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A transmissão dos agentes causais de DST e do HIV está relacionada aos modos de interação e às crenças de diferentes grupos populacionais, além dos fatores individuais, locais e pessoais. O conceito de vulnerabilidade é empregado no tratamento, favorecendo estratégias mais efetivas de prevenção. Uma das dimensões principais de vulnerabilidade a ser considerada é:
A cultural, que se relaciona com a construção do estigma que cerca os pacientes com HIV.
O fator moral e religioso, ambos devem ser considerados e avaliados, identificando se as práticas religiosas da pessoa, entre outros fatores, identificam assim ações que devem ser colocadas em prática durante o tratamento.
A Política, que faz relação com os programas estabelecidos pelo Ministério da Saúde voltados para a prevenção das DST e aids.
A comunitária, que diz respeito à população da zona de risco que está em contato com infecção dos agentes causais.
A institucional, relacionada à ausência de políticas públicas que tenham por objetivo o controle da epidemia em grupos populacionais e/ou em localidades, envolvendo instituições governamentais, não governamentais e a sociedade civil, buscando a integração desses serviços na promoção da saúde do indivíduo.