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O GPS é um sistema de abrangência global, que tem facilitado as atividades que necessitam de posicionamento, fazendo que algumas concepções antigas possam ser postas em prática. Um exemplo disso é o desenvolvimento da agricultura de precisão, um conceito estabelecido por volta de 1929, que só agora tem sido posto em prática, graças à integração de diversas geotecnologias, incluindo o GPS.
Nos trabalhos de topografia, as medições de ângulos verticais podem ter duas finalidades: calcular a distância horizontal correspondente à distância medida na inclinação do terreno e realizar o cálculo trigonométrico da diferença de nível entre dois ou mais pontos topográficos.
Por meio de técnicas de sensoriamento remoto, são obtidas imagens de satélite, que constituem produtos muito utilizados nas atividades de geoprocessamento, pois permitem tratamentos que mostram boa representação das feições da superfície terrestre.
Os produtos de sensores remotos, tais como imagens de satélite e fotografias aéreas, representam a superfície terrestre em escala real, facilitando as atividades de geoprocessamento.
Em um SIG, superfícies de densidade são criadas como camadas do tipo raster ou matricial, em que cada pixel da camada contém um valor de densidade calculado pelo SIG.
O banco de dados é uma parte fundamental de um SIG.
Com referência a geoprocessamento e sistemas sensores, julgue os itens seguintes.
O sistema DGPS - GPS diferencial - é caracterizado pela utilização de receptores de 12 ou 24 freqüências, o que possibilita, por meio da diferença entre as freqüências, a obtenção de maior grau de precisão no posicionamento.Todos os pontos na superfície terrestre podem ser localizados por linhas de referência — meridianos e paralelos. Os paralelos correspondem às linhas norte-sul que contêm o zênite de um lugar, quando o Sol se posiciona no ponto mais alto da sua trajetória.
Os erros na determinação de pontos GPS, entre outros fatores, são causados por modificações dos sinais de rádio, quando estes atravessam a atmosfera e também devido à precisão dos relógios dos receptores.
O GPS é um sistema de radionavegação por satélites que permite o posicionamento apenas bidimensional de pontos em terra, mar ou ar.
2. As cartas topográficas produzidas pelo Departamento de Serviço Geográfico (DSG) e Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) são elaboradas em projeção Universal Transversa de Mercator, que estabelece um sistema de coordenadas plano-retangular com eixo X (N: norte) e Y (E: este) ortogonais entre si.
Para se determinar qual é o melhor sistema de explotação aplicável, que provoque um desenvolvimento ordenado do recurso florestal visando a sua sustentabilidade, são requisitos essenciais:
Conhecimento da dinâmica da sucessão natural, do inventário florestal e das características edáficas.
Utilização racional da biomassa e abertura controlada de acessos.
Domínio das técnicas de desbaste sistemático e seletivo e conhecimento das condições climáticas.
Levantamento topográfico da área e inventário qualitativo das espécies encontradas.
Para se obter medidas de áreas das propriedades rurais, cadastro e dados planialtimétricos, deve-se usar o modo de posicionamento absoluto.
No sistema geodésico, o datum horizontal é a base para o levantamento altimétrico e o datum vertical é a referência para os levantamentos planimétricos.
A toda representação cartográfica pode ou não estar relacionado um tipo ou sistema de projeção.
A nomenclatura SF 23-Z-D-VI, resultante do desdobramento da Carta Internacional ao Milionésimo, identifica uma carta na escala de 1:50.000.
As coordenadas terrestres são obtidas considerando-se a superfície terrestre como correspondente à superfície de um plano ou simplesmente de um sistema cartesiano XYZ.
A escala 1:75.000 do mapa geomorfológico da tabela II mostra uma relação em que 1 cm medido no mapa equivale a 75 m no terreno.
As cartas topográficas são elaboradas tendo como ponto de partida as fotos aéreas, porque as fotos originalmente retratam a informação do terreno a partir de um sistema de projeção ortogonal.