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De acordo com Wendt (2021), a reivindicação chinesa pela redução no padrão de teor de umidade máximo admitido de 14% para a comercialização de grãos de soja para até 13%, trouxe preocupações. A umidade do produto tem, dentre outros, impacto direto sobre o peso e interfere também no volume. A redução dessa variável acarreta redução de peso e algum impacto sobre o volume dos grãos. No entanto, essa redução é positiva em alguns aspectos. Assinale a alternativa que justifica a preocupação do vendedor:
A redução no teor de umidade traz consigo uma série de impactos benéficos sobre a conservação e manutenção dos índices de qualidade dos grãos, o que resulta em vantagem tanto para o comprador quanto para o vendedor, que disponibilizará um grão mais saudável e nutritivo, consequentemente de maior valor agregado.
Serão necessárias mais unidades de grãos para atingir um determinado volume em m³, ao passo que será necessário também um maior volume em m³ de grãos para obter o mesmo peso em toneladas.
Com teores de umidade abaixo de 14% a respiração dos grãos diminui significativamente, contribuindo assim para a melhor conservação da massa de grãos.
Teores de umidade acima de 14% elevam drasticamente o metabolismo dos grãos, acelerando processos de deterioração, enquanto teores de umidade até 13% reduzem a atividade metabólica a níveis bastante discretos, proporcionando melhor conservação e manutenção dos índices de qualidade dos grãos.
A respiração (ou atividade metabólica) dos grãos tem impacto direto sobre a conservação do produto durante a armazenagem. Quanto maior a atividade metabólica dos grãos, maior o calor gerado, maior a liberação de CO2, e maior a quantidade de água (umidade) liberada para a massa de grãos, o que acelerará ainda mais o metabolismo, culminando na deterioração do produto.