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A nutrição parenteral pode ser utilizada tanto como terapia exclusiva quanto como de apoio, dependendo basicamente da capacidade fisiológica de digestão e/ou absorção de cada paciente. O técnico de enfermagem, como membro da equipe de saúde, pode ser solicitado, com supervisão do enfermeiro, para monitorar possíveis complicações que possam ocorrer durante a nutrição parenteral. Acerca desse procedimento, pode-se afirmar:
A via mais utilizada para a administração da alimentação parenteral é a periférica. Podem ser injetadas infusões de soluções hipertônicas de glicose e proteínas, vitaminas, entre outros.
A administração da nutrição parenteral pode ser realizada em até 48 horas de preparo, independentemente da forma de armazenamento, em sistema aberto e deve ser realizada por um cateter periférico separado, usando tubo conector em Y.
Nos casos de pacientes com hiperglicemia e em nutrição parenteral, deve-se monitorar o nível de glicose sanguínea a cada 12 horas.
Durante a infusão da alimentação parenteral, caso observado que ela está atrasada, conforme a prescrição médica, pode-se aumentar a velocidade da bomba de infusão, recuperando o atraso no procedimento.
O monitoramento clínico e laboratorial da nutrição parenteral é essencial, pois o desuso do trato gastrointestinal, em paciente sob uso de nutrição parenteral, pode causar septicemia gram-negativa.