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No que se refere ao processo de mergulhia na propagação de mudas em fruticultura (Figuras 1 a 3), assinalar a alternativa CORRETA:

(Fonte: Fruticultura: Fundamentos e Práticas.)
Em fruticultura, a obtenção de mudas por meio de mergulhia é restrita a alguns casos, como o morangueiro, cujas mudas são obtidas por estolões, a bananeira por rizomas e o abacaxizeiro por rebentos.
A muda a ser formada só é separada da planta-mãe após ter formado um sistema radicular próprio. Existem diversas formas de propagar plantas por mergulhia, porém as mais utilizadas são a mergulhia contínua e a mergulhia de cepa, muito utilizada na cultura da macieira e pereira para obtenção de porta-enxertos clonais.
A mergulhia é realizada quando as mudas, obtidas através de sementes ou partes vegetativas, atingirem o diâmetro de um lápis ou mais e é realizada a uma altura de 5 a 25cm do solo.
Mergulhia é a retirada da muda do viveiro para o local definitivo. A época de realização da mergulhia está ligada à biologia da planta e ao tipo de muda utilizada. Para mudas de plantas de folhas caducas que, geralmente, são comercializadas na forma de raiz nua, a mergulhia é feita no período de inverno, o que coincide com a menor atividade fisiológica. Já nas plantas de folhas persistentes, normalmente comercializadas na forma de torrão, a mergulhia pode ser realizada em qualquer época do ano, porém realiza-se, de preferência, no início da atividade vegetativa.