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A hidrologia de uma região é determinada pela sua meteorologia e por fatores físicos, tais como geologia, topografia e vegetação. Assim, as ações do homem sobre o meio são incapazes de mudar os processos hidrológicos regionais.
As detenções são reservatórios urbanos mantidos secos que se transformarão em bacias hidrográficas detentoras da inundação.
O ciclo hidrológico é parte central da hidrologia. O ciclo não tem começo nem fim e seus vários processos ocorrem continuamente.
O procedimento de escoar a água precipitada o mais rápido possível, adotado no Brasil, foi praticado nos países desenvolvidos desde o início da década de 70 do século XX.
O balanço entre entradas e saídas de água no sistema ilustrado na figura acima pode ser realizado a partir da equação hidrológica. Os dados para alimentar a equação são, em grande parte, obtidos de estações climatológicas.
A evapotranspiração potencial anual de regiões semi-áridas, como o sertão nordestino, é freqüentemente maior que a precipitação anual. O mesmo, entretanto, não ocorre com a evapotranspiração real.
O mapa de isoietas de uma bacia hidrográfica representa a distribuição das variações das alturas pluviométricas e para sua confecção são consideradas apenas as estações situadas no interior da bacia.
A curva-chave de uma seção de um rio é uma função útil, pois permite obter a vazão do rio em função da profundidade da água.
Dados sobre a geometria da seção de escoamento de um rio permitem calcular o raio hidráulico dessa seção.
Para evitar problemas de congelamento a baixas temperaturas, o termômetro de mínima usa óleo mineral em vez de mercúrio.
A unidade de precipitação pluviométrica (mm) corresponde a um volume de 1 L de água por 0,1 m2 de área.
As variáveis normalmente medidas pelos serviços hidrológicos são P (precipitação) e S (armazenamento de água no solo).
Um dos fatores responsáveis pela deposição de sedimentos é a velocidade de escoamento do rio.
No caso de haver problemas com o termômetro de máxima de uma estação, o termômetro de bulbo seco do psicrômetro pode fornecer a temperatura atual.
O ciclo hidrológico representa um circuito fechado independentemente da escala de observação.
a chuva crítica é aquela que possui duração igual ao tempo de concentração da bacia.
o tempo de concentração é a soma dos tempos de entrada e de percurso; o tempo de entrada é o tempo decorrido entre o início da chuva e a formação do escoamento superficial (e a sua entrada na extremidade de montante do conduto).
o coeficiente de deflúvio é a relação entre o volume de água escoado e o volume precipitado em uma superfície de terreno
quanto à determinação da intensidade de chuva crítica, utiliza-se o conceito de período de retorno, cujo valor é diretamente proporcional ao risco de inundação e falha do sistema de drenagem
o Método Racional é particularmente aplicável para os casos de pequenas bacias urbanas, com áreas de drenagem inferiores a 2,5 Km2
O hidrograma é uma ferramenta importante para o estudo da disponibilidade de água e para monitorar as respostas hidrológicas a mudanças no uso do solo. A fase de ascensão do hidrograma reflete as características fisiográficas da bacia, enquanto a fase da recessão reflete características da precipitação.
O método "Racional" tem sido indicado para o cálculo de deflúvio nos projetos de drenagem e é representado pela seguinte fórmula: Q = C x I x A, onde Q é a descarga em l/s, C é o coeficiente de deflúvio, I é a intensidade de precipitação em mm/h e A é a área de contribuição em m2. Para cálculo da intensidade de precipitação em pequenas áreas urbanas, recomendase adotar o tempo de duração da chuva igual ao tempo de concentração. A definição que melhor se aplica à expressão tempo de concentração é o intervalo de tempo:
ocorrido entre duas chuvas consecutivas de mesma intensidade;
ocorrido entre o início e o final de uma precipitação;
mínimo de duração de uma precipitação de determinada intensidade;
ocorrido entre o início de uma precipitação, até que toda bacia passe a contribuir para a seção considerada;
máximo de duração de uma precipitação de determinada intensidade.
Aplicando o Método Racional, calcule o deflúvio resultante de uma tormenta de intensidade de 140 mm/h ocorrida em uma área de 2 ha, sabendo-se que a taxa de infiltração de água no solo é de 40%. A expressão utilizada é Q = C x I x A, onde Q = vazão em m3/s; C = coeficiente de escoamento superficial da bacia (admensional); I = intensidade média de precipitação sobre a área da bacia, com duração igual ao tempo de concentração (m3/(s x ha); A = área da bacia hidrográfica (ha). Após o cálculo, a resposta a que se chegará é:
180l/s;
312 l/s;
233 l/s;
155 l/s;
468 l/s.