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A neve acumulada na porção de relevo elevado contribui, por meio do escoamento superficial direto, para alimentar o oceano.
A infiltração é controlada, entre outros fatores, pelo tipo, textura e estrutura dos solos, pela declividade do terreno e pela ocupação da bacia.
Com a expansão dos centros urbanos, a intensificação da industrialização e a ampliação da agricultura irrigada nos últimos anos, é crescente a demanda de água, quer para o consumo direto ou para a utilização em diversas fases da produção, ou ainda para usos não consuntivos (lazer e paisagismo), acirrando a competição pela água. Nesse sentido, o segundo princípio da Lei Federal n.º 9.433/97 — o uso múltiplo dos recursos hídricos — surgiu como um dispositivo legal para minimizar os conflitos entre os diversos setores usuários da água ou mesmo entre usuários do mesmo segmento.
Com o aumento da urbanização, em geral, observa-se um aumento de até três vezes das vazões máximas.
O impacto da urbanização sobre a drenagem urbana reflete-se intensamente no pico de vazão de cheia, dependendo da porcentagem de área urbanizada e da porcentagem de área servida por obras de drenagem urbana.
A maneira mais simples e rápida de estimar a precipitação média em uma bacia hidrográfica é calcular a média aritmética das leituras dos pluviômetros espalhados na área. Se os pluviômetros estiverem mal distribuídos, a média não será representativa.
Denomina-se hidrograma o gráfico que acumula o volume de chuva precipitada em uma bacia ao longo do tempo.
A evaporação real pode ser calculada a partir da radiação solar, da velocidade do vento e da umidade relativa do ar.
Clima é freqüentemente usado como sinônimo de tempo, entretanto eles são processos de escalas temporais distintas.
O balanço hídrico mensal em uma bacia hidrográfica pode ser explicado pela seguinte equação: P = D + EVT ± S, em que P é a precipitação, D é o deflúvio no rio, EVT é a evapotranspiração, e S é o armazenamento de água no solo.
Uma bacia hidrográfica pode ser delimitada a partir de um mapa planialtimétrico de uma região.
Os impactos qualitativos são inúmeros e variáveis e têm conseqüências ecológicas, econômicas e sociais e na saúde humana. São causados por descarga de fontes difusas e pontuais de nitrogênio e fósforo nos rios, lagos e represas, a partir de esgotos não-tratados e de usos de fertilizantes.
A vazão específica de uma bacia está relacionada com a área dessa bacia.
No processo de planejamento e gestão de recursos hídricos, é útil a divisão de terras em bacias hidrográficas, em vez de divisões administrativas municipais, pois a primeira permite a incorporação dos processos hidrológicos.
O bom funcionamento de uma bacia de retenção diminui significativamente o volume total de água escoada.
A velocidade do vento aumenta linearmente com a altura, a partir do nível do solo.
No pluviógrafo de cubas basculantes, a rotação do braço basculante deve-se à diferença entre os torques exercidos pela força peso em cada braço.
Em um rio intermitente, a vazão mínima é zero nos períodos de recessão das chuvas.
Fazem parte das principais medidas sustentáveis na fonte a detenção de lote que controla a vazão máxima, o uso de áreas de infiltração para receber águas de áreas impermeáveis e os pavimentos permeáveis. Essas duas últimas medidas contribuem na diminuição dos impactos da poluição.