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Algumas vacinas são necessárias informar ao paciente e(ou) seu responsável quanto alguns cuidados. A vacina contra o rotavírus é aplicada em via especifica e com cuidado a ser alertado. A partir dessa informação, assinale a opção que apresenta, respectivamente, a via de aplicação dessa vacina e o principal cuidado a ser informado.
via oral e lavar bem as mãos antes e depois da troca de fralda e do descarte correto da fralda
via subcutânea e reação local com formação de pústula
via intramuscular e reação sistêmica, como febre e dor no corpo
via intradérmica e reação local com formação de pústula
via oral e reação sistêmica de enxaqueca
O monitoramento rigoroso dos prazos de aplicação de imunobiológicos na infância é atribuição da equipe de enfermagem. Em relação à vacina oral contra o rotavírus humano (atenuada), analise as assertivas abaixo e julgue-as em Verdadeiras (V) ou Falsas (F):
( ) A primeira dose deve ser administrada a partir de 1 mês e 15 dias até, no máximo, 11 meses e 29 dias de idade da criança.
( ) Caso a criança não receba a primeira dose dentro do intervalo preconizado, ela perderá a oportunidade de receber a segunda dose protetora.
( ) Se a criança regurgitar, cuspir ou vomitar logo após a vacinação oral do rotavírus, a conduta recomendada pelo Ministério da Saúde é repetir a dose imediatamente.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
V-V-V.
V-V-F.
F-V-F.
V-F-F.
F-F-F.
A microbiologia é a área da ciência que estuda os microrganismos, sua presença nos diferentes ambientes e sua interação com os seres vivos. Entre esses agentes estão os vírus, que possuem características próprias e se diferenciam dos demais microrganismos. Sobre os vírus, assinale a alternativa CORRETA.
Os vírus são organismos unicelulares capazes de crescer e se reproduzir de forma independente no ambiente.
Os vírus pertencem ao grupo dos fungos e podem ser classificados em leveduras, bolores e cogumelos.
Os vírus são agentes infecciosos muito pequenos e considerados como parasitas intracelulares obrigatórios.
Os vírus reproduzem-se por divisão celular, originando duas novas células idênticas à célula inicial.
Uma mãe levou seu filho, de 1 ano e 7 meses, à Unidade de Saúde para puericultura. Ao verificar o cartão de vacina, o profissional de saúde observou que a criança recebeu a primeira dose da vacina Rotavírus aos 03 meses de idade, mas não tomou a segunda dose. Assim, considerando o calendário vacinal relacionado a essa vacina, a conduta correta é
não aplicar a segunda dose, pois esta só pode ser administrada até 11 meses e 29 dias de vida.
aguardar a criança completar 2 anos de idade para aplicar a segunda dose, seguindo o limite etário.
reiniciar o esquema vacinal da criança com duas doses, respeitando o intervalo mínimo de 30 dias entre as doses.
aplicar a segunda dose, pois a criança ainda está dentro da faixa etária permitida (até 23 meses e 29 dias).
aplicar a segunda dose e agendar a terceira dose com intervalo mínimo de 60 dias, seguindo o limite etário.
São arboviroses urbanas causadas por mosquito, EXCETO:
Dengue.
Zika.
Rotavírus.
Chikungunya.
Considere os diferentes aspectos relacionados à administração da vacina rotavírus humano G1P[8] e assinale a alternativa correta.
O esquema básico compreende a administração de três doses (2, 4 e 6 meses), por via oral, com intervalo mínimo de quatro semanas entre elas.
Filhos de mães que vivem com HIV/Aids não podem receber a vacina.
As crianças alimentadas com fórmula só deverão ser vacinadas 30 minutos após a mamada.
Após a administração da vacina, a mãe ou o cuidador deverá aguardar, pelo menos, 30 minutos antes de oferecer qualquer alimento, inclusive o leite materno.
Em caso de regurgitação ou vômito após a administração da vacina, não é necessária a administração de nova dose.
Ao avaliar o cartão vacinal de uma criança de 3 meses e 5 dias, o enfermeiro observa que a primeira dose da vacina Rotavírus humano G1P[8] (atenuada) - VORH ainda não foi administrada. Considerando as atuais recomendações do Programa Nacional de Imunização, qual a conduta do técnico da sala de vacina:
Administrar duas doses no mesmo dia.
Adiar a primeira dose até completar 4 meses.
Administrar a primeira dose e agendar a segunda dose.
Não administrar, pois ultrapassou a idade máxima para a 1ª dose.
Vacina oral que previne diarreias graves, desidratação e complicações relacionadas:
Pneumo 10.
Rotavírus (VORH).
dT.
Meningo C.
BCG.
O Programa Nacional de Imunizações (PNI) estabelece prazos rigorosos para a vacina Oral Rotavírus Humano (VORH) visando minimizar riscos de invaginação intestinal. Caso a criança perca o prazo ideal, a idade limite absoluta e improrrogável para a administração da primeira dose desta vacina é de:
2 meses.
4 meses.
5 meses.
6 meses.
3 meses e 15 dias.
A vacina contra rotavírus (VORH) é administrada exclusivamente por:
Via intramuscular (cristais liofilizados).
Via intramuscular (solução hipertônica).
Via subcutânea (solução isotônica).
Via intradérmica (liofilizada).
Via oral (gotas).
Uma criança de 1 ano e 5 meses de idade comparece à Unidade Básica de Saúde (UBS) para atualização do cartão vacinal. O técnico de enfermagem verifica que todas as vacinas do Calendário Nacional de Vacinação estão registradas e em dia para a faixa etária, exceto a vacina rotavírus humano G1P[8], a qual consta apenas o registro da 1ª dose administrada aos 2 meses e 10 dias de idade. A mãe relata que, após a administração da primeira dose de rotavírus, a criança apresentou pequena regurgitação minutos depois, não tendo sido repetida a dose. Informa ainda que, aos 5 meses, a criança foi avaliada em serviço de urgência por episódio de dor abdominal e irritabilidade, sendo descartada intussuscepção intestinal após avaliação clínica e ultrassonografia. No momento da consulta, a criança encontra-se assintomática.
De acordo com as normas vigentes do Calendário Nacional de Vacinação (2026), a conduta CORRETA do técnico de enfermagem é:
não administrar a 2ª dose da vacina rotavírus humano, pois o esquema deveria ter sido concluído até 11 meses e 29 dias de idade.
não administrar a 2ª dose da vacina rotavírus humano, pois o esquema deveria ter sido concluído até 7 meses e 29 dias de idade.
repetir a 1ª dose da vacina rotavírus humano e reiniciar o esquema, em razão da regurgitação ocorrida após a primeira administração.
contraindicar a vacina rotavírus humano devido ao episódio prévio sugestivo de intussuscepção, ainda que o diagnóstico tenha sido descartado.
administrar a 2ª dose da vacina rotavírus humano, considerando que a criança encontra-se dentro do limite etário máximo de 23 meses e 29 dias.
O recém-nascido prematuro apresenta maior risco de contrair infecções devido a imaturidade do seu sistema imunológico. Por isso, a imunização é medida fundamental para protegê-los. Considerando o Calendário Vacinal do Brasil, ao completar 1 ano de idade, uma criança que nasceu prematura e que não possui atrasos em sua vacinação, ainda NÃO tomou a vacina contra:
Rotavírus
Febre Amarela
Hepatite A
Covid-19
Poliomielite
De acordo com a Instrução Normativa do Calendário Nacional de Vacinação 2025, sobre o esquema básico e os limites etários para a administração da vacina rotavírus humano, assinale a alternativa INCORRETA.
O esquema básico inclui 2 doses, aos 2 e aos 4 meses de idade, observando o intervalo de 60 dias, mínimo de 30 dias (em situações excepcionais).
Crianças que receberam a 1ª dose podem receber a 2ª entre 3 meses e 15 dias a 23 meses e 29 dias de idade, respeitando o intervalo mínimo de 30 dias entre as doses.
Crianças com esquema em atraso devem atualizar a situação vacinal o mais breve possível. Caso não tenham recebido a primeira dose até a idade máxima recomendada (11 meses e 29 dias de idade), perdem oportunidade de serem vacinadas.
Caso a 1ª dose não seja realizada dentro do intervalo preconizado (1 mês e 15 dias a 11 meses e 29 dias de idade), a criança deverá receber a 2ª dose para ter oportunidade de proteção.
A Vacina Rotavírus Humano G1P [8] (VRH) é indicada para a prevenção de Doenças Diarreicas Agudas (DDA) pelo rotavírus sorotipos G1. A vacina também oferece proteção cruzada contra outros sorotipos de rotavírus que não sejam G1 (G2, G3, G4 e G9). A faixa etária recomendada para a administração da VRH é de crianças até
8 meses e 29 dias de idade.
11 meses e 29 dias de idade.
23 meses e 29 dias de idade.
47 meses e 29 dias de idade.
A vacina rotavírus humano (VRH) é uma vacina de vírus vivo que ajuda a proteger contra a gastroenterite provocada pelo rotavírus, que causa vômito, diarreia e, se os sintomas persistirem, desidratação e danos a órgãos. Acerca da vacina contra o rotavírus humano, assinale a alternativa correta:
A vacina é administrada por via endovenosa (EV).
A primeira dose (D1) é administrada aos 2 meses, podendo ser realizada até 11 meses e 29 dias.
A segunda dose (D2) é administrada aos 6 meses, podendo ser realizada até 23 meses e 29 dias.
Se a criança regurgitar, cuspir ou vomitar após a vacinação, repetir a dose após meia hora.
Um quadro agudo de gastroenterite é contraindicação absoluta para administração da vacina.
Um dos recursos de proteção contra infecções é a imunização por meio de vacinas. No Brasil, o Ministério da Saúde disponibiliza uma ampla cartela de imunizantes pelo Programa Nacional de Imunização (PNI). Ao receber as pessoas na sala de vacina, o profissional precisa estar atento ao calendário e à caderneta e/ou ao cartão de vacinação do usuário, para que possa avaliar corretamente quais vacinas e doses devem ser administradas.
Nesse sentido, na avaliação da administração da vacina rotavírus humano G1P [8] (atenuada) – VRH, para uma criança com quatro meses de idade, é correto afirmar que
essa criança pode tomar a 2ª dose da vacina, pois na avaliação da caderneta verificou-se que ela tomou a 1ª dose aos dois meses de idade.
se, na administração da 2ª dose, a criança cuspir, será necessário reaplicar a dose.
essa vacina é a única que pode ser administrada diante de quadro agudo de gastroenterite, pois ela atua para a resolução desse tipo de quadro.
essa vacina só pode ser administrada a partir dos seis meses de idade.
essa vacina não faz parte do calendário, sendo administrada apenas quando há surtos.
Considerando a Instrução Normativa do Calendário Nacional de Vacinação (2024), em relação à vacina rotavírus humano, analise as assertivas a seguir e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Administrar todo o conteúdo da bisnaga, 1,5 mL, exclusivamente por via oral.
( ) Se a criança regurgitar, cuspir ou vomitar após a vacinação, a dose deve ser repetida imediatamente.
( ) O esquema básico é de três doses: aos dois, quatro e seis meses de idade.
( ) Crianças com quadro agudo de gastroenterite (vômitos, diarreia e febre), adiar a vacinação até a resolução do quadro.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
V – F – F – V.
F – F – V – V.
V – V – F – V.
F – V – V – F.
V – F – F – F.
O Rotavírus é um dos principais agentes virais causadores das doenças diarreicas agudas(DDA) e uma das mais importantes causas de diarreia grave em crianças menores de cinco anos no mundo, particularmente nos países em desenvolvimento. Algumas medidas podem prevenir a infecção por Rotavírus como a administração da vacina para rotavírus humano G1P1[8] (atenuada), sobre este tema julgue os itens a seguir e assinale a alternativa correta.
I. A dose a ser administrada é de 1,5ml por via oral.
II. A primeira dose (D1) pode ser administrada entre 1 mês e 15 dias até 11 meses e 29 dias.
III. A segunda dose (D2) pode ser administrada entre 3 meses e 15 dias até 23 meses e 29 dias.
IV. O quadro agudo de gastroenterite é uma contraindicação absoluta para administração da vacina.
Todos os itens estão corretos.
Apenas os itens I e IV estão corretos.
Apenas os itens II e III estão corretos.
Apenas os itens I, II e III estão corretos.
Apenas o item I está correto.
O rotavírus é um dos principais agentes causadores de diarreia grave em crianças menores de 5 anos de idade, sendo responsável por um elevado número de hospitalizações e óbitos em países em desenvolvimento. Para reduzir essa carga, a vacina oral de rotavírus humano foi incorporada ao Programa Nacional de Imunizações (PNI), sendo administrada exclusivamente em lactentes. Nesse contexto, a vacina contra o rotavírus humano é oferecida gratuitamente pelo SUS e tem um esquema rigoroso quanto à idade mínima e máxima para a aplicação, devido ao risco aumentado de efeitos adversos fora desse intervalo. Com base nessa informação e considerando o calendário nacional de vacinação de 2025, assinale a opção correta a respeito da vacinação contra o rotavírus humano.
A vacina contra o rotavírus deve ser iniciada ao nascer e finalizada até os 3 meses de vida.
A vacina é aplicada por via intramuscular em duas doses: aos 6 e aos 10 meses de vida.
O esquema vacinal é composto de duas doses orais, aos 2 e aos 4 meses de vida.
As crianças que completarem 7 meses de vida poderão iniciar o esquema vacinal sem restrições.
A vacina está disponível para as crianças até os 12 meses de vida, com o esquema de três doses.
Atualmente, o fenômeno da hesitação vacinal é uma realidade no Brasil, decorrente da disseminação rápida de desinformações pelos meios digitais, principalmente durante e após a pandemia de COVID-19. Dentro dessa problemática, é essencial que o profissional de enfermagem conheça as falsas contra-indicações que interferem no alcance de metas e coberturas vacinais. Nesse sentido, as falsas contra-indicações são:
crianças com história de invaginação intestinal não devem tomar vacina rotavírus (VRH).
uso de corticosteroides em crianças na dose 2mg/kg/dia por 14 dias ou mais.
reações locais em dose anterior; doença neurológica estável ou pregressa com sequela presente.
ocorrência de hipersensibilidade confirmada após recebimento de dose anterior da vacina.
hipersensibilidade ao princípio ativo ou a qualquer dos excipientes da vacina.