

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Uma gestante, sem acompanhamento pré-natal e sem diagnóstico de infecção por HIV, chega à maternidade em trabalho de parto, com 4 cm de dilatação do colo uterino e bolsa amniótica íntegra. O enfermeiro realiza o teste rápido anti-HIV, cujo resultado é positivo. Diante da situação, o Ministério da Saúde recomenda:
iniciar terapia antirretroviral combinada, preferencialmente, com esquema composto por zidovidina + lamivudina + lopinavir/r.
administrar AZT por via oral, com início, de preferência, nas primeiras duas horas após o parto e orientar na adoção de práticas seguras.
que a gestante seja atendida com prioridade, de forma a iniciar o mais brevemente possível a infusão endovenosa de AZT durante o trabalho de parto.
que se proceda imediatamente o teste de “Reação de Mantoux” e, se positivo, providenciar isolamento reverso.
priorizar o parto vaginal, coletar amostra para a realização de teste de carga viral e, independentemente do resultado, iniciar imediatamente a terapia antirretroviral.