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Na medicação endovenosa de doentes com cateter venoso periférico heparinizado, deve-se observar a seguinte sequência: injetar de 3 mL a 5 mL de soro fisiológico, administrar lentamente o medicamento, injetar de 3 mL a 5 mL de soro fisiológico e heparinizar o cateter.
A noradrenalina, uma catecolamina natural e endógena, é considerada um dos mais potentes vasopressores, pois aumenta a resistência vascular periférica, podendo diminuir o débito cardíaco.
A avaliação renal deve ser rigorosa na administração dos antiinflamatórios esteroides (AINES) no controle da dor, devido à sua ação tóxica nas células renais.
O nitroprussiato de sódio, que é um vasodilatador fotossensível, com ação direta sobre a musculatura lisa vascular, deve ser diluído apenas em solução glicosada a 5%, a qual deve ser trocada a cada 6 horas.
Deve-se orientar o paciente e sua família acerca dos efeitos colaterais de cada droga e encaminhá-los para receber demais orientações do enfermeiro.
Podemos afirmar que, no preparo de drogas e soluções para infusão intravenosa em recém-nascido, as afirmativas abaixo estão corretas, EXCETO:
Todos os materiais utilizados - agulhas, equipos e circuitos - devem ser mantidos com tampa antes e após o uso.
O conteúdo restante de ampolas deve ser mantido em seringas na geladeira, devidamente identificados.
As unidades neonatais devem possuir área exclusiva de preparo, caso as drogas não sejam manipuladas pelo serviço de Farmácia.
Devem-se usar agulhas de pequeno calibre na aspiração e diluição de frascos com tampa de borracha.
Dentre as medicações utilizadas nas emergências, o fármaco cujo efeito primário e benéfico é a vasoconstricção, que por sua vez aumenta a pressão arterial e a frequência cardíaca, levando consequentemente à melhora da pressão de perfusão coronária e, cerebral, constituindo, por isso, a droga de escolha para reanimação cardiopulmonar, é a:
atropina
amiodarona
dopamina
dobutamina
epinefrina
Todas as drogas vasoativas devem ser infundidas em bombas de infusão precisas, com monitoramento dos sinais vitais e parâmetros a cada duas horas e controle do débito urinário.
A sedação paliativa encontra obstáculos à sua administração em pacientes impossibilitados de acesso venoso, pois as drogas utilizadas têm sua administração restrita à via endovenosa.
A administração em bolus é a administração intravenosa realizada em tempo menor ou igual a um minuto, geralmente com seringa.
Admite-se administrar medicação preparada por outro técnico de enfermagem, desde que devidamente rotulada e identificada.
No caso de autoaplicação, o paciente deve fazer antissepsia com álcool no local de aplicação, que deve ser uma prega cutânea; em seguida, lavar as mãos e aplicar a medicação no local higienizado, com agulha hipodérmica em angulação de 45o.
A administração de cloreto de potássio e cloreto de sódio é indicada por via subcutânea, desde que sejam administrados após diluição em soro fisiológico 0,9% ou solução glicosada a 5%, em volumes não inferiores a 100 mL.
Durante o tratamento da dor, é fundamental o acompanhamento e a anotação da evolução do quadro doloroso, o que permite o ajuste de doses e a agregação de fármacos adjuvantes.
A definição que a OMS apresenta para a reação adversa a medicamento (RAM) relaciona essa reação ao uso de medicamentos administrados em doses normalmente utilizadas nas pessoas. Dessa forma, é correto afirmar que a RAM não está relacionada à superdosagem por erros no processo de administração do medicamento.
A incompatibilidade de dois ou mais medicamentos pode ocorrer nas soluções para infusão intravenosa, sendo visível pelo surgimento de precipitados ou alterações na coloração da solução. Dessa forma, a não visualização de alterações na solução a ser administrada após a mistura de medicamentos garante a compatibilidade da solução.
É improvável que a absorção de um fármaco administrado por via oral seja influenciada pela presença de alimento no estômago.