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A oxigenação extracorpórea por membrana (ECMO) é um dispositivo de assistência que tem sido utilizado mais recentemente em transplante pulmonar na assistência intraoperatória e também no tratamento da disfunção primária do enxerto. Nesses casos de perfusões especiais, é importante observar que
tanto na ECMO quando na circulação extracorpórea (CEC) convencional fica dispensada a necessidade de anticoagulação pela característica específica de situação do paciente transplantado.
a CEC convencional com reservatório de cardiotomia é a escolha ideal para casos de transplante pulmonar, uma vez que a ECMO não pode ser mantida por mais de 3 horas em funcionamento.
o uso da ECMO com circuitos revestidos por heparina como suporte intraoperatório e respiratório substituindo a CEC tem como vantagem um melhor controle sobre a reperfusão do pulmão recém-implantado.
o custo da ECMO é consideravelmente menor em relação à CEC, no entanto a CEC mostra-se vantajosa por dispensar o uso de reservatório de cardiotomia, sem necessidade de reposição volêmica agressiva.
o uso da ECMO no transplante pulmonar não é seguro como suporte intraoperatório por aumentar a taxa de complicações renais, pulmonares e de infecção associada. A CEC convencional é escolha ideal por suportar a necessidade de longas horas ou mesmo dias.