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No manejo integrado de doenças foliares de fim de ciclo em soja, a utilização de diversas práticas culturais e químicas é recomendada para reduzir a incidência de patógenos como a mancha parda (Septoria glycines) e o crestamento foliar (Cercospora kikuchii). Com base nas informações sobre essas práticas, é correto afirmar que:
A aplicação de fungicidas é recomendada apenas no estádio R6 (grão cheio), quando a soja já atingiu a maturidade fisiológica.
A rotação de culturas com espécies suscetíveis às mesmas doenças é considerada eficaz no manejo de doenças de fim de ciclo, pois os patógenos obrigatórios perecem com a remoção das plantas hospedeiras ao final do cultivo.
O tratamento químico das sementes combinado com a rotação de culturas como milho ou milheto, é uma estratégia para reduzir a incidência de doenças foliares.
As doenças de fim de ciclo não são influenciadas por condições climáticas, tornando o manejo mais previsível.
O excesso de nitrogênio durante a fase de granação pode ser utilizado para reforçar a resistência da soja a patógenos de fim de ciclo, como parte das estratégias de manejo integrado de doenças foliares.