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No registro de um óbito no prontuário de enfermagem, é essencial que as anotações contenham informações precisas e completas sobre o evento, conforme as recomendações dos protocolos de documentação. Em relação às informações que devem constar nas anotações e a evolução de enfermagem após a ocorrência de óbito, é CORRETO afirmar que:
Apenas o horário do óbito e a descrição dos cuidados realizados são obrigatórios no registro; demais informações são opcionais.
Devem constar no registro a data e o horário do óbito, o nome do médico que constatou o óbito, a descrição dos cuidados realizados, intercorrências e demais achados importantes, mas não é necessário registrar a identidade da pessoa que recebeu os pertences.
É suficiente registrar apenas a evolução do paciente nas últimas 24 horas e o horário da transferência ao Serviço de Patologia/Necropsia, dispensando o nome do médico que constatou o óbito.
Devem constar, obrigatoriamente, a data e o horário do óbito, o nome do médico que constatou o óbito, a descrição dos cuidados realizados, o horário da transferência ao Serviço de Patologia/Necropsia, a identificação da pessoa que recebeu os pertences, intercorrências e outros achados importantes.
Assinale a opção que apresenta as atribuições da equipe de enfermagem, quanto aos cuidados que se destinam ao corpo no contexto do pós‑óbito.
limpeza necessária, retirada de sondas, cateteres e acessos venosos, tamponamento dos orifícios naturais e rotulagem de identificação, conforme rotina da unidade
limpeza necessária, retirada de sondas, cateteres e acessos venosos, tamponamento dos orifícios naturais e encaminhamento do corpo para o setor de referência com câmara fria
limpeza necessária, retirada de sondas, cateteres e acessos venosos, tamponamento dos orifícios naturais, rotulagem de identificação e acompanhamento para a notícia de óbito
limpeza necessária, retirada de sondas, cateteres e acessos venosos, tamponamento dos orifícios naturais, rotulagem de identificação e acompanhamento dos familiares para identificação do corpo
informar, juntamente do médico, o óbito aos familiares, preencher a declaração de óbito e coletar assinatura médica, preparar o corpo
O preparo do corpo pós-morte é um procedimento que envolve respeito, dignidade e conformidade com protocolos institucionais e legislação específica. Em um hospital público denominado Saúde Express, o Técnico de Enfermagem é chamado para auxiliar no preparo do corpo de paciente que faleceu após internação prolongada. O profissional reconhece que esse procedimento é delicado e que deve ser realizado com respeito à dignidade do falecido e apoio aos familiares. O Técnico de Enfermagem, sob supervisão do enfermeiro, deve oferecer assistência baseada em protocolos de preparo do corpo conforme diretrizes do Ministério da Saúde e legislação específica. Considerando esse contexto de responsabilidade profissional e preparo do corpo pós-morte, analise as afirmações a seguir e registre (V), para as verdadeiras, e (F), para as falsas.
(__)O preparo do corpo pós-morte envolve higiene, posicionamento adequado, identificação correta e respeito à dignidade do falecido conforme protocolo.
(__)O Técnico de Enfermagem pode descartar documentos de identificação do falecido para economizar espaço no arquivo hospitalar.
(__)A comunicação respeitosa com familiares durante o preparo do corpo é responsabilidade do Técnico de Enfermagem conforme protocolo de humanização.
(__)O corpo pode ser preparado de forma inadequada, pois o falecido não perceberá a qualidade do procedimento realizado.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima.
V, V, F, F.
F, F, V, V.
V, F, V, F.
F, V, V, F.
Sobre os procedimentos, responsabilidades e fluxos para o preenchimento da Declaração de Óbito (DO) no Brasil, assinale a alternativa correta, condizente com base nas normas técnicas e éticas estabelecidas pelo Ministério da Saúde e pelo Conselho Federal de Medicina para o manejo da DO.
A cobrança de honorários médicos pela emissão da DO é permitida quando o profissional realiza o exame de constatação do cadáver.
Em situações de morte materna por gravidez ectópica rota, o diagnóstico da condição gestacional deve constar obrigatoriamente entre as causas do óbito.
A codificação dos diagnósticos segundo a Classificação Internacional de Doenças (CID) é atribuição direta do médico que assina o documento oficial.
Em casos de morte por causas externas, o médico assistente do hospital emite a DO se o paciente permaneceu internado por mais de 14 dias.
Médicos legistas de Institutos Médico Legais realizam necropsias em casos em que há diagnóstico confirmado de doenças crônicas em locais onde não há assistência médica.
A rigidez cadavérica parcial, ou rigor mortis, é um estado onde apenas partes do corpo de um cadáver endurecem, em vez de todo ele ficar rígido. Isso acontece porque o processo de rigor mortis começa nas regiões menores e mais finas, como o pescoço, e progride para as partes maiores do corpo, como os braços e pernas. Durante o preparo, o técnico de enfermagem percebe sinais de rigidez cadavérica parcial. Assinale a alternativa CORRETA que corresponde qual conduta adequada.
Forçar a mobilização dos membros para vestimenta.
Ignorar rigidez, pois desaparecerá com o tempo.
Aplicar calor diretamente sobre os músculos rígidos.
Ajustar o corpo sem danificar articulações, usando técnicas suaves.
Acerca do processo de luto, tal como tratado em referências de qualificação de profissionais validadas pelo Ministério da Saúde, assinale a opção correta.
O luto é uma construção cultural que viabiliza a canalização da dor.
A tentativa de animar o sobrevivente com frases feitas distrai o enlutado de sua dor.
Por mais que o mundo tenha mudado, a expressão social do luto mantém-se inalterada.
Para que a elaboração do luto seja resolvida adequadamente, é necessário passar por suas etapas de maneira sequencial.
O luto é uma experiência coletiva e, por vezes, transferível.
Como enfermeiro de uma unidade pediátrica, você está prestando suporte a um casal que acabou de vivenciar o falecimento do filho. Dentre as seguintes opções de comunicação ou conduta, qual representa as intervenções adequadas e recomendadas para esta situação?
Evite oferecer justificativas para a morte da criança como, por exemplo, “seu filho não está mais sofrendo”; evite o consolo artificial com frases do tipo “eu sei como você se sente”; não permita que a família permaneça com a criança que morreu pelo tempo que desejar, nem que a pegue no colo, isto será prejudicial para a família; nunca compareça ao funeral da criança, sua presença será prejudicial à família.
Ofereça justificativas para a morte da criança como, por exemplo, “seu filho não está mais sofrendo” ou “ele descansou”; seja solidário e afirme a família que você sabe como ela se sente; permita que a família permaneça com a criança que morreu pelo tempo que desejar, e se desejar que a pegue no colo ou dê banho; ofereça ajuda prática quando possível, como recolher os objetos da criança.
Evite oferecer justificativas para a morte da criança como, por exemplo, “seu filho não está mais sofrendo”; evite o consolo artificial com frases do tipo “eu sei como você se sente”; permita que a família permaneça com a criança que morreu pelo tempo que desejar, e se desejar que a pegue no colo ou dê banho; ofereça ajuda prática quando possível, como recolher os objetos da criança.
Ofereça justificativas para a morte da criança como, por exemplo, “seu filho não está mais sofrendo” ou “ele descansou”; evite o consolo artificial com frases do tipo “eu sei como você se sente; não permita que a família permaneça com a criança que morreu pelo tempo que desejar, nem que a pegue no colo, isto será prejudicial para a família; ofereça ajuda prática quando possível, como recolher os objetos da criança.
O técnico de enfermagem está prestando cuidados a um paciente oncológico em fase terminal na unidade de cuidados paliativos. O paciente evolui para óbito às 14h30, constatado pelo médico plantonista. A família foi comunicada e o corpo liberado para o preparo. Acerca dos procedimentos técnicos e éticos relacionados ao preparo do corpo pós-morte (tamponamento e vestimenta), analise as afirmativas abaixo e marque V para as verdadeiras e F para as falsas.
(__)O preparo do corpo deve ser realizado respeitando a privacidade e a dignidade do falecido, removendo-se sondas, drenos e cateteres (salvo em casos de encaminhamento para Instituto Médico Legal, necropsia ou óbito por causa externa, onde devem ser mantidos ou cortados conforme protocolo legal).
(__)O tamponamento de orifícios naturais (narinas, ouvidos, orofaringe, ânus e vagina) com algodão deve ser realizado com auxílio de pinça, de forma profunda e firme, para evitar o extravasamento de fluidos corporais durante o transporte e velório.
(__)O corpo deve ser mantido em posição de Fowler (cabeceira elevada a 90º) durante todo o procedimento de higiene e vestimenta, para evitar livor mortis na região facial e facilitar o trabalho da funerária.
(__)A identificação do corpo é uma etapa crítica e deve ser feita com etiquetas preenchidas corretamente, fixadas preferencialmente em local visível sobre a roupa e também diretamente sobre a pele (como no pulso ou tornozelo), para garantir a segurança na liberação.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
F, V, V, F.
F, F, V, V.
V, F, F, V.
V, V, F, V.
Sobre a assistência de enfermagem ao paciente grave ou agonizante e ao preparo do corpo pós-morte, analise as afirmativas abaixo:
I. A avaliação contínua de parâmetros fisiológicos e neurológicos pelo enfermeiro, incluindo sinais vitais, nível de consciência e respostas a estímulos, deve ser utilizada para orientar intervenções de conforto individualizadas durante o processo de agonia.
II. Durante o processo de agonia, a aspiração frequente de secreções respiratórias é recomendada para todos os pacientes.
III. O manejo do corpo após o óbito deve observar critérios de dignidade e padronização institucional, incluindo posicionamento supino, braços alinhados ou cruzados sobre o abdome, fechamento palpebral e labial, e higienização adequada, preservando integridade física e estética.
IV. É responsabilidade do enfermeiro orientar familiares, oferecer apoio emocional e permitir despedida, garantindo humanização do cuidado.
V. O uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e a higienização adequada das mãos não são necessários ao manipular o corpo de um paciente falecido.
Assinale a alternativa CORRETA:
Apenas I, II e III estão corretas.
Apenas I, III e IV estão corretas.
Apenas II, IV e V estão corretas.
Todas as afirmativas estão corretas.
O enfermeiro pode auxiliar no exame clínico que determina morte encefálica, cujos sinais podem ser
coma e midríase arreativa.
paralisia flácida e hipotermia.
coma e miose arreativa.
ausência de reflexos do tronco encefálico e hipotermia.
paralisia flácida e miose reativa.
Em uma unidade hospitalar, o paciente em cuidados paliativos evolui a óbito, exigindo rigorosa conduta ética do Técnico de Enfermagem. Marque a opção correta sobre as responsabilidades profissionais nesse contexto.
Abordar a família somente após o médico declarar o óbito, liberando o corpo sem registros, pois o sigilo é restrito à equipe.
Priorizar o bem-estar do serviço, ignorando preferências testamentárias do paciente e comunicando a família apenas no momento da liberação.
Fornecer informações detalhadas sobre falhas terapêuticas, caso a família demonstre interesse, enfatizando possíveis omissões da equipe médica.
Executar procedimentos invasivos pós-óbito para fins de estudos, desde que haja concordância prévia do superior hierárquico, dispensando a família.
Garantir a preservação da dignidade e intimidade do falecido, mantendo a confidencialidade dos dados, mesmo após o óbito.
Durante o preparo do corpo pós-morte (tamponamento e vestimenta), o técnico de enfermagem deve observar rigorosamente as precauções padrão e o respeito ao cadáver. Considerando os cuidados técnicos e éticos nesse procedimento, assinale a alternativa correta quanto à identificação e manipulação do corpo.
Remover todos os dispositivos invasivos, como cateteres e sondas, apenas se a família autorizar, independentemente de ser caso de morte violenta ou suspeita.
Colocar a identificação do óbito no corpo do paciente, preferencialmente no tórax ou membros, antes de encaminhá-lo ao necrotério, garantindo a rastreabilidade.
Manter o corpo em posição de Trendelenburg para evitar livores cadavéricos na região cefálica durante o transporte.
Realizar o tamponamento de orifícios naturais imediatamente após a constatação do óbito, utilizando pinça longa e algodão seco, sem necessidade de higienização prévia.
No âmbito hospitalar, após a constatação do óbito de um paciente, o Técnico de Enfermagem deve aplicar condutas específicas. Marque a opção que corretamente expressa a conduta adequada, de acordo com as evidências atuais do Ministério da Saúde e do Conselho Federal de Enfermagem.
Manter sondas e drenos no cadáver até a chegada das autoridades periciais, pois a remoção compete exclusivamente ao médico-legista, mesmo quando não há suspeita de morte violenta.
Elevar a cabeceira em 45°, manter as pálpebras abertas para facilitar a verificação pelos peritos e retirar cateteres assim que for decretado o óbito, independentemente da causa.
Descartar qualquer dispositivo invasivo imediatamente após o óbito, sem necessidade de avaliação médica, para promover a higienização completa do corpo.
Conservar sondas e drenos somente em casos de óbito com indícios de morte violenta, proceder à antissepsia cutânea e assegurar a identificação correta do corpo com dupla checagem.
Posicionar o cadáver em decúbito lateral esquerdo, aplicar soluções conservantes no interior das cavidades corporais e encerrar o prontuário sem registro multiprofissional.
A situação de morte e perda acompanha a sociedade desde a pré-história, mesmo com os avanços e tecnologias com a premissa de curar ou garantir uma vida mais saudável ao ser humano, o ser humano continua a padecer sendo algo inerente e que eventualmente acontecerá, é um evento que tem potencialidade para abalar os componentes da família, trazendo inúmeras repercussões negativas na vida destes. Na situação de perda e luto, o familiar necessita de acompanhamento e auxílio profissional, para que ele possa transpor as fases do luto e perda e se restabelecer. A forma como cada ser humano vivencia o luto é diferente, no entanto, esse processo não se restringe apenas à família, mas a todos os responsáveis pelo cuidado daquele paciente em vida. Vivenciar um luto deve ser algo natural, para todos, é comum o sentimento de impotência, fracasso, tristeza e ansiedade, porém isso não pode influenciar no trabalho e no seu cotidiano. Sobre as Fases do Luto, associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona as fases do luto à sua descrição:
Primeira coluna: fases
(1) Primeira Fase
(2) Segunda Fase
(3) Terceira Fase
(4) Quarta Fase
(5) Quinta fase
Segunda coluna: descrição
(__)A raiva chega quando a pessoa não tem mais como negar o fato e, portanto, começa a cultivar sentimentos e emoções de revolta. A pessoa enlutada, assim, tem dificuldades para entender os motivos da morte do ente querido e, então, começa a projetar a raiva por meio desse sentimento de inconformismo. Esse sentimento é mais intenso para família e os amigos da pessoa falecida e pode ser uma fase mais complicada e delicada de ser vivenciada.
(__)É o estágio em que sentimentos de tristeza juntam-se com a solidão e a saudade. Novamente, a pessoa não obteve sucesso na fase anterior, gerando um sofrimento ainda maior. A pessoa tende a ter maiores crises de choro, busca se isolar das outras pessoas, começa a questionar sobre a sua vida e em como a pessoa falecida faz falta em sua vida. É um período, portanto, em que a pessoa enlutada precisa de muito apoio de pessoas próximas, de modo que o sofrimento não se torne um transtorno depressivo. Se a pessoa receber acolhimento suficiente, isso contribuirá para que ela possa alcançar com mais facilidade o estágio seguinte.
(__)Esta fase é chamada de "negação" ou "isolamento", sentimento que a pessoa enlutada desenvolve diante do acontecimento. Como a morte é, muitas vezes, inesperada, a pessoa leva um tempo para absorver o ocorrido e tende a negar que ela aconteceu. Portanto, enquanto não "cair a ficha", a pessoa volta-se para a negação da situação. A aceitação parcial é uma fase que vem logo após a negação, sendo um estado temporário em que a pessoa se recupera do choque e está começando a se acostumar com essa nova realidade. É o momento, também, em que a pessoa começa a reagir e manifestar reações mais intensas no processo de luto. Esse é um estágio que pode ser visto como forma de defesa da mente sobre um ocorrido, até então, improvável e pode durar minutos ou até mesmo anos.
(__)Após a pessoa sentir e expressar toda a sua inconformidade pelo acontecimento, o seu sofrimento e a angústia causados pela perda, a raiva pelo ocorrido e os lamentos, é o momento de ela contemplar o luto com maior tranquilidade. O enlutado, então, já conseguiu passar pelos estágios anteriores, agora consegue se sentir em paz e tem maiores condições para organizar a sua vida. Porém, chegar à aceitação não significa que a pessoa está bem com o que aconteceu, principalmente se essa aceitação estiver relacionada a uma grande perda. A diferença é que, a partir de agora, a pessoa irá conseguir encarar o sofrimento da perda, com a consciência do que precisa ser feito daqui para frente. Ela reconhece essa nova realidade e tenta conviver da melhor forma possível.
(__)O sentimento de raiva não trouxe alívio, portanto, a pessoa enlutada começa a adquirir uma certa esperança de cura divina em troca de alguns méritos que ela acredita que possa reverter o acontecimento. Como esse sentimento ocasionado pelo luto não foi embora, a pessoa busca formas de sair dessa situação, podendo ser, também, uma maneira de prolongar o processo de luto. Nessa fase caracterizada como barganha ou negociação, a pessoa busca soluções do que poderia ter feito de diferente, mesmo que seja impossível reverter a situação. Além disso, a pessoa também adquire esperanças de mudança baseadas em juramentos e promessas.
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
3 − 1 − 4 − 2 − 5.
5 − 3 − 2 − 4 − 1.
4 − 5 − 3 − 1 − 2.
2 − 4 − 1 − 5 − 3.
1 − 2 − 5 − 3 − 4.
Nos cuidados e preparos do corpo após a morte, deve-se
unir os pés e fixá-los com atadura crepom.
posicionar os braços esticados, lateralmente junto ao corpo.
manter os olhos do cliente abertos.
remover a prótese dentária, se houver, e descartá-la no lixo.
Dado o contexto de terminologias gerais em saúde, associe as colunas relacionando os termos com suas respectivas descrições:
Coluna 1
A.Óbito perinatal.
B.Nascido morto.
C.Óbito infantil.
Coluna 2
(__)Óbito do produto da concepção com 28 semanas ou mais, ou de crianças com menos de 7 dias.
(__)Óbito do produto da concepção que tenha alcançado 28 semanas completas ou mais de gestação, ocorrido antes da expulsão ou da extração completa do corpo materno. O mesmo que natimorto.
(__)Óbito ocorrido em crianças menores de um ano.
Assinale a alternativa cuja a sequência da associação, de cima para baixo, esteja CORRETA:
A, C, B.
B, A, C.
A, B, C.
C, A, B.
C, B, A.
No último mês de abril, a notícia de um homem morto que foi levado ao banco teve grande repercussão. Além de toda discussão social e ética, a situação fomentou a curiosidade acerca das modificações sofridas no corpo humano após a morte. Entre os diversos fenômenos que ocorrem com o corpo após a cessação das funções biológicas, surgem manchas, na maioria das vezes de tonalidade violácea, devido ao extravasamento de sangue do meio intravascular para o extravascular, depositando-se nas partes de declive do cadáver. O nome dado a tais manchas é:
Livor cadavérico.
Desidratação cadavérica.
Rigidez cadavérica.
Equimose cadavérica.
Hematoma cadavérico.
O luto é um estado emocional que surge como reação à perda de alguém, principalmente familiar ou amigo, caracterizando-se pelo sofrimento. O enfermeiro como parte da equipe de saúde tem papel no processo de luto, nesse sentido, indique a alternativa correta.
Os profissionais de Enfermagem atuam distantes dos familiares e amigos no período de adoecimento, focando apenas no paciente e deixando o luto para ser resolvido por outros profissionais.
Os profissionais de Enfermagem têm pouca relevância nos serviços de saúde, já que seu papel é apenas seguir as orientações médicas e não interagem diretamente com os familiares ou amigos durante o adoecimento e o luto.
O processo de luto deve ser enfrentado exclusivamente pela família, sem necessidade de humanização ou inclusão na assistência de enfermagem.
A inclusão da família na sistematização da assistência de Enfermagem não é necessária, pois o processo de luto não deve ser uma preocupação para os enfermeiros durante o atendimento.
O enfrentamento do luto pode ser potencializado por meio da humanização, onde a família precisa ser incluída na sistematização da assistência de enfermagem.
Para fins de _______________, serão considerados os óbitos fetais com ____ semanas ou mais de gestação, peso igual ou superior a ____ gramas ou estatura igual ou superior a 25 centímetros cabeça-calcanhar.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
notificação – 20 – 500
investigação – 20 – 450
notificação – 22 – 500
investigação – 22 – 500
investigação – 25 – 750
Segundo a Resolução do Conselho Federal de Medicina no 2.173/2017, os procedimentos para determinação de morte encefálica (ME) devem ser iniciados em todos os pacientes que apresentam coma não perceptivo, ausência de reatividade supraespinhal e apneia persistente.
A respeito do diagnóstico da ME, assinale a alternativa correta.
São necessários dois exames clínicos realizados por um neurologista, que confirmem coma não perceptivo e ausência de função do tronco encefálico.
Uma das condições que o exame clínico deve evidenciar para a confirmação da ME é a ausência do reflexo de tosse.
A declaração de óbito terá data e hora da morte definida retrospectivamente com base no primeiro exame clínico que evidenciou o coma não perceptivo.
O exame que comprova a ausência de atividade encefálica é facultativo se os demais sinais clínicos determinantes para a ME estiverem presentes.
O paciente precisa estar sob uso de drogas sedativas ou depressoras do sistema nervoso central.