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Durante uma RCP avançada em adulto, o paciente evolui de assistolia para FV após dois ciclos de compressões e uso de adrenalina. A conduta mais adequada e imediata é:
Realizar desfibrilação imediata, seguida de RCP sem checar pulso.
Manter RCP por mais um ciclo completo antes de qualquer intervenção.
Administrar nova dose de adrenalina antes da desfibrilação.
Iniciar amiodarona antes do choque.
Suspender compressões até estabilização do ritmo.
Durante a verificação dos sinais vitais de um paciente adulto em repouso, o técnico de enfermagem constata uma frequência cardíaca de 115 batimentos por minuto. Considerando os parâmetros de normalidade, este achado fisiológico deve ser registrado no prontuário tecnicamente como:
eurritmia.
disrritmia.
bradicardia.
taquicardia.
normocardia.
No posto de saúde Nova Vida, o técnico de enfermagem Rafael atende um paciente de 58 anos, hipertenso e diabético, que chega com palpitações e tontura há 20 minutos. O paciente está consciente, ansioso, com frequência cardíaca irregular a 160 bpm, pressão arterial de 110/70 mmHg e saturação de oxigênio de 94% em ar ambiente. O monitor cardíaco mostra complexos QRS estreitos, frequência ventricular aproximada de 160 bpm, ondas P não visíveis e linha de base irregularmente irregular. Qual é a conduta IMEDIATA mais apropriada que Rafael deve implementar enquanto aguarda a avaliação médica?
Manter repouso, administrar oxigênio suplementar, monitorar sinais vitais e preparar acesso venoso.
Realizar manobra de Valsalva, massagem carotídea e orientar respiração profunda para reduzir frequência cardíaca.
Administrar diazepam intramuscular, aplicar compressas frias precordiais e posicionar em Trendelenburg.
Iniciar compressões torácicas, administrar adrenalina e solicitar desfibrilador externo automático imediatamente.
Durante uma RCP avançada, com via aérea avançada instalada e monitorização contínua por capnografia quantitativa, observa-se ETCO₂ persistentemente inferior a 10 mmHg, mesmo após múltiplos ciclos de compressões torácicas realizadas conforme parâmetros recomendados (frequência, profundidade e minimização de interrupções). À luz dos princípios fisiológicos da RCP e das diretrizes atuais de SVA, esse achado indica:
Hiperventilação isolada, sem repercussão hemodinâmica significativa.
Posicionamento inadequado do tubo orotraqueal, independentemente da qualidade das compressões.
Efeito deletério do uso repetido de vasopressores durante a RCP.
Baixa perfusão coronariana decorrente de débito cardíaco insuficiente, gerado pelas compressões torácicas.
Acidose metabólica compensada como principal determinante do achado.
Segundo Tamez e Silva (2017), a taquipneia transitória do recém-nascido, também conhecida como síndrome de pulmão úmido, ocorre em virtude da retenção de líquido nos pulmões do feto. Após o nascimento, quando esse líquido não é expelido totalmente dos pulmões, pode ocasionar alterações respiratórias no recém-nascido. Com relação ao tratamento da taquipneia transitória, assinale a opção correta.
Administração de oxigênio, se necessário, para manter uma PO2 arterial (80 a 100 mmHg).
Iniciar dieta imediatamente para prevenir complicações decorrentes da hipoglicemia.
Manutenção da saturação de oxigênio entre 80 a 85%.
Manutenção da temperatura nos parâmetros normais (ambiente térmico neutro), pois diminui a necessidade de oxigênio.
Administração de surfactante, preferencialmente, entre 24 a 48 horas após o nascimento.


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No atendimento ao paciente adulto, a identificação correta do ritmo cardíaco é fundamental para a escolha da intervenção elétrica adequada. De acordo com o suporte avançado de vida em cardiologia, a cardioversão sincronizada está indicada em qual das situações abaixo?
Assistolia.
Fibrilação ventricular.
Taquiarritmia instável com pulso.
Parada cardiorrespiratória sem ritmo organizado.
Bradicardia assintomática.
Durante a avaliação de um paciente, ao verificar a frequência cardíaca na artéria radial, o Enfermeiro percebeu um padrão rítmico em que um batimento normal é seguido por um batimento mais fraco, repetindo-se de forma regular em pares.
Esse achado é característico do
pulso filiforme.
pulso dicrótico.
pulso paradoxal.
pulso alternante.
pulso bigeminado.
Ao auscultar o coração, o Auxiliar de Enfermagem utiliza o pulso da artéria carótida como referência e percebe que uma das bulhas cardíacas coincide com a pulsação sentida no pescoço. Nesse contexto, o evento que produz a bulha cardíaca coincidente com o pulso carotídeo é:
Fechamento das valvas aórtica e pulmonar.
Abertura das valvas mitral e tricúspide.
Abertura das valvas aórtica e pulmonar.
Fechamento das valvas mitral e tricúspide.
O teste do coraçãozinho, conhecido formalmente como triagem neonatal para cardiopatias congênitas críticas, é um procedimento fundamental realizado em recém-nascidos antes da alta hospitalar. Assinale a alternativa que indica o procedimento utilizado para a realização do teste.
Realização da ausculta cardíaca.
Aferição da oximetria de pulso.
Verificação da frequência cardíaca.
Realização de eletrocardiograma.
No contexto da assistência de enfermagem ao paciente em uso de digitálicos, é fundamental o monitoramento eletrocardiográfico. Diante disso, analise o eletrocardiograma apresentado a seguir:

Com base no traçado, assinale a alternativa que melhor representa o traçado eletrocardiográfico observado:
Presença de infradesnivelamento do segmento ST.
Presença de taquicardia ventricular sustentada com complexos alargados.
Presença de bloqueio atrioventricular de segundo grau (Mobitz II).
Ritmo sinusal normal, sem alterações de repolarização ventricular.
Presença de supradesnivelamento do segmento ST.


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Um paciente em parada cardiorrespiratória apresenta no monitor um ritmo organizado, porém sem pulso palpável. Qual é a classificação desse ritmo?
Fibrilação ventricular.
Atividade elétrica sem pulso.
Taquicardia ventricular sem pulso.
Assistolia.
Um paciente internado em unidade coronariana apresenta episódio de taquicardia ventricular sustentada e recebe prescrição de amiodarona intravenosa em infusão contínua após dose de ataque inicial. Durante a administração do antiarrítmico, o enfermeiro realiza monitorização hemodinâmica e eletrocardiográfica contínua devido ao risco de efeitos cardiovasculares importantes relacionados ao medicamento. Nesse contexto, o profissional de Enfermagem deve estar particularmente atento à ocorrência de:
Hipoglicemia grave associada à acidose metabólica como principais efeitos adversos imediatos.
Hipercalcemia aguda secundária ao efeito eletrolítico da medicação.
Broncoespasmo intenso decorrente de bloqueio colinérgico periférico.
Bradicardia, hipotensão arterial e prolongamento do intervalo QT no eletrocardiograma.
A função do coração é manter a circulação adequada de sangue para os tecidos do organismo. Sua eficiência como bomba muscular depende do padrão sequencial de excitação e contração coordenadas dos átrios e dos ventrículos. Esse processo ocorre devido às propriedades funcionais das células cardíacas. Assinale a alternativa que corresponde à definição de inotropismo.
Capacidade das fibras em gerar impulso elétrico espontaneamente.
Propriedades que as fibras apresentam de iniciar um potencial de ação em resposta a um estimulo adequado.
Propriedade das fibras de conduzir e transmitir um impulso elétrico de uma célula a outra.
Capacidade de responder ao estímulo elétrico com uma atividade mecânica, representada pela contração miocárdica.
Durante o acompanhamento ambulatorial, um paciente em uso contínuo de Atenolol relata alguns sintomas após o início do tratamento. O técnico de enfermagem deve estar atento aos efeitos adversos mais frequentemente associados a esse medicamento, dentre os quais se destacam:
diarreia intensa e descoloração das fezes.
bradicardia, fadiga e extremidades frias.
taquicardia, insônia e hipertensão arterial.
hiperglicemia, poliúria e sede intensa.
tosse seca persistente e angioedema.
Durante a verificação dos sinais vitais de um paciente adulto em repouso, o técnico de enfermagem percebe que a frequência cardíaca está acima de 100 batimentos por minuto (bpm).
Esse quadro é denominado
taquicardia.
bradicardia.
hipotensão.
hipertensão.
eupneia.


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A equipe de Suporte Avançado de Vida (SAV) é acionada para atender um homem de 58 anos com queixa de palpitações e dor torácica opressiva há 30 minutos. Ao ser examinado, o paciente está pálido, sudoreico, com Pressão Arterial de 80/50 mmHg, Frequência Cardíaca de 180 bpm (monitor mostra taquicardia de complexo QRS estreito e regular) e Frequência Respiratória de 24 irpm. A conduta imediata prioritária, considerando a instabilidade hemodinâmica, é:
administrar Adenosina 6 mg IV em bolus rápido, seguida de flush de solução salina, e preparar segunda dose de 12 mg se ineficaz
realizar cardioversão elétrica sincronizada imediata, iniciando com 50 a 100 Joules (bifásico), após breve sedação se o tempo permitir
administrar Amiodarona 150 mg IV infundida em 10 minutos, seguida de infusão de manutenção e reavaliar o ritmo e a pressão arterial
tentar manobras vagais (Valsalva ou massagem do seio carotídeo) enquanto se prepara acesso venoso calibroso para infusão de volume
A atuação do enfermeiro na monitorização cardíaca exige não apenas habilidade técnica, mas também sólido embasamento teórico. A avaliação clínica fundamentada nos sinais vitais, especialmente nos ritmos cardíacos, é indispensável para uma assistência eficaz e segura. Nesse contexto, o conhecimento das arritmias cardíacas assume papel crucial nos diversos níveis de atenção, uma vez que permite a identificação precoce de situações de risco iminente e favorece a tomada de decisões assertivas em conjunto com a equipe multiprofissional, promovendo, assim, uma assistência integral à saúde.
A seguir, apresentam-se cinco traçados cardíacos que devem ser analisados quanto à sua morfologia e frequência, a fim de identificar corretamente o tipo de arritmia associado a cada um, respectivamente.


Assinale a opção CORRETA, referente à sequência das arritmias apresentadas:
Fibrilação Ventricular, Assistolia, Taquicardia Ventricular, Fibrilação Atrial, Atividade Elétrica sem Pulso.
Fibrilação Ventricular, Assistolia, Taquicardia Ventricular, Flutter Atrial, Atividade Elétrica sem Pulso.
Fibrilação Ventricular, Assistolia, Taquicardia Ventricular, Taquicardia Atrial Paroxística, Atividade Elétrica sem Pulso.
Taquicardia Ventricular, Atividade Elétrica sem Pulso, Fibrilação Ventricular, Flutter Atrial, Assistolia.
Considerando-se a fisiologia cardiovascular, assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE.
A primeira bulha cardíaca (B1) está ligada ao fechamento das valvas mitral e tricúspide (valvas atrioventriculares). Ela marca o início da _______________________________.
diástole (relaxamento ventricular)
sístole (contração ventricular)
diástole (contração ventricular)
sístole (contração atrial)
Durante a Maratona de Porto Alegre, um jovem atleta sofreu um mal súbito seguido de parada cardíaca, gerando grande comoção entre corredores e profissionais de saúde. Um dos possíveis fatores envolvidos nesse tipo de ocorrência é a miocardiopatia hipertrófica (MCH), uma doença cardíaca hereditária que pode manifestar-se de forma grave. Sobre o tema, assinale a alternativa correta.
É uma doença cardíaca comum também em idosos e está diretamente relacionada ao infarto agudo do miocárdio.
Trata-se de uma condição sempre sintomática, que se manifesta precocemente com dor torácica e hipertensão arterial.
É caracterizada pela dilatação progressiva do coração, sendo comum em atletas de alto rendimento devido ao treinamento excessivo.
A morte súbita pode ser a primeira manifestação da MCH, especialmente em jovens atletas que realizam atividades físicas intensas.
O tratamento definitivo da MCH consiste sempre no transplante cardíaco precoce, independente dos sintomas.
O profissional Enfermeiro deve ter um conhecimento ampliado nas situações de urgência e emergência, pois este agravo pode acontecer nos diversos níveis de atenção (primária, secundária e terciaria). Imagine um cenário em uma unidade de saúde, em que você foi solicitado para atender uma paciente conhecida do serviço, do sexo feminino, 82 anos de idade, obesa, sedentária, portadora de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) e miocardiopatia. Paciente abordada pela equipe de saúde (Enfermeiro, Médico e Técnico em Enfermagem) em quadro de Parada Cardiorrespiratória (PCR) presenciada, com o seguinte ritmo cardíaco (figura 01):

Figura 1 - Ritmo do Eletrocardiograma (ECG).
Em consonância com as diretrizes para reanimação da American Heart Association (AHA, 2020), avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I. A equipe deve se atentar para avaliar os ritmos de PCR, considerando os ritmos chocáveis: Fibrilação Ventricular (FV), Taquicardia Ventricular sem Pulso e Atividade Elétrica Sem Pulso (AESP) e o ritmo não chocável: Assistolia.
II. Ritmo de PCR evidenciado no caso em tela é a Taquicardia Ventricular sem Pulso. Nessa situação, a equipe multiprofissional deve realizar condutas efetivas durante o atendimento à PCR, atentar para uma compressão torácica de alta qualidade, posicionamento de forma correta com os braços eretos, comprimir o tórax entre 5 e 6 cm, observar o retorno da parede do tórax e respeitar a velocidade de 100 a 120 compressões por minuto, recomenda-se a desfibrilação e o uso das drogas: adrenalina e amiodarona.
III. Ritmo de PCR do caso clínico é a Fibrilação Ventricular (FV). A equipe multiprofissional deve realizar condutas efetivas durante o atendimento à PCR, atentar para uma compressão torácica de alta qualidade. Nesse contexto, é importante o posicionamento de forma correta com os braços eretos, comprimir o tórax entre 5 e 6 cm, observar o retorno da parede do tórax e a velocidade de 100 a 120 compressões por minuto. Recomenda-se a desfibrilação e o uso de adrenalina.
IV. Ritmo de PCR evidenciado no caso clínico é a Taquicardia Ventricular sem Pulso. A equipe multiprofissional deve realizar condutas efetivas durante o atendimento à PCR, atentar para uma compressão torácica de alta qualidade, posicionamento de forma correta com os braços eretos, comprimir o tórax entre 5 e 6 cm, observar o retorno da parede do tórax e a velocidade de 100 a 120 compressões por minuto. Recomenda-se a cardioversão elétrica de forma sincronizada e o uso de adrenalina.
V. Ritmo de PCR em tela é a Taquicardia Ventricular sem Pulso. A equipe multiprofissional deve realizar condutas efetivas durante o atendimento à PCR, atentar para uma compressão torácica de alta qualidade. Nesse contexto, é importante o posicionamento de forma correta com os braços eretos, comprimir o tórax entre 5 e 6 cm, observar o retorno da parede do tórax e a velocidade de 100 a 140 compressões por minuto. Recomenda-se a desfibrilação e o uso de adrenalina e amiodarona.
A respeito dessas asserções, assinale a opção CORRETA.
Apenas as asserções I e II são verdadeiras.
As asserções I, III, IV e V são falsas.
Somente a asserção III é uma proposição verdadeira.
Todas as asserções são falsas.