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O tomateiro (Lycopersicon esculentum) é uma das culturas olerácea de maior disseminação no mundo. Em contrapartida, é uma cultura de grande complexidade, do ponto de vista agronômico e de tão elevado risco econômico (Filgueira, 2008). Em relação à cultura do tomateiro é incorreto afirmar:
As cultivares de tomates estão agrupadas em tomate mesa ou mercado e para industrialização. No grupo das cultivares para mercado há os sub-grupos Santa Cruz, Salada, Cereja e Italiano. No grupo industrialização pode-se citar as cultivares IPA 5, IPA 6, Redenção.
Na cultura do tomateiro as temperaturas elevadas podem favorecer a formação de pigmento amarelo (caroteno), razão pela qual em regiões quentes produzem frutos amarelos. Para os frutos apresentarem, quando maduros, coloração vermelha intensa, é necessário que se desenvolva sob temperaturas amenas durante o dia e menores durante a noite.
“Longa vida” tem sido o termo utilizado para designar grupos de tomateiros que conseguem permanecer por maior tempo em produção, ou seja, são cultivares de ciclos produtivos mais longo.
A flutuação do teor de água no solo ocasionam variações na turgescência, provocando rachaduras radiais e concêntricas nos frutos.