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Um requisito para a manutenção da vida na biosfera é a fixação de CO2 da atmosfera em esqueletos de compostos orgânicos que são compatíveis com as necessidades da célula. A rota autotrófica de fixação do CO2 predominante é o ciclo de Calvin-Benson, encontrado em muitos procariotos e em todos os eucariotos fotossintetizantes, das algas mais primitivas até a angiospermas mais avançadas, chamadas de plantas C3. Há outras, as chamadas C4 e CAM (Metabolismo Ácido das Crassuláceas), plantas terrestres que desenvolveram mecanismos de concentração de carbono para aumentar a concentração de CO2 no sítio de carboxilação da rubisco. Com relação às plantas C3, C4 e CAM, assinale a alternativa CORRETA:
As plantas C4 possuem o primeiro intermediário estável, o 3-fosfoglicerato, de quatro carbonos, sendo estas plantas referidas como C4.
O ciclo das plantas C3 possui 3 fases, sendo uma delas a fase de carboxilação, a qual produz o seu primeiro intermediário estável, a Ribulose-1,5-bifosfato.
O ciclo das C3 tem sido associado a uma estrutura especial da folha, chamada de anatomia Kranz, a qual apresenta um anel interno de células da bainha ao redor de tecidos vasculares e uma camada externa de células do mesófilo.
Em todas as plantas CAM, a captura inicial de CO2 em ácidos de quatro carbonos ocorre durante o dia, e a posterior incorporação do CO2 em esqueletos de carbono ocorre durante a noite. O oxaloacetato formado é, então, convertido para malato, o qual se acumula nos vacúolos.
No ciclo das C4, a enzima fosfoenolpiruvato carboxilase (PEPCase), em vez da rubisco, utiliza como substrato o HCO3 - , que não compete com O2 produzindo oxaloacetato.