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O gerenciamento financeiro de obras exige do engenheiro a capacidade de acompanhar a ev...

O gerenciamento financeiro de obras exige do engenheiro a capacidade de acompanhar a evolução dos serviços contratados, controlar os desembolsos mensais do contratante e verificar a aderência entre o cronograma físico previsto e o avanço real da obra. O faturamento sob medição efetiva reflete o valor pago mensalmente em função do percentual executado de cada serviço no período, sendo ferramenta central no controle de fluxo de caixa de empreendimentos de construção civil.


Três serviços — P, Q e R — integram um contrato de obra com prazo total de execução de 5 meses. Os valores contratuais são, respectivamente: R$ 2.400.000,00, R$ 1.800.000,00 e R$ 3.000.000,00.


O cronograma físico previsto indica:


• Serviço P: executado nos quatro primeiros meses, com 20%, 35%, 30% e 15%, respectivamente;

• Serviço Q: executado do 2º ao 5º mês, com 30%, 40%, 20% e 10%, respectivamente;

• Serviço R: executado nos três meses centrais (2º, 3º e 4º), com 25%, 50% e 25%, respectivamente.


Considerando faturamento mensal sob medição efetiva, os desembolsos mensais do contratante ao longo dos cinco meses são, nesta ordem:


A

R$ 480 mil; R$ 2.130 mil; R$ 2.940 mil; R$ 1.470 mil; R$ 180 mil.


B

R$ 480 mil; R$ 1.980 mil; R$ 2.940 mil; R$ 1.620 mil; R$ 180 mil.


C

R$ 600 mil; R$ 2.130 mil; R$ 2.760 mil; R$ 1.470 mil; R$ 240 mil.


D

R$ 480 mil; R$ 2.250 mil; R$ 2.820 mil; R$ 1.350 mil; R$ 300 mil.


E

R$ 360 mil; R$ 2.130 mil; R$ 3.060 mil; R$ 1.470 mil; R$ 180 mil.