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Sabe-se que o setor de produção agrícola exige condições necessárias e qualidade satisfatória para atender aos padrões de mercado. A obtenção de um produto agrícola com qualidade e sem contaminação depende de tecnologia que permita a maximização do potencial produtivo das lavouras associado à redução de perdas provocadas por agentes de danos, tais como plantas daninhas, insetos e doenças. São considerados benefícios das espécies daninhas, EXCETO:
São usadas na alimentação humana e/ou animal o Amaranthus spp., Merremia spp., Trifolium spp., Lolium multiflorum. No caso do Amaranthus spp. Tem-se plantações para colheita de grãos, sendo, portanto, nesse caso, uma planta cultivada.
Possuem importância tanto econômica quanto social, pois contribuem para aumento dos reflexos sociais e ambientais. As plantas daninhas são consideradas potenciais hospedeiras de pragas, doenças, sendo alvo e fonte de inóculo desses organismos em culturas de interesse comercial.
Sua presença beneficia processo de uso em ornamental das espécies como Ipomoea spp. e Merremia spp. que são usadas como trepadeiras ou na farmacologia. Muitas plantas daninhas apresentam propriedades medicinais, como Senecio brasiliensis, Ricinus communis, Momocardia charantia, Lepidium virginicum, Senna obtusifolia, dentre outras.
A presença como cobertura vegetal contribui para benéficos, pois melhora a estruturação do solo, mantém a umidade e evita a perda de água por evaporação, diminuindo o potencial de escorrimento superficial e reduzindo a erosão. As plantas daninhas podem hospedar inimigos naturais de alguma praga ou patógeno da cultura de interesse, favorecendo o controle biológico natural.