

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Durante a avaliação clínica de um paciente de 50 anos, a enfermeira identifica que as pupilas estão do mesmo tamanho e contraídas, a frequência respiratória em 25 mpm, tempo de enchimento capilar maior que 5 segundos e frequência cardíaca em 105 bpm.
Ao registro no prontuário, a enfermeira, em sua evolução de enfermagem, deverá descrever que o paciente estava:
Com pupilas isocóricas, em midríase, taquipneico, boa perfusão periférica e taquicárdico.
Com pupilas anisocóricas, fotorreagentes, normopneico, tempo de enchimento capilar aumentado sugestivo de alteração na perfusão periférica e taquicárdico.
Com pupilas isocóricas, em miose, normopneico, tempo de enchimento capilar normal e taquicárdico.
Com pupilas isocóricas, em miose, taquipneico, tempo de enchimento capilar aumentado sugestivo de alteração na perfusão periférica e taquicárdico.
Com pupilas anisocóricas, em midríase, taquipneico, tempo de enchimento capilar aumentado sugestivo de alteração na perfusão periférica e taquicárdico.
(IBED) Na mensuração da frequência respiratória de um adulto em repouso, o técnico deve informar previamente que contará as respirações e solicitar que o paciente controle voluntariamente o ritmo, porque essa orientação reduz interferências na medida.
Certo
Errado
Durante a avaliação dos sinais vitais de um paciente adulto em repouso, o profissional de Enfermagem realizou, durante um minuto, a contagem dos movimentos respiratórios e da frequência cardíaca e observou que o paciente apresentava bradipneia e bradicardia.
Considerando os parâmetros de referência para adultos, assinale os valores que correspondem a essas alterações.
Frequência respiratória inferior a 10 irpm e frequência cardíaca inferior a 70 bpm.
Frequência respiratória inferior a 12 irpm e frequência cardíaca inferior a 60 bpm.
Frequência respiratória inferior a 14 irpm e frequência cardíaca inferior a 65 bpm.
Frequência respiratória inferior a 16 irpm e frequência cardíaca inferior a 55 bpm.
A frequência respiratória é o parâmetro menos invasivo da avaliação dos sinais vitais, mas a sua mensuração exige do técnico de enfermagem uma observação criteriosa e discreta, a fim de evitar que o paciente altere voluntariamente o padrão respiratório. A avaliação da respiração deve considerar não apenas o número de movimentos por minuto, mas também a profundidade, o ritmo e a simetria dos movimentos torácicos. Para o adulto em repouso, considera-se normal a frequência respiratória entre:
8 e 12 movimentos por minuto, sendo a bradipneia definida como frequência inferior a 8
12 e 20 movimentos por minuto, com taquipneia acima de 20 e bradipneia abaixo de 12
20 e 30 movimentos por minuto, intervalo que corresponde à frequência esperada em adultos saudáveis
16 e 24 movimentos por minuto, sendo a taquipneia caracterizada por frequência superior a 24
Interrupção repetitiva da respiração durante o sono, geralmente causada pelo relaxamento dos tecidos da garganta, pode provocar ronco intenso, despertares frequentes, sonolência excessiva durante o dia e aumento do risco de doenças cardiovasculares. Como é denominado esse distúrbio?
Insônia.
Narcolepsia.
Apneia obstrutiva do sono.
Sonambulismo.
No cotidiano da assistência em pediatria, o técnico de enfermagem desempenha papel crucial na monitorização e execução de cuidados neonatais. Com base nos cuidados com o paciente em diferentes ciclos da vida, marque verdadeiro (V) ou falso (F), nas afirmativas abaixo.
(__)A higienização do coto umbilical deve ocorrer para manter limpo e seco, preferencialmente sem uso de álcool 70%.
(__)O teste do pezinho deve ser realizado preferencialmente após o 8º dia de vida.
(__)A frequência respiratória normal do recém-nascido é superior à do adulto.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA de cima para baixo.
F, V, F.
V, V, F.
F, F, V.
V, F, V.
Um paciente adulto procurou atendimento com quadro respiratório agudo, iniciado há 48 horas, apresentando febre e tosse.
Durante a avaliação inicial foram identificados alguns sinais de gravidade que caracterizam um quadro de síndrome respiratória aguda grave (SRAG).
Nesse contexto, assinale a opção que indica dois desses sinais.
Cefaleia intensa e calafrios.
Palidez e saturação de O2 ≤ 96%.
Saturação de O2 ≤ 94% e dispneia.
Hiperpneia e cianose de extremidade.
Desconforto respiratório e odinofagia.
Para uma criança de 8 anos de idade, quais valores podem ser considerados normais dos sinais vitais: frequência respiratória e frequência cardíaca?
35 rpm e 80 bpm.
15 rpm e 140 bpm.
25 rpm e 160 bpm.
22 rpm e 100 bpm.
12 rpm e 60 bpm.
A infecção pelo SARS-CoV-2 pode variar de casos sem sintomas a casos com manifestações leves, moderados, graves e críticos. Os sinais e sintomas mais comuns incluem febre ou calafrios, tosse, fadiga, anorexia, dispneia, mialgia e dor de cabeça.
No entanto, outros sintomas não específicos, como dor de garganta, congestão nasal ou coriza, e dor de cabeça, também foram reportados por casos confirmados de Covid-19.
Assinale a opção que apresenta a principal forma de evitar os casos graves dessa doença e as possíveis sequelas.
Uso de máscaras.
Vacinação.
Distanciamento físico.
Higienização das mãos.
Limpeza e desinfecção de superfícies com água e sabão e detergente.
Os sinais vitais são parâmetros fundamentais para a avaliação do estado clínico de um indivíduo. Entre eles, a frequência respiratória corresponde ao número de movimentos respiratórios realizados em um minuto e pode fornecer informações importantes sobre o funcionamento do sistema respiratório. Assim, qual é a frequência respiratória considerada normal de um adulto saudável em repouso?
30 a 60 respirações por minuto.
12 a 20 respirações por minuto.
30 a 50 respirações por minuto.
20 a 30 respirações por minuto.
Durante a avaliação de um paciente com síndrome gripal, o profissional de Enfermagem identificou alguns sinais de gravidade.
De acordo com os protocolos do Ministério da Saúde, um desses sinais é
pressão arterial ≥ 140 x 90 mmHg.
SpO₂ ≤ 94% em ar ambiente.
frequência respiratória de 18 incursões por minuto.
frequência cardíaca de 82 batimentos por minuto.
No contexto da ESF, considerando os princípios técnicos, éticos e assistenciais relacionados à aferição dos sinais vitais pelo técnico em enfermagem, assinale a alternativa INCORRETA.
A escolha do manguito adequado é fundamental para a fidedignidade da medida da pressão arterial, devendo considerar a circunferência do braço do usuário.
A palpação do pulso periférico permite a avaliação da frequência, do ritmo e da amplitude do pulso, sendo necessário maior atenção em casos de irregularidade.
A aferição da temperatura corporal axilar exige contato direto do termômetro com a pele e axila seca, para evitar interferências no valor obtido.
O registro dos sinais vitais no prontuário constitui etapa essencial do cuidado, subsidiando a tomada de decisão da eMulti.
A frequência respiratória deve ser avaliada de forma consciente pelo usuário, sendo recomendado informá-lo previamente sobre a contagem para garantir maior precisão do dado coletado.
De acordo com Potter et al. (2024), um procedimento para a verificação dos sinais vitais em adultos é a verificação de:
pressão arterial por meio da ausculta, recomendando-se realizar duas aferições quando os valores obtidos forem diferentes em mais de 30mmHg
frequência respiratória, sendo que, caso o ritmo esteja regular, admita-se contar o número de respirações em 30 segundos e multiplicar por 2
pulso radial, sendo que, ainda que regular, não se deve contar por 30 segundos e multiplicar por 2, por ser impreciso em frequências rápidas ou lentas
temperatura retal eletrônica, não se recomendando, porém, a aplicação de lubrificantes em 2,5 a 3,5cm do sensor devido ao risco de valores imprecisos
Diante da piora do padrão respiratório e queda da saturação, a conduta prioritária do técnico de enfermagem deve ser:
Manter o fluxo de oxigênio conforme prescrito e aguardar nova avaliação médica.
Suspender imediatamente o oxigênio para evitar retenção de CO₂.
Comunicar imediatamente o enfermeiro e monitorar continuamente os sinais vitais.
Solicitar exame radiológico antes de qualquer intervenção.
Reduzir o fluxo de oxigênio até estabilização espontânea.
Os parâmetros de sinais vitais variam de acordo com a faixa etária do ser humano. A partir dessa informação, é correto afirmar que o parâmetro normal da frequência respiratória em uma criança de dois anos de idade é
12 a 20 rpm.
18 a 34 rpm.
18 a 40 rpm.
24 a 40 rpm.
30 a 60 rpm.
Na verificação dos sinais vitais, a frequência respiratória considerada normal (eupneia) para um adulto em repouso varia entre:
8 e 10 incursões por minuto.
45 e 50 incursões por minuto.
22 e 30 incursões por minuto.
35 e 40 incursões por minuto.
12 e 20 incursões por minuto.
No Brasil a mensuração da Frequência Respiratória (FR) é um dos sinais vitais que o profissional técnico de enfermagem exerce rotineiramente nos serviços de saúde. Ao verificar a Frequência Respiratória do paciente é INCORRETO:
Ao avaliar a FR de um paciente que estava realizando atividade física, aguardar 5 a 10 minutos antes do procedimento.
Ao avaliar a FR de um paciente o técnico de enfermagem deve observar o ciclo respiratório completo (uma inspiração e uma expiração).
Avaliar a FR após realizar a mensuração do pulso do paciente.
Mensurar a FR imediatamente após o paciente realizar atividade física.
A avaliação dos sinais vitais na infância é uma importante estratégia para acompanhar o crescimento e identificar precocemente alterações clínicas em crianças. Entre os parâmetros analisados, a frequência respiratória deve ser observada de acordo com a faixa etária, pois seus valores variam ao longo do desenvolvimento infantil. Assim, qual valor é considerado normal da frequência respiratória entre 0 a 2 meses de vida?
Até 60 mrm.
Até 70 mrm.
Até 80 mrm.
Até 100 mrm.
Uma criança de 6 anos de idade, sexo masculino, com peso de 18 kg, foi levada ao pronto atendimento pela mãe com história de febre há três dias, de início súbito, com picos de até 39,2 °C, associada a tosse inicialmente seca, que evoluiu para produtiva, além de piora progressiva do estado geral.
A mãe relata que a criança apresenta cansaço aos mínimos esforços, recusa alimentar importante e episódios de irritabilidade alternados com sonolência. Nas últimas 24 horas, observou respiração mais rápida e esforço para respirar, com “afundamento da barriga durante a respiração”.
Ao exame físico, o paciente encontra-se em regular estado geral, febril (38,7 °C), prostrado e irritado durante a avaliação. Apresenta taquipneia, com aumento do esforço respiratório, evidenciado por tiragem intercostal e subcostal leve, além de batimento discreto de asas nasais. A ausculta pulmonar revela presença de roncos em base pulmonar direita, com redução do murmúrio vesicular na mesma região. A tosse é frequente e produtiva. A saturação periférica de oxigênio em ar ambiente encontra-se em 93%.
A família nega comorbidades prévias relevantes. O quadro clínico é compatível com infecção respiratória, sugestiva de pneumonia bacteriana adquirida na comunidade, e foi indicada antibioticoterapia intravenosa.
Foi prescrita ceftriaxona 75 mg/kg/dia, em dose única diária, por via intravenosa.
Observação: até 1g, a medicação pode ser infundida sem diluição prévia, para infusão contínua em 40 mL de solução (fisiológica ou glicosada), em 30 minutos.
A farmácia disponibiliza frascos de ceftriaxona de 1g, ampolas de 10 mL de diluentes e frascos de 100 mL de soro fisiológico 0,9%.
A medicação foi reconstituída com a utilização dos diluentes, diluída em solução fisiológica e iniciada a infusão, na criança, em qual gotejamento?
26 gotas/minuto.
27 gotas/minuto.
33 gotas/minuto.
35 gotas/minuto.
36 gotas/minuto.
Uma criança de 18 meses de vida foi levada à UBS por apresentar febre há dois dias, assim como tosse e redução da aceitação alimentar. Durante a consulta de enfermagem, observou-se o seguinte quadro: temperatura de 38,7 °C; frequência respiratória de 54 irpm; saturação periférica de oxigênio (SpO2) de 91% em ar ambiente; tiragem subcostal; gemência expiratória; e sonolência, embora despertasse aos estímulos. A UBS não dispunha de suporte para oxigenoterapia contínua nem de atendimento pediátrico especializado.
Com base nesse caso clínico hipotético e nos protocolos do Ministério da Saúde para a atenção à saúde da criança, a estratégia de AIDPI, a organização das RAS e as atribuições do enfermeiro, assinale a opção correta.
Como a criança apresenta febre há menos de 72 horas, deve permanecer em observação na UBS por, no mínimo, 24 horas antes da definição de encaminhamento, evitando referências desnecessárias.
A presença de sinais de gravidade, como hipoxemia (SpO2 de 91%), tiragem subcostal, gemência e alteração do estado geral, exige estabilização inicial, conforme os recursos disponíveis e a referência imediata para serviço de maior complexidade, com comunicação formal entre os pontos da RAS, assegurando posterior contrarreferência para a continuidade do acompanhamento na atenção primária.
A referência ao serviço hospitalar somente deve ocorrer após confirmação radiológica de pneumonia, uma vez que a classificação clínica isolada possui baixa sensibilidade para definir gravidade.
Após o encaminhamento para o hospital, a responsabilidade da atenção primária encerra-se, sendo o seguimento da criança atribuição exclusiva da atenção especializada até a alta definitiva.
A presença de tiragem subcostal isoladamente caracteriza caso de baixo risco, sendo suficiente orientar retorno em 48 horas para reavaliação clínica, desde que a criança esteja acompanhada pelos responsáveis.