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Ao aplicar o processo de enfermagem para um paciente com 58 anos, sexo masculino, com diagnóstico de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), em uso de broncodilatadores por via oral e inalatória e oxigenoterapia, o enfermeiro relacionou, entre outros itens, o seguinte diagnóstico de enfermagem: “troca de gases prejudicada relacionada com o desiquilíbrio na ventilação perfusão”.
Face a esse diagnóstico, constitui uma intervenção de enfermagem apropriada
observar a presença de efeitos colaterais dos broncodilatadores tais como: taquicardia, arritmias, excitação do sistema nervoso central, náuseas e vômitos.
administrar oxigênio seco, por cateter nasal, com fluxo de 5 a 7 litros por minuto.
monitorar a saturação de oxigênio (SpO2) por meio de oximetria de pulso, considerando que o suprimento de oxigênio está adequado, se SpO2 > 80%.
administrar oxigênio, por máscara simples, com fluxo de 3 litros por minuto.
observar sinais e sintomas indicativos de hipercapnia tais como: palidez, bradipneia, confusão mental, cianose de extremidades e arritmia cardíaca, entre outros.