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Ao contrário do que normalmente acontece com adultos, a parada cardiorrespiratória na criança não decorre de uma causa cardíaca primária (morte súbita), salvo em menos de 10% dos casos. Normalmente a PCR é secundária a problemas respiratórios, ocorre em ritmo de assistolia e tem pobre prognóstico. Acerca deste tema podemos afirmar que:
A verificação do pulso em bebês deve ser realizada na região femoral e em crianças o pulso braquial é o recomendado.
Constata-se a PCR em crianças quando a vítima está irresponsiva, em apnéia ou gasping associada a ausência de pulso, ou frequência cardíaca menor que 40 batimentos.
A velocidade das compressões é de 110 a 120 compressões por minuto com uma profundidade de 1/3 do diâmetro anteroposterior do tórax.
Recomenda-se a técnica de compressão dos dois dedos ou a dos dois polegares com a mão abraçando o tórax em bebês.
Nas situações de PCR com ritmo chocável a carga de desfibrilação inicial é de 4 a 8 J/Kg, e a dose máxima de 10J/Kg.