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Existem vários cuidados diante a detecção e o tratamento ao paciente com risco de choque iminente. Sobre isso, assinalar a alternativa CORRETA:
Monitorar o aparecimento dos primeiros sinais de comprometimento cardíaco (por exemplo: aumento do débito cardíaco e da eliminação urinária, retorno venoso e pressão pulmonar aumentados, crepitações pulmonares, sons cardíacos B3 e B4 e taquicardia).
Sinais iniciais não devem ser priorizados, já que a síndrome da resposta inflamatória sistêmica se sobressai e pode ser de suma importância ao quadro(por exemplo: aumento da temperatura, bradicardia, taquipneia, leucocitose ou leucopenia).
Monitorar possíveis fontes de perda de líquido (por exemplo: sonda torácica, ferimento e drenagem nasogástrica, drenagem, diarreia, vômito e aumento da cintura abdominal e da circunferência das extremidades, hematêmese ou hematoquezia).
Monitorar respostas iniciais de compensação a choque(por exemplo: pressão sanguínea normal, pressão de pulsos estreitada, hipertensão ortostática leve, refil capilar levemente atrasado, pele pálida/fria avermelhada, taquipneia, náusea e vômito, sede aumentada ou fraqueza).