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Paciente adulto em parada cardiorrespiratória apresenta ritmo inicial de Fibrilação Ventricular (FV). Após a primeira desfibrilação e 2 minutos de RCP de alta qualidade, o ritmo permanece em FV. De acordo com as diretrizes atuais de ACLS, qual é a conduta mais adequada na sequência do manejo?
Administrar imediatamente amiodarona 300 mg IV em bólus antes da segunda desfibrilação.
Realizar a segunda desfibrilação e, em seguida, administrar epinefrina 1 mg IV/IO, repetindo a cada 3-5 minutos.
Administrar lidocaína 1 mg/kg IV após a primeira desfibrilação.
Interromper a RCP para checagem de pulso por 30 segundos após cada desfibrilação.
Durante uma RCP avançada em adulto, o paciente evolui de assistolia para FV após dois ciclos de compressões e uso de adrenalina. A conduta mais adequada e imediata é:
Realizar desfibrilação imediata, seguida de RCP sem checar pulso.
Manter RCP por mais um ciclo completo antes de qualquer intervenção.
Administrar nova dose de adrenalina antes da desfibrilação.
Iniciar amiodarona antes do choque.
Suspender compressões até estabilização do ritmo.
Durante o atendimento a uma vítima em Parada Cardiorrespiratória (PCR), o monitor cardíaco evidenciou, em momentos distintos, os seguintes ritmos:
I. Fibrilação Ventricular (FV).
II. Assistolia.
III. Taquicardia Ventricular Sem Pulso (TVSP).
IV. Atividade Elétrica Sem Pulso (AESP).
De acordo com as diretrizes atuais de Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP), é fundamental reconhecer os ritmos cardíacos para definição da conduta adequada, especialmente quanto à indicação de desfibrilação. Nesse contexto, são ritmos chocáveis:
Apenas I e II.
Apenas I e III.
Apenas II e IV.
Apenas III e IV.
Um enfermeiro da Unidade de Emergência atende um paciente adulto em Parada Cardiorrespiratória (PCR). O monitor aponta Fibrilação Ventricular (FV). É realizado o primeiro choque e iniciada a RCP de alta qualidade. Após 2 minutos, o ritmo persiste em FV e é realizado o segundo choque. Qual é a sequência correta de intervenções para o ciclo que se inicia imediatamente após o segundo choque?
Administrar 1 mg de adrenalina IV/IO e manter compressões torácicas, sem interrupção para checagem de pulso até o término desse ciclo.
Administrar 300 mg de amiodarona IV/IO imediatamente após o choque, visando à reversão da FV.
Suspender as compressões para realizar a intubação orotraqueal e, em seguida, administrar adrenalina.
Realizar nova desfibrilação imediata (terceiro choque) com carga dobrada antes de retomar as compressões.
Administrar 1 mg de adrenalina e 300 mg de amiodarona simultaneamente para potencializar a chance de retorno da circulação espontânea.
Durante o atendimento a uma parada cardiorrespiratória (PCR) em ambiente intra-hospitalar, uma equipe de emergência realiza manobras de reanimação em um paciente adulto que apresenta ritmo de fibrilação ventricular. Seguindo as atualizações das Diretrizes de 2025 da American Heart Association (AHA) e do Consenso ILCOR de 2025, o foco da ressuscitação cardiopulmonar (RCP) de alta qualidade deve ser mantido para maximizar a perfusão coronária e cerebral. No que concerne às inovações e reforços dessas novas diretrizes para o manejo avançado da via aérea e a administração de drogas durante a reanimação, o enfermeiro deve coordenar a equipe para que a:
Administração de epinefrina seja retardada até que pelo menos cinco choques de desfibrilação sejam aplicados.
Ventilação com pressão positiva seja realizada com uma frequência de 100 incursões por minuto após a intubação.
Utilização de dispositivos de compressão torácica mecânica seja a primeira escolha em detrimento das compressões manuais.
Compressão torácica seja interrompida pelo tempo mínimo necessário para a desfibrilação e verificação de ritmo.


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Em relação às diretrizes de ressuscitação cardiopulmonar (RCP) para adultos, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Em caso de parada cardiorrespiratória com ritmo de fibrilação ventricular, a desfibrilação deve ser realizada o mais rápido possível, utilizando um Desfibrilador Externo Automático (DEA), seguido por 2 minutos de RCP.
( ) Quando o ritmo de parada for assistolia, a desfibrilação não é indicada; o foco do tratamento é a administração de medicamentos como a adrenalina e a realização contínua de compressões.
( ) A ventilação durante a RCP deve ser feita preferencialmente com dispositivos que garantam uma via aérea patente, como a máscara laríngea ou tubo endotraqueal, principalmente em ambientes hospitalares.
( ) Durante a RCP, a proporção de compressões para ventilações deve ser de 15:2 em adultos, independentemente de a via aérea estar ou não estabelecida.
( ) A administração de adrenalina a cada 3 a 5 minutos é recomendada em casos de parada cardiorrespiratória, independentemente do ritmo, exceto nos casos de parada devido a um ritmo de atividade elétrica sem pulso, quando a desfibrilação imediata é priorizada.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
V – F – V – F – V.
V – V – F – V – F.
F – V – F – V – F.
F – F – V – V – V.
V – V – V – F – F.
Durante um atendimento de PCR com ritmo chocável (fibrilação ventricular), após a primeira desfibrilação e compressões torácicas de alta qualidade, o médico prescreve um antiarrítmico intravenoso, que tem a finalidade de regularizar as alterações dos batimentos cardíacos.
O técnico de enfermagem socorrista deve preparar e administrar corretamente o fármaco, que ajuda na estabilização elétrica do miocárdio.
Qual dos medicamentos abaixo foi administrado?
Amiodarona;
Dobutamina;
Atropina;
Adenosina.
Paciente do sexo masculino, com 59 anos de idade, consciente, lúcido, com diagnóstico de insuficiência cardíaca descompensada, está sendo admitido na unidade de cuidados intensivos, e, entre outros procedimentos, o enfermeiro solicitou ao residente de enfermagem que, com o paciente em posição supina, instalasse o dispositivo para monitorização eletrocardiográfica utilizando cinco cabos conectados aos eletrodos.
Utilizando como referência o padrão IEC (International Electrotechinical Commission), relacione a cor padrão dos eletrodos ao ponto onde devem ser posicionados, com base na figura apresentada a seguir.

(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
Vermelho: 4; preto: 10; amarelo: 6; verde: 8; branco: 5.
Vermelho: 1; preto: 7; amarelo: 3; verde: 10; branco: 2.
Vermelho: 6; preto: 7; amarelo: 4; verde: 10; branco: 5.
Vermelho: 3; preto: 10; amarelo: 1; verde: 7; branco: 9.
Vermelho: 6; preto: 8; amarelo: 4; verde: 11; branco: 9.
Durante o atendimento a um paciente em Parada Cardiorrespiratória (PCR) no ambiente hospitalar, a equipe de enfermagem deve atuar em sincronia seguindo os protocolos de Suporte Avançado de Vida Cardiovascular (ACLS). Identifica-se no monitor cardíaco um ritmo de Fibrilação Ventricular (FV). Diante desse ritmo chocável, assinale a alternativa que descreve a sequência prioritária e correta de ações após a confirmação do ritmo e a preparação do desfibrilador.
Realizar a desfibrilação imediata, seguida imediatamente por 2 minutos de RCP (compressões torácicas) sem checar o pulso logo após o choque.
Administrar Adrenalina 1mg IV antes do primeiro choque para aumentar a perfusão coronariana e a chance de sucesso da desfibrilação.
Realizar a desfibrilação e checar o pulso carotídeo imediatamente para verificar se houve reversão do ritmo para sinusal.
Realizar intubação orotraqueal antes da desfibrilação para garantir a oxigenação adequada durante o choque.
Durante o atendimento a uma parada cardiorrespiratória em ambiente hospitalar, o monitor cardíaco evidencia fibrilação ventricular.
Nessa situação, o enfermeiro deve reconhecer que se trata de um ritmo
não chocável, que deve ser tratado exclusivamente com adrenalina e massagem cardíaca.
chocável, que deve ser tratado prioritariamente com desfibrilação precoce.
não chocável, cujo tratamento principal é a administração de atropina.
chocável, que deve ser tratado apenas após a realização de intubação orotraqueal.
não chocável, no qual a desfibrilação é contraindicada devido ao risco de lesão miocárdica.


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Durante o atendimento a uma Parada Cardiorrespiratória (PCR) em ritmo de Fibrilação Ventricular (FV) refratária ao primeiro choque, o médico solicita a administração de fármacos conforme o protocolo de Suporte Avançado de Vida Cardiovascular (ACLS). Considerando as diretrizes atuais da American Heart Association (AHA), assinale a alternativa que descreve corretamente a preparação e administração dos antiarrítmicos indicados para este cenário.
Administrar Amiodarona 300 mg em bolus IVIO após o terceiro choque se a FV persistir, podendo ser repetida uma dose de 150 mg posteriormente, caso necessário.
Administrar Lidocaína 3 mgkg em bolus IVIO imediatamente após o primeiro choque, seguido de infusão contínua para manutenção do ritmo sinusal.
Administrar Amiodarona 150 mg em infusão lenta (10 minutos) após o segundo choque, para evitar hipotensão severa durante a ressuscitação.
Administrar Atropina 1 mg IV a cada 3 a 5 minutos concomitantemente às compressões torácicas para reverter a atividade elétrica sem pulso associada à FV.
No suporte avançado de vida em cardiologia (ACLS), a primeira conduta recomendada diante de uma fibrilação ventricular é:
Desfibrilação imediata.
Início de infusão de dopamina.
Massagem cardíaca isolada.
Administração de amiodarona.
Em uma emergência hospitalar, a avaliação dos ritmos cardíacos é essencial para a tomada de decisões rápidas e eficazes.
Considerando a interpretação dos ritmos cardíacos comumente observados nessa situação, analise as afirmativas a seguir.
I- A fibrilação ventricular é um ritmo de parada cardíaca em que o coração apresenta atividade elétrica desorganizada, o que impede a contração efetiva e a perfusão sanguínea.
II- O ritmo sinusal normal é identificado por uma frequência cardíaca entre 60 e 100 bpm, com ondas P antes de cada complexo QRS e intervalos PR regulares.
III- A taquicardia supraventricular caracteriza-se por um ritmo rápido, superior a 150 bpm, com complexos QRS largos e irregulares.
IV- O bloqueio atrioventricular de segundo grau tipo II (Mobitz II) apresenta uma progressiva prolongação do intervalo PR até que um QRS seja bloqueado.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
IV.
I.
II.
III.
I e II.
Um paciente de 52 anos encontra-se em parada cardiorrespiratória com ritmo de fibrilação ventricular (FV). No segundo ciclo da reanimação cardiopulmonar (RCP), foi realizada desfibrilação seguida da administração de um vasopressor. No terceiro ciclo de RCP, pode ser utilizado um antiarrítmico como a
vasopressina.
noradrenalina.
amiodarona.
adrenalina.
dobutamina.
Para atuar no setor de emergência, a enfermagem necessita dominar a utilização de recursos tecnológicos. No uso do cardioversor/desfibrilador, por exemplo, existe a importante função “sincronizar”, geralmente acionada pelo botão SYNC, que deve ser utilizado para sincronizar
o choque com a onda T; deve ser acionado para os ritmos chocáveis de fibrilação ventricular e taquicardia ventricular sem pulso.
a intensidade da descarga elétrica com o ciclo cardíaco; deve ser acionado em todos os ritmos de parada cardiorrespiratória que não respondam ao primeiro choque.
o equipamento com a dinâmica elétrica do coração; deve ser acionado para atualizar e otimizar a sensibilidade elétrica do aparelho.
o choque com o complexo QRS; deve ser acionado na cardioversão elétrica de arritmias instáveis com pulso, não sendo utilizado na PCR.
a descarga com o traçado cardíaco e identificar automaticamente o ritmo; deve ser acionado na PCR em que se pretenda deixar o equipamento no modo automático.


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Na enfermaria de um hospital privado, uma criança de 10 meses, pesando 9 kg, apresentou parada cardiorrespiratória no ritmo de fibrilação ventricular. Nesse caso, a primeira desfibrilação deve ser realizada com a seguinte carga em joules:
27J
9J
4,5J
2J
18J
O atendimento à parada cardiorrespiratória é uma das situações que exige um bom atendimento interdisciplinar e capacidade de raciocínio rápido e tomada de decisão.
Sobre o protocolo de atendimento à fibrilação ventricular no suporte avançado de vida, de acordo com as diretrizes da AHA, 2020, assinale a afirmativa VERDADEIRA:
A amiodarona 300 mg é a primeira droga a ser aplicada na FV.
A primeira dose de epinefrina 1 mg deve ser aplicada durante a RCP, após o segundo choque de desfibrilação.
As compressões torácicas no adulto com via aérea avançada devem seguir a velocidade de 150-180 compressões ininterruptas, por minuto.
Cada dose de epinefrina na PCR deve ser de 3 mg por via intravenosa.
Um enfermeiro atende um paciente em parada cardiorrespiratória e utiliza um Desfibrilador Externo Automático (DEA). O equipamento analisa o ritmo cardíaco e indica a aplicação de um choque. Essa indicação é apropriada para qual dos seguintes ritmos?
Taquicardia Sinusal.
Assistolia.
Atividade Elétrica Sem Pulso.
Fibrilação Ventricular.
Uma mulher de 50 anos de idade teve um mal súbito durante uma audiência em um Tribunal Regional do Trabalho. A equipe de saúde ao chegar no local constatou que a mulher não responde, não tem pulso e não respira. Ao posicionar as pás do Desfibrilador Externo Automático (DEA) foi detectada fibrilação ventricular. Nessa situação hipotética, para dar continuidade ao atendimento, o profissional deve
seguir as orientações do DEA.
iniciar as compressões torácicas.
verificar o pulso carotídeo.
reposicionar as pás do DEA.
reposicionar o paciente.
Conforme Diretrizes atualizadas sobre a ressuscitação cardiopulmonar avançada (ACLS), analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Durante um atendimento de PCR, quando o ritmo apresentado no monitor é uma fibrilação ventricular sem pulso, conforme protocolo, uma das ações a ser seguida é a desfibrilação elétrica.
( ) A assistolia deve ter seu diagnóstico confirmado em mais de uma derivação, conforme protocolo da linha reta.
( ) Todas as causas da PCR são consideradas irreversíveis.
( ) Quando paciente com via aérea definitiva, as compressões torácicas devem ser realizadas na sequência de 30:2 (compressões ventilação).
( ) A medicação de primeira escolha durante o atendimento de PCR é a atropina.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
V – V – F – F – F.
V – V – V – F – F.
V – V – F – V – V.
F – F – V – V – V.
F – F – F – V – V.