troca de curativo em caso de sujidade, pois o sistema está fechado e protegido contra infecções externas.
Monitorar e registrar diariamente a presença de sinais flogísticos ao redor do local de inserção, como dor, eritema, edema ou calor, não sendo necessário sinalizar qualquer alteração suspeita para a equipe multidisciplinar.
Utilizar solução salina para lavar o cateter após cada administração de medicação, sem necessidade de desinfecção adicional das conexões.
Entende-se por checklist implementado aquele que está sendo aplicado em pelo menos 50% dos cateteres centrais inseridos no serviço de saúde, com indicadores monitorados e dados notificados no formulário nacional.
São itens mínimos de um checklist de práticas de inserção segura de cateter central, exceto:
Higiene das mãos.
Precauções de barreira máxima para a inserção do cateter: uso de máscara e luvas estéreis.
Preparo da pele com solução alcoólica de clorexidina a 0,5% ou PVPI.
Seleção do sítio de inserção de cateter central: veia subclávia como sítio preferencial para cateter central não tunelizado.
Em relação aos cuidados com cateter venoso central (CVC), qual procedimento é recomendado para prevenir complicações, como infecções associadas ao cateter? Considere o uso de barreiras estéreis e a manipulação adequada.
A troca do curativo pode ser realizada a cada 7 dias, independentemente das condições do curativo.
Durante a manipulação do CVC, é necessário o uso de luvas limpas, não sendo obrigatória a técnica estéril.
O uso de barreira estéril total é recomendado ao realizar a inserção do CVC, assim como na troca do curativo.
A solução de clorexidina não deve ser utilizada, pois pode danificar o cateter.
A troca do CVC deve ser realizada semanalmente para evitar complicações.
Novos produtos vêm contribuindo para a evolução do acesso vascular. A cada dia, surgem novas bombas de infusão, dispositivos de acessos mais eficazes e inteligentes e cateteres cada vez mais biocompatíveis. Esses avanços auxiliam no controle de infecção e na exposição profissional, além de oferecer mais qualidade de vida para o paciente. Quais são as boas práticas para o manuseio correto de cateteres venosos?
Higienização das mãos, sendo que, na presença de sujidade, o recomendado é o uso de álcool em gel, ou água e sabão na ausência de sujidade.
Observação da fixação do cateter para prevenção de migração ou perda do acesso venoso.
O uso de curativo não estéril na área de inserção dos cateteres é considerado igualmente eficaz ao estéril.
A inserção de cateter não necessita estar visível, mas deve ser inspecionada duas vezes ao dia.
Os registros de enfermagem com relação aos cateteres devem conter condições do local de inserção e do curativo semanalmente.
Assinale a alternativa INCORRETA quanto ao flushing e à manutenção do cateter periférico.
Deve-se realizar o flushing e a aspiração para verificar o retorno de sangue antes de cada infusão a fim de garantir o funcionamento do cateter e prevenir complicações.
Deve-se realizar o flushing antes de cada administração para prevenir a mistura de medicamentos incompatíveis.
Deve-se utilizar soluções em grandes volumes (como, por exemplo, bags e frascos de soro) como fonte para obter soluções para flushing.
Deve-se utilizar solução de cloreto de sódio 0,9% isenta de conservantes para flushing e lock dos cateteres periféricos.
Deve-se usar o volume mínimo equivalente a duas vezes o lúmen interno do cateter mais a extensão para flushing.
Em muitas situações emergenciais pode ser necessária a inserção de um cateter venoso central (CVC) de curta permanência. Assinale a alternativa correta da posição ideal da ponta do cateter.
duto torácico
junção cavoatrial
cavidade pleural
veias azigos
veia cava superior esquerda persistente
O procedimento no qual um cateter com balão na extremidade é introduzido para abrir os vasos coronários bloqueados e resolver a isquemia, é denominado
aterectomia.
cinecoronariografia.
bypass cardiopulmonar percutâneo.
angioplastia transluminal percutânea.
revascularização do miocárdio.