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O aleitamento materno é a mais sábia estratégia natural de vínculo, afeto, proteção e nutrição para a criança e constitui a mais sensível, econômica e eficaz intervenção para redução da morbimortalidade infantil (BRASIL, 2015). Atualmente, a recomendação é que a criança seja amamentada já na primeira hora de vida e por 2 anos ou mais. Nos primeiros 6 meses, a recomendação é que ela receba somente leite materno (amamentação exclusiva) (BRASIL, 2019).
Sobre amamentação, existem estratégias que podem prevenir problemas, práticas que podem facilitar, mas também práticas que podem prejudicar o aleitamento materno. Cabe aos profissionais de saúde saber identificar as situações para que possam orientar, quando necessário. Nesse contexto, qual alternativa a seguir contém a definição CORRETA aplicada às situações referentes à amamentação que foram apresentadas?
Dor ao amamentar: É comum e indica que a pega está como deveria. O bebê deve permanecer no peito e, caso precise retirar, basta afastá-lo da mama, fazendo com que ele largue o peito rapidamente.
Período da “descida do leite” ou apojadura: Nesse período, a produção de leite diminui e, geralmente, a mãe produz menos leite do que o bebê precisa. É muito comum as mamas ficarem vazias, confortáveis, facilitando a pega. Com a apojadura, a mãe fica com a mama mais macia e o bebê mama com mais facilidade.
Posição e pega adequadas: Existem diversas posições. Mãe e bebê devem se sentir confortáveis, com o corpo da criança virado para o corpo da mãe, com a cabeça e o corpo da criança alinhados, e nunca com o pescoço torcido. É importante apoiar bem o bebê, colocando o rosto da criança perto e de frente para a mama.
Passagem do bebê de uma mama para a outra: É importante que a mãe alterne as mamas com frequência. Antes que o bebê retire muito leite de uma mama e que ela fique bem macia, a mãe deve mudar.
Frequência das mamadas: Estabelecer horários para as mamadas (demanda programada). Para atender as necessidades da mãe, recomenda-se que a amamentação ocorra sempre que ela puder ou quiser, com horários pré-definidos, e durante o dia. Mas a mãe pode, também, esperar a criança chorar para dar de mamar.