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Como parte das estratégias para prevenção de infecção do trato urinário, a ANVISA recomenda
realizar irrigação vesical contínua com antimicrobiano.
trocar os cateteres de demora rotineiramente.
utilizar habitualmente cateter impregnado com prata ou outro antimicrobiano.
monitorar rotineiramente bacteriúria assintomática em pacientes com cateter.
realizar irrigação com sistema fechado quando houver obstrução do cateter por muco, coágulos ou outras causas.
A infecção do trato urinário (ITU) é uma das causas prevalentes de infecções relacionadas à assistência em saúde, no entanto, é de grande potencial preventivo, visto que a maioria está relacionada ao cateterismo vesical de demora.
É uma estratégia para prevenção dessa infecção:
realizar rotineiramente a irrigação do cateter com antimicrobianos e antissépticos tópicos ou antibióticos aplicados ao cateter, uretra ou meato uretral de acordo com a prescrição médica
não sinalizar o enfermeiro quando ocorrer desconexão, quebra da técnica asséptica ou vazamento do sistema
evitar a ficção, pois pode gerar traumas na uretra e crescimento bacteriano
evitar manter o cateter vesical de demora por tempo desnecessário
A infecção do trato urinário é uma das causas prevalentes de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde de grande potencial preventivo, visto que a maioria está relacionada à cateterização vesical. Sobre o manuseio do cateter, marque a alternativa INCORRETA.
Após a inserção, fixar o cateter de modo seguro e que não permita tração ou movimentação.
Manter o sistema de drenagem fechado e estéril.
Não desconectar o cateter ou tubo de drenagem, exceto se a irrigação for necessária.
Trocar todo o sistema quando ocorrer desconexão, quebra da técnica asséptica ou vazamento.
Utilizar antissépticos tópicos aplicados ao cateter ou uretra, para melhor manipulação.
As recomendações para a prevenção da infecção do trato urinário (ITU) incluem
realizar a higiene rotineira do meato e sempre que necessário.
manter o sistema de drenagem aberto e estéril.
utilizar rotineiramente cateter impregnado com prata ou outro antimicrobiano.
trocar o cateter urinário rotineiramente, preferencialmente a cada 21 dias.
monitorar rotineiramente bacteriúria assintomática em pacientes com cateter.
A Infecção do Trato Urinário (ITU) é uma das causas prevalentes de infecção relacionada à assistência à saúde (IRAS) de grande potencial preventivo, visto que a maioria está relacionada à cateterização vesical. São estratégias para prevenção de ITU associada a um cateter vesical, EXCETO:
Implantar protocolos escritos de uso, inserção com técnica asséptica e manutenção do cateter.
Treinar a equipe de saúde na inserção, cuidados e manutenção do cateter urinário.
Manter o cateter vesical de demora por um tempo indeterminado, evitando a manipulação dele.
Condom e cateter intermitente como alternativas possíveis.
Estabelecer rotina de monitoramento e vigilância, considerando a frequência do uso de cateteres e os riscos potenciais.
Sobre infecção urinária, analise as afirmativas abaixo e dê valores verdadeiro (V) ou falso (F).
( ) A cistite caracteriza-se por disúria, polaciúria, urgência miccional, dor retropúbica, suprapúbica e abdominal, com menor frequência hematúria. O diagnóstico laboratorial é dado pelo exame do sedimento urinário e pela cultura. A presença de leucocitúria (acima de 10 leucócitos por campo) e hematúria são comuns, mas não estão necessariamente presentes.
( ) A pielonefrite caracteriza-se pela queda do estado geral com presença de sintomas como: febre, calafrios, cefaleia, náuseas, vômitos e hipersensibilidade do angulo costo-vertebral (sinal de Giordano +). Pode estar associada a desidratação, comprometimento da função renal, hemólise, anemia, choque séptico, prematuridade e infecção fetoanexial e puerperal.
( ) A bacteriúria assintomática caracteriza-se pela presença de bactérias na urina, sem sintomatologia específica. Recomenda-se a realização de cultura de urina apenas no terceiro trimestre da gravidez, para se detectar a bacteriúria, tendo em vista a sua associação com o desenvolvimento posterior de pielonefrite e ocorrência de baixo peso ao nascer.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
V - V - V
V - F - F
V - V - F
F - V - V
F - V - F
A prevenção da Infecção do Trato Urinário (ITU) é uma das responsabilidades do enfermeiro no contexto da Unidade de Terapia Intensiva (UTI), visando ao não agravamento desses pacientes. Acerca da técnica de inserção do cateter urinário, segundo a ANVISA 2017, marque o item correto.
Realizar a antissepsia da região perineal com solução padronizada, partindo da periferia para a uretra.
Introduzir gel lubrificante na uretra em homens.
Lubrificar um pouco mais da metade da sonda com gel lubrificante em mulheres.
Fixar corretamente o cateter na raiz da coxa no sexo masculino e no hipogástrio nas mulheres, evitando traumas.
A Infecção do Trato Urinário (ITU), em unidade hospitalar, tem uma forte relação com a cateterização de demora. Para o controle deste tipo de infecção nosocomial, recomenda-se
dispensar a higiene íntima no ambiente hospitalar, substituindo-a pelo uso de solução antisséptica como forma de minimizar o tempo gasto no procedimento.
utilizar um sistema de coleta da diurese estéril, ligado a um coletor aberto ao meio ambiente, facilitando a drenagem da diurese.
evitar o acotovelamento do cateter, manter o coletor fechado acima do local de inserção do cateter e manter rotina para a troca da sonda vesical de demora periodicamente, com um tempo mínimo de 24 dias para efetuar a permuta.
realizar manipulações diárias do cateter ou antissepsia do meato, com soluções antissépticas ou pomadas bactericidas.
higienizar as mãos imediatamente antes e após sondagem, ou quando da manipulação de quaisquer componentes do cateter urinário, usando luvas estéreis, quando necessário.
Dentre as recomendações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) para a prevenção da infecção do trato urinário relacionada à assistência à saúde associada a cateter vesical está
realizar a higiene rotineira do meato uretral com antissépticos tópicos.
implantar visita diária com médico e enfermeiro revisando a necessidade da manutenção do cateter.
fechar previamente o cateter antes da sua remoção, nunca remover o cateter aberto.
realizar irrigação vesical contínua com antimicrobiano, se febre.
A Doença Inflamatória Pélvica (DIP) é uma síndrome clínica atribuída:
à manipulação incorreta de órgãos e anexos sexuais.
à ascensão de microrganismos do trato genital inferior.
a transtornos sexuais na mulher, de origem hormonal.
a trauma uterino menor.
Para prevenção de infecção do trato urinário associada ao cateter vesical (ITU-AC) em homens, o “Manual de Segurança do Paciente e Qualidade em Serviços de Saúde” (ANVISA, 2017) recomenda:
fixar corretamente o cateter na raiz da coxa do paciente
evitar cateter urinário intermitente por risco aumentado de ITU
trocar todo o sistema, ao ocorrer quebra da técnica asséptica ou vazamento
usar antissépticos tópicos diariamente na higienização do cateter, uretra e meato uretral
Sobre a infecção do trato urinário (ITU), o enfermeiro deve saber:
Uma das estratégias indicada para prevenção da ITU é utilizar rotineiramente cateter impregnado com prata ou outro antimicrobiano.
A ITU relacionada à assistência à saúde associada a cateter vesical é definida como qualquer infecção sintomática de trato urinário em paciente em uso de cateter vesical de demora há pelo menos 12 horas.
O cateter vesical de demora, um fator de risco para ITU, é aquele que entra pelo orifício da uretra e permanece, incluindo-se o cateter duplo J, a cistostomia e a cateterização intermitente.
Como medida preventiva da ITU, recomenda-se o uso de cateter urinário no pós-operatório com tempo máximo de 72 horas, incluindo-se as cirurgias urológicas específicas.
As ITU assintomáticas são definidas como a infecção presente em paciente, com ou sem cateter vesical de demora que não apresenta sinais ou sintomas e possui cultura de urina e hemocultura positivas, não são foco de vigilância e não são alvo de notificação.
A infecção do trato urinário (ITU) é uma complicação comum na gestação. Embora a prevalência das infecções baixas seja similar entre mulheres grávidas e não grávidas, elas representam um aumento do risco para o desenvolvimento de pielonefrite, decorrente das alterações fisiológicas e anatômicas que ocorrem na gestação. Em virtude dessa predisposição, deve ser rotina no pré-natal:
solicitar obrigatóriamente urinocultura na primeira consulta de pré-natal
aguardar por um período de observação, na presença de bacteriúria assintomática
manter o tratamento com antibiótico ambulatorialmente, na presença de pielonefrite
requerer tratamento com internação da gestante, caso haja presença de hidronefrose fisiológica da gravidez
Ao admitir um paciente na unidade de internação com diagnóstico de infecção urinária, dentre os cuidados a serem prestados pelo Técnico de Enfermagem estão:
Realizar a consulta de enfermagem e aferir os sinais vitais.
Realizar a consulta de enfermagem e a prescrição dos cuidados de enfermagem.
Aferir os sinais vitais, instruir o paciente sobre os cuidados preventivos para infecção urinária.
Instruir o paciente sobre os cuidados preventivos para infecção urinária, passar sonda vesical de alívio para colher amostra de urina para exame.
Um paciente só deve ser cateterizado quando necessário, visto que o cateterismo leva comumente à infecção do trato urinário. No que se refere a medidas de prevenção de infecção no paciente submetido a cateterismo urinário de demora, convém:
esvaziar a bolsa de coleta pelo menos a cada oito horas através do dreno e utilizar um sistema de drenagem urinária fechado, estéril e pré-montado
esvaziar a bolsa coletora pelo menos a cada doze horas ou quando cheia e utilizar um sistema de drenagem urinária fechado, estéril e pré-montado
irrigar rotineiramente o cateter, principalmente quando o paciente for propenso a obstrução por coágulos ou grandes quantidades de seguimentos
desconectar o equipo para amostras de urina apenas com uso de luvas estéreis e utilizar sistema de drenagem urinária fechado, estéril e pré-montado
A Infecção do Trato Urinário (ITU) é uma das causas prevalentes de Infecção Relacionada à Assistência a Saúde (IRAS) de grande potencial preventivo, visto que a maioria está relacionada à cateterização vesical. Analise as afirmativas abaixo referentes à técnica de sondagem vesical de demora e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).
( ) Manter o sistema de drenagem fechado e estéril, abrindo-o apenas quando for coletar urina para exames.
( ) Para exame de urina, coletar pequena amostra através de aspiração de urina com agulha estéril após desinfecção do dispositivo de coleta; levar a amostra ao laboratório para cultura após 20 min.
( ) Manter sempre a bolsa coletora abaixo do nível da bexiga e realizar sua troca sempre que for desprezar a urina.
( ) Realizar a higiene rotineira do meato e sempre que necessário.
( ) Após a inserção, fixar o cateter de modo seguro e que não permita tração ou movimentação.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo:
V, V, V, F, V
F, F, F, V, V
F, V, F, V, V
V, F, F, V, V
V, F, V, F, F
Mulher de 34 anos, solteira, chega na unidade de saúde para consulta de Enfermagem e refere disúria, polaciúria, urgência miccional e hematúria leve. O profissional Enfermeiro avalia estar diante de um quadro de Infecção urinaria, realizou consulta de Enfermagem e investigou os sinais de alerta.
Assinale a alternativa que corresponda a dois sinais de alerta para Infecção urinária:
Punho Percussão lateral (Giordano) e febre.
Normotensão e dor lombar.
Ruídos hidroaéreos presente e desidratação.
lasègue negativo e dor abdominal intensa.
A infecção do trato urinário é uma das causas prevalentes de IRAS de grande potencial preventivo, visto que a maioria está relacionada à cateterização vesical. O diagnóstico clínico precoce, associado aos exames complementares (qualitativo e quantitativo de urina e urocultura), fornece evidência para uma adequada terapêutica. Tendo em vista as intervenções de enfermagem durante o procedimento de cateterismo vesical de demora masculino, são critérios que devem ser considerados na instalação e manutenção do sistema:
escolher cateteres de menor calibre (14 Fr ou 16 Fr) que permitam boa drenagem urinária; fazer reeducação vesical, antes da retirada do cateter e mediante suspeita de obstrução, e não realizar a lavagem do cateter.
fazer reeducação vesical, antes da retirada do cateter; na suspeita de obstrução, evitar realizar lavagem do cateter e proceder a troca de cateter vesical a cada 21 dias e realizar coleta de amostra para cultura de urina.
realizar coleta de amostra para EAS de urina e fazer reeducação vesical antes da retirada do cateter e, na suspeita de obstrução, evitar realizar lavagem do cateter; proceder à troca de cateter vesical a cada 21 dias.
escolher cateteres de calibre adequados que permitam boa drenagem urinária; esvaziar a bolsa coletora regularmente, utilizando recipiente coletor individual; evitar contato do tubo de drenagem com o recipiente coletor e, na suspeita de obstrução, não realizar lavagem do cateter.
A cistite é uma das manifestações da Infecção do Trato Urinário (ITU), sendo uma queixa muito comum nos serviços de saúde e mais frequente na mulher adulta. Este fato se deve, principalmente:
Por motivos genéticos.
Por motivos de variação de pH vaginal.
A aspectos anatômicos e comportamentais da mulher.
Por motivos exclusivamente ligados aos hábitos sexuais da mulher.
Assinale o único item INCORRETO acerca das Infecções do Trato Urinário Relacionadas à Assistência à Saúde (ITU) associada a cateter vesical (ITU-AC) e não associada a cateter (ITU-NAC):
A ITU-AC é qualquer infecção sintomática de trato urinário em paciente em uso de cateter vesical de demora instalado por um período maior que dois dias calendário (sendo D1 o dia da inserção) e que na data da infecção o paciente estava com o cateter instalado ou este havia sido removido no dia anterior.
A ITU-NAC é qualquer infecção sintomática de trato urinário em paciente que não esteja em uso de cateter vesical de demora, na data da infecção ou na condição que o cateter tenha sido removido, no mínimo, há mais de 1 (um) dia calendário antes da data da infecção.
Também são indicações do uso de cateter urinário: Pós-operatório, pelo menor tempo possível, com tempo máximo recomendável de até 24 horas, exceto para cirurgias urológicas específicas; E tratamento de pacientes do sexo feminino com lesão por pressão grau IV com cicatrização comprometida pelo contato pela urina.
Existem fortes evidências que o uso de sondas impregnadas com prata ou antibiótico diminui o risco de infecção. Cateteres de silicone mostram maior tendência a apresentar incrustações. Cateteres hidrofílicos trazem menos conforto e qualidade de vida ao paciente e redução de possíveis infecções.
O manuseio correto do cateter também inclui: Não desconectar o cateter ou tubo de drenagem, exceto se a irrigação for necessária; Manter sempre a bolsa coletora abaixo do nível da bexiga; Não é necessário fechar previamente o cateter antes da sua remoção.