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No Programa Nacional de Imunizações, a vacina pentavalente (DTP + Hib + Hepatite B) possui esquema básico de três doses no primeiro ano de vida. O intervalo mínimo recomendado entre as doses dessa vacina, que garante resposta imunológica adequada sem comprometer a eficácia vacinal, é de:
30 dias (4 semanas) entre doses consecutivas.
60 dias (8 semanas) entre doses consecutivas.
15 dias entre doses consecutivas.
45 dias entre doses consecutivas.
90 dias entre doses consecutivas.
Analise o caso hipotético a seguir:
Durante atendimento em uma UBS, o Enfermeiro avalia uma criança de 4 meses de idade que comparece para atualização do calendário vacinal. Ao revisar o prontuário, observa-se que, após a administração da primeira dose da vacina pentavalente, a criança apresentou episódio hipotônico-hiporresponsivo cerca de 24 horas após a vacinação. Além disso, a mãe relata que a criança se encontra em acompanhamento neurológico devido a um quadro neurológico em atividade. Diante dessa situação, e considerando as contraindicações da vacina pentavalente, assinale a conduta CORRETA a ser adotada pelo Enfermeiro.
Adiar temporariamente a vacinação até melhora do quadro neurológico, mantendo a indicação da vacina pentavalente em doses futuras.
Substituir a vacina pentavalente pela vacina DTP, mantendo o esquema vacinal de rotina.
Administrar a vacina pentavalente somente após autorização médica, uma vez que eventos neurológicos leves não contraindicam novas doses.
Contraindicar a administração da vacina pentavalente, considerando o histórico de episódio hipotônico-hiporresponsivo após dose anterior e a presença de quadro neurológico em atividade, conforme normas do Programa Nacional de Imunizações.
Analise os itens e posteriormente assinale a alternativa que descreve as doenças passíveis de prevenção através da vacina Pentavalente:
I - Sarampo.
II - Rubéola.
III - Caxumba.
IV - Difteria.
V - Tétano.
VI - Coqueluche.
VII - Hepatite B.
VIII - Meningite e outras infecções causadas pela bactéria Haemophilus influenzae tipo b.
IX - Influenza A.
X - Influenza B.
XI - Influenza H3N2.
XII - Influenza H5N9.
I, II, III, VII e VIII.
IV, V, VI, VII e VIII.
I, II, III, V e VI.
VI, IX, X, XI e XII.
VIII, IX, X, XI e XII.
Segundo a Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, a meta de cobertura da vacina pentavalente é de
80%
85%
90%
92%
95%
Em uma sala de vacinação de uma Unidade Básica de Saúde, um técnico de enfermagem prepara os imunobiológicos para a vacinação de rotina de uma criança de 4 meses, conforme o calendário nacional. A correta aplicação das vacinas combinadas, que protegem contra múltiplas doenças em uma única aplicação, exige conhecimento técnico preciso sobre sua composição, esquema posológico, via e local de administração, a fim de garantir a máxima eficácia e segurança do procedimento. Com base nas diretrizes do Programa Nacional de Imunizações (PNI) para a vacina Pentavalente (DTP/Hib/HB), assinale a alternativa correta.
O local de aplicação indicado para a vacina é o músculo glúteo, na região ventroglútea, por ser uma área de grande massa muscular e menor risco de atingir o nervo ciático em comparação com a região dorsoglútea.
O componente pertussis (coqueluche) da vacina é do tipo acelular, o que confere à vacina um perfil de eventos adversos mais brandos, sendo raros os casos de febre alta e reações locais intensas.
A sua composição protege contra cinco doenças, sendo elas: Difteria, Tétano, Coqueluche, Poliomielite e Sarampo, representando uma combinação das vacinas DTP, VIP e Tríplice Viral.
O esquema vacinal completo consiste em três doses, administradas aos 2, 4 e 6 meses de idade, com dois reforços subsequentes utilizando a própria vacina Pentavalente, aos 15 meses e aos 4 anos.
A via de administração da vacina é a intramuscular profunda, sendo o músculo vasto lateral, na região anterolateral da coxa, o local de aplicação preferencial para a faixa etária de lactentes.
Um técnico de enfermagem vai coletar sangue de um paciente com suspeita de hepatite B. Considerando as normas de biossegurança, o risco de acidentes com perfurocortantes e a prevenção de contaminação, assinale a alternativa INCORRETA:
Lavar as mãos antes e após o procedimento, mesmo que luvas sejam utilizadas, para reduzir o risco de contaminação indireta.
Utilizar luvas, máscara, óculos de proteção e avental descartável, especialmente se houver risco de respingos de sangue.
Usar apenas luvas, dispensando os demais EPIs, pois o risco de aerossóis é mínimo.
Planejar a coleta, conferir a identificação do paciente e garantir que todo material perfurocortante seja descartado imediatamente em recipiente rígido.
Em caso de falha do EPI ou acidente com perfurocortante, seguir o protocolo de notificação imediata e profilaxia ocupacional, independentemente de sintomas do paciente.
Em relação ao calendário nacional de vacinação de 2025 para crianças menores de 1 ano de idade, assinale a opção que apresenta corretamente o esquema de doses recomendadas para a vacina pentavalente (DTP + Hib + hepatite B).
É aplicada em dose única aos 6 meses de vida.
Deve ser administrada em três doses, as quais serão aplicadas aos 2, aos 4 e aos 6 meses de vida.
Deve ser administrada em duas doses, que serão ao nascer e aos 2 meses de vida.
É indicada apenas para crianças com menos de 3 meses de vida.
Deve ser aplicada em quatro doses, as quais serão ao nascer, aos 2, aos 4 e aos 6 meses de vida.
A Comissão de biossegurança (CBS) do Ministério da Saúde é responsável por atualizar e elaborar a classificação dos agentes biológicos que apresentem potencial risco a saúde humana. Dessa forma, marque a alternativa CORRETA:
Classe de risco 3 (alto risco individual e moderado risco para a comunidade): esses agentes possuem a capacidade de transmissão, especialmente por via respiratória, e podem causar doenças potencialmente letais em humanos ou animais. É importante ressaltar que, para esses agentes, geralmente existem medidas profiláticas e terapêuticas disponíveis. Exemplos: Bacillus anthracis e Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV).
Classe de risco 0 (sem risco individual e para a comunidade): inclui os agentes biológicos que são conhecidos por não causarem doenças no ser humano ou nos animais.
Classe de risco 3 (alto risco individual e moderado risco para a comunidade): inclui os agentes biológicos que provocam infecções no ser humano ou nos animais, cujo potencial de propagação na comunidade e de disseminação no meio ambiente é limitado, e para os quais existem medidas profiláticas e terapêuticas conhecidas eficazes. Exemplos: Schistosoma mansoni e vírus da rubéola.
Classe de risco 2 (moderado risco individual e limitado risco para a comunidade): inclui os agentes biológicos conhecidos por não causarem doenças no ser humano ou nos animais adultos sadios. Exemplos: Lactobacillus spp. e Bacillus subtilis.
Classe de risco 1 (baixo risco individual e para a comunidade): no caso de mais de uma espécie de determinado gênero ser patogênica, serão assinaladas as mais importantes, e as demais serão representadas pelo gênero seguido da denominação spp., indicando que outras espécies do gênero podem ser patogênicas.
Em relação à vacina pentavalente, disponível na rede pública de saúde e presente no calendário nacional de vacinação da criança, é correto afirmar que ela oferece imunização contra
difteria, tétano, pertussis, hepatite B e Haemophilus Influenzae B.
sarampo, caxumba, rubéola, varicela e poliomielite.
difteria, tétano, pertussis, varicela e poliomielite.
sarampo, caxumba, rubéola, hepatite B e Haemophilus Influenzae B.
hepatite B, Haemophilus Influenzae B, varicela, meningite C e poliomielite.
A vacina pentavalente, que inclui o componente Haemophilus influenzae tipo B, desempenha um papel crucial na prevenção de doenças infecciosas em crianças. No entanto, sua administração é restrita a uma faixa etária específica, levando em consideração aspectos de eficácia, segurança e recomendações das autoridades de saúde. Com base nas diretrizes atuais de vacinação, assinale a alternativa que indica a idade máxima em que a administração da vacina pentavalente é considerada segura e sem contraindicações.
5 anos de idade.
7 anos de idade.
8 anos de idade.
6 anos de idade.
Com relação a Vacina contra difteria, tétano, pertussis, hepatite B (recombinante) e Haemophilus influenzae b (conjugada) (Penta), marque a alternativa correta:
O esquema corresponde a três doses, administradas aos 2, aos 4 e aos 6 meses de idade, com intervalo de 60 dias entre as doses.
São necessárias doses de reforço com a vacina adsorvida difteria, tétano e pertussis (DTP), que devem ser administradas aos 12 meses e aos 5 anos de idade.
O volume a ser administrado é de 1,5 mL. A idade máxima para se administrar as vacinas com o componente pertussis de células inteiras é 6 anos, 11 meses e 29 dias.
A vacina é administrada por via subcutânea.
A vacina é conservada entre +2ºC e +8ºC (sendo ideal +5ºC), podendo ser congelada.
A partir de qual idade os imunocomprometidos podem tomar a vacina Bivalente?
6 meses.
2 anos.
11 anos.
12 anos.
18 anos.
Assinale abaixo a alternativa que apresenta os 5 componentes da vacina penta (pentavalente).
Difteria, tétano, pertussis, hepatite B e Hepadnaviridae.
Donovanose, tétano, pertussis, hepatite B e Hepadnaviridae.
Donovanose, Toxoplasma Gondii, Coqueluche, Hepadnaviridae e Haemophiluis influenzae B.
Difteria, tétano, pertussis, hepatite B e Haemophiluis influenzae B.
Assinale a alternativa que contém a vacina que garante a proteção contra hepatite B, coqueluche e tétano.
Pentavalente.
VRH.
VOPb.
DTP.
Pneumo 23.
A vacinação é a melhor estratégia para a proteção da criança contra doenças imunopreveníveis, sendo as vacinas disponibilizadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). De acordo com o Calendário Nacional de Vacinação, a vacina Pentavalente – contra difteria, tétano, coqueluche, hepatite B (recombinante) e Haemophilus influenzae B (conjugada) – deve ser administrada:
ao nascer, 2 e 4 meses, via intramuscular.
aos 2, 4 e 6 meses, via intramuscular.
aos 2, 4 e 6 meses, via subcutânea.
aos 3 e 5 meses, via intramuscular.
Em relação ao calendário vacinal vigente no Brasil, podemos inferir que a vacina pentavalente previne infecção contra um elenco de agentes bacterianos e virais, sendo os agentes causadores de:
Difteria; caxumba; pólio; sarampo; e, rubéola.
Caxumba; rubéola; dengue; pertussis; e, sarampo.
Rotavirose; hepatite B; sarampo; caxumba; e, difteria.
Difteria; tétano; coqueluche; Haemophilus influenzae B; e, hepatite B.
O tríceps é um músculo grande que apresenta três cabeças. Essas três cabeças (ventres) são denominadas de porção medial, porção lateral e porção longa. A ação desse músculo realiza a extensão do antebraço e a adução do braço.
Certo
Errado
Referente à vacina penta adsorvida difteria, tétano, pertussis, hepatite B (recombinante) e Haemophilus influenzae B (conjugada), assinale a alternativa correta.
Administrar 3 (três) doses, aos 2 (dois), 4 (quatro) e 6 (seis) meses de idade, com intervalo de 60 dias entre as doses, mínimo de 30 dias.
A via na qual deve ser administrada a vacina é a subcutânea.
A terceira dose não deverá ser administrada depois dos 6 (seis) meses de idade.
Na rotina dos serviços de saúde, a vacina está disponível para crianças de até 10 anos de idade.
A vacina está contraindicada para crianças a partir de 12 anos de idade.
A vacina pentavalente (DTP + HB + Hib), administrada no recém-nascido aos 2, 4 e 6 meses de vida, é aplicada para evitar doenças como:
poliomielite, tétano e otite média aguda causada por Streptococcus pneumoniae sorotipos 1, 4, 5, 6B, 7F, 9V, 14, 18C, 19F e 23F
difteria, tétano, coqueluche, hepatite B, meningite e outras infecções causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b
sífilis congênita, otite média, difteria, tétano e hepatite
sarampo, caxumba, tuberculose, coqueluche e rubéola
A vacina Penta deverá ser administrada:
Por via intramuscular profunda.
Exclusivamente por via oral.
Exclusivamente via sonda nasogástrica.
Exclusivamente via intradérmica.
Em neonatos via intradérmica; em crianças e adolescentes via subcutânea; e em adultos via intramuscular.