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Em um experimento realizado no Cerrado de Roraima, buscou-se avaliar um método de inoculação de Bradyhizobium em soja, por meio de pulverização em cobertura. O estudo foi conduzido de forma a avaliar: i) controle sem inoculação; ii) adubação com 200 kg ha-1 sem inoculação; iii) inoculação padrão (IP); e iv) inoculação em cobertura (IC), com o triplo da dose utilizada no padrão, 18 dias após a emergência (DAE) das plantas.
Tabela – Número de nódulos em 35 dias após a emergência, rendimento e nitrogênio acumulado nos grãos.
Tratamento | Nódulos | Rendimento (kg ha−1) | N acumulado (kg ha−1) |
Controle | 2,0 c | 1858 c | 105,1 b |
Nitrogenado | 2,7 c | 3218 ab | 180,3 a |
IP | 30,0 a | 3680 a | 210,9 a |
IC | 14,6 b | 2946 b | 174,1 a |
CV(%) | 20,6 | 12 | 13,8 |
Fonte: Zilli, J.E. et al. (2008); Obs (*): médias seguidas por letras iguais, nas colunas, não diferem entre si (Tukey, 5%); o número de nódulos foi transformado para raiz quadrada.
Com base nos resultados do experimento da tabela, assinale a afirmativa correta.
O número de nódulos foi significativamente menor na inoculação em cobertura em relação ao controle.
A inoculação em cobertura não se apresenta como método complementar, para situações emergenciais em que ocorrer falha na nodulação e deficiência de N.
A inoculação em cobertura aumentou a nodulação, proporcionando produtividade e acúmulo de N estatisticamente superior ao tratamento nitrogenado.
A diferença entre a fertilização nitrogenada e a inoculação padrão reside apenas nos custos econômicos mais elevados no primeiro caso.
A inoculação por pulverização em cobertura não deve ser uma prática para substituir a inoculação tradicional nas sementes.