Diabetes Mellitus tipo 1 e tipo 2 desencadeiam uma descompensação metabólica, que, associada ao tempo de doença, pode levar ao aparecimento de complicações crônicas microvasculares, que são específicas do paciente diabético (retinopatia, nefropatia, e neuropatia periférica) e macrovasculares, que não são específicas do paciente diabético, entretanto apresentam maior risco de complicações nesses pacientes, sendo a principal causa de morbimortalidade. Quais intervenções devem fazer parte do plano de ação do enfermeiro?
Das complicações microvasculares, a retinopatia deve ser rastreada desde o diagnóstico do DM, com controle da glicemia e da neuropatia autossômica.
Implementar medidas farmacológicas e não farmacológicas para o controle da hiperglicemia, hipertensão, dislipidemia e a microalbuminúria. As medidas farmacológicas necessitam estar prescritas, as não farmacológicas vão desde o controle do peso corpóreo à mudança de estilo de vida.
Nas complicações macrovasculares, observar os sinais e sintomas de angina no peito que podem ocorrer de forma atípica na apresentação e na caracterização da dor, devido à neuropatia periférica presente nesse paciente.
Verificar a pressão arterial do paciente apenas na posição sentado, com o objetivo de flagrar um quadro de hipotensão postural.
Monitorar o peso mantendo o IMC acima de 29,9 Kg/m2.