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A Síndrome da Morte Súbita do Lactente (SMSL) é definida como a morte súbita de um lactente com menos de um ano de idade, que permanece inexplicada após completo exame post-mortem. Apesar de algumas teorias serem propostas no sentido de esclarecer a etiologia, sua causa ainda não é completamente elucidada. Entretanto, algumas características maternas e neonatais são relacionadas ao evento. Em relação aos fatores de risco para a SMSL, assinale a alternativa CORRETA:
Porcentagem maior em crianças do sexo feminino, independente da idade gestacional e peso ao nascer, maior incidência no verão, e em crianças que dormem em decúbito dorsal.
Idade de pico no período neonatal, RN com índices de Apgar abaixo de 7, mãe com número de consultas pré natais abaixo de 6 e usuária de substâncias ilícitas.
História perinatal de índices de Apgar que indiquem sofrimento grave, abuso de substâncias e tabagismo maternos, maior incidência em crianças asiáticas e naquelas que dormem em cama compartilhada.
Maior incidência em recém-nascidos pré-termo, baixo peso ao nascer, baixos índices de Apgar, história de abuso de substâncias e tabagismo materno e cuidados pré natais inadequados.
Recém-nascidos em geral, mãe com idade avançada, índices de Apgar que indicam sofrimento moderado a grave, uso materno de substâncias ilícitas e pertecente a classe socioeconomica alta.
Segundo as Diretrizes de Estimulação Precoce - Crianças de zero a 3 anos, propostas pelo Ministério da Saúde (2016), o recém-nascido deve ter um desenvolvimento infantil que pode ser definido como um processo multidimensional e integral, que se inicia com a concepção e que engloba o crescimento físico, a maturação neurológica, o desenvolvimento comportamental, sensorial, cognitivo e de linguagem, assim como as relações sócioafetivas. É sabido que, em geral, recém-nascidos com microcefalia apresentam alterações no desenvolvimento neuropsicomotor. Assim, a estimulação precoce de bebês nascidos com microcefalia deve promover:
O programa de estimulação do desenvolvimento da criança que deve iniciar quando a criança começar a andar.
Atendimento médico da criança com microcefalia para delimitar o dano imediato e estabelecer os cuidados paliativos.
Um apoio familiar para que compreendam que o quadro da microcefalia causa problemas irreversíveis e sem possibilidade de minimização do dano.
A harmonia do desenvolvimento entre vários sistemas orgânicos funcionais (áreas: motora, sensorial, perceptiva, proprioceptiva, linguística, cognitiva, emocional e social).
No Brasil, de acordo com o Programa de assistência integrada à saúde da criança, mulher, homem, adolescente e idoso, toda unidade que preste assistência obstétrica e neonatal deve:
Ter uma política de aleitamento materno verbal que seja rotineiramente transmitida a toda a equipe de cuidados de saúde.
Incapacitar toda a equipe de cuidados de saúde nas práticas necessárias para implementar esta política.
Informar algumas as gestantes sobre os benefícios e o manejo do aleitamento materno.
Ajudar as mães a iniciar o aleitamento materno na terceira hora após o nascimento.
Não oferecer bicos artificiais ou chupetas a crianças amamentadas.
Imediatamente após o nascimento de um recém-nascido (RN) a termo, com boa vitalidade ao nascer e em condições clinicas favoráveis, alguns cuidados de rotina devem ser implementados. Nesse contexto, são considerados cuidados de rotina que devem ser realizados, EXCETO:
aspiração ativa de vias aéreas.
administração de vitamina K para prevenir sangramento, 1 mg por via intramuscular.
realização do método “Credé”, 1 gota de solução de nitrato de prata a 1% em cada olho, na primeira hora após nascimento, para prevenção da oftalmia gonocócica,.
verificação das medidas antropométricas e identificação do RN.