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A maleabilidade, uma das propriedades que caracterizam um metal, pode ser atribuída ao deslizamento dos planos presentes na estrutura cristalina.
Certo
Errado

A apresenta a maior rigidez e o maior coeficiente de dilatação térmica.
A apresenta a maior rigidez e a menor ductilidade.
B apresenta a maior resistência mecânica e a menor ductilidade.
C apresenta a menor resistência mecânica e o menor coeficiente de dilatação térmica.
C é o material mais rígido e de maior coeficiente de dilatação térmica.
O revestimento inferior externo ou escudo térmico utilizado nos ônibus espaciais americanos (Endeavour e Discovery) é constituído por um conjunto de blocos montados na parte inferior destas naves. Estes blocos são produzidos com material
cerâmico maciço com elevada resistência mecânica e baixo coeficiente de dilatação térmica.
cerâmico poroso com elevada condutividade térmica e baixo coeficiente de dilatação térmica.
metálico poroso de elevada massa atômica e elevada resistência ao calor.
metálico maciço de baixa densidade e elevada resistência ao calor.
cerâmico poroso com baixa condutividade térmica e baixo coeficiente de dilatação térmica.

B apresenta menor temperatura de fusão e maior rigidez que o material A.
B apresenta maior temperatura de fusão e menor coeficiente de dilatação térmica que o material A.
B apresenta maior resistência mecânica e maior rigidez que o material A.
B apresenta maior resistência mecânica e maior coeficiente de dilatação térmica que o material A.
A apresenta menor resistência mecânica e maior coeficiente de dilatação térmica que o material B.
O processo de deformação a frio (encruamento) aplicado em metais e ligas metálicas promove alterações nas propriedades do material encruado e apresenta maior
densidade e maior ductilidade que um material recozido.
resistência mecânica e menor tenacidade que um material recozido.
resistência mecânica e maior condutividade elétrica que um material recozido.
tenacidade e menor condutividade elétrica que um material recozido.
densidade e maior condutividade elétrica que um material recozido.
A presença de lacunas na microestrutura dos materiais metálicos tem efeito sobre os processos de
endurecimento por meio de solução sólida e no de deformação plástica.
compactação e de sinterização de pós-metálicos e no de deformação elástica.
recuperação e de recristalização de microestruturas encruadas e no de deformação plástica.
difusão no estado sólido e no de deformação plástica por fluência.
magnetização e de desmagnetização dos metais e nos de compactação e de sinterização de pós-metálicos.

difusão da Ag é intersticial e a energia de ativação da reta A é superior a B.
difusão da Ag é substitucional e a energia de ativação da reta A é superior a B.
reta A representa a difusão da Ag ao longo dos contornos de grão e sua energia de ativação é maior que B.
reta B representa a difusão da Ag ao longo dos contornos de grão e sua energia de ativação é maior que A.
reta B representa a difusão da Ag pelos reticulados do Au e sua energia de ativação é maior que A.
Com relação aos processos de conformação mecânica e o desempenho dos materiais de engenharia, é correto afirmar que
os materiais poliméricos de engenharia são termofixos e podem ser processados por diversos processos que envolvam a fusão e a conformação destes materiais.
os materiais cerâmicos de engenharia são produzidos pela secagem de uma lama cerâmica à base de água (barbotina) que é vazada em um molde metálico cuja cavidade determina a forma final da peça.
ligas metálicas forjadas são caracterizadas pela elevada sanidade interna, elevada rigidez e elevada resistência mecânica.
a produção de metais como o tungstênio (W) e o ósmio (Os) envolve a elaboração de pós-metálicos, prensagem, sinterização e a conformação mecânica para a obtenção da forma final.
as ligas de alumínio fundidas pelo processo de alta pressão (fundição por injeção) são caracterizadas pela elevada sanidade interna e baixa rugosidade superficial.

A apresenta teor de carbono inferior ao B e sua microestrutura é constituída por martensita e bainita.
A apresenta teor de carbono superior ao B e sua temperabilidade é superior a do B.
B apresenta maior teor de elementos de liga e sua microestrutura é constituída por martensita e bainita.
B apresenta maior teor de carbono e sua microestrutura é constituída por martensita e bainita.
A e o B apresentam o mesmo teor de carbono, mas a temperabilidade do A é superior a do B.

A apresenta maior regime de fratura dúctil e maior temperatura de transição que o B.
B apresenta maior regime de fratura dúctil e maior temperatura de transição que o A.
A apresenta menor regime de fratura frágil e menor temperatura de transição que o B.
A apresenta maior regime de fratura frágil e menor temperatura de transição que o B.
A e o B apresentam o mesmo regime de fratura frágil, mas a temperatura de transição do A é inferior a do B.
Os silicatos são materiais compostos principalmente por silício e oxigênio, os dois elementos mais abundantes na crosta terrestre. Para caracterizar a estrutura cristalina desses materiais, são utilizados arranjos em forma de tetraedros, nos quais cada átomo de silício está ligado a quatro átomos de oxigênio, localizados nos vértices do tetraedro, enquanto o átomo de silício está posicionado no centro do tetraedro. Quimicamente, o material mais simples à base de silicato é o dióxido de silício ou sílica (SiO2). Existem três formas cristalinas polimórficas principais para a sílica. Uma delas é a(o)
caolinita.
mica.
perovskita.
quartzo.
talco.
Quando resfriados lentamente, os aços-carbono comuns possuem diferenças em suas microestruturas, devido aos teores de carbono presentes em suas composições. A diferença entre a microestrutura de um aço com teor elevado de carbono, superior a 0,8%, e a de um aço com baixo teor de carbono, ambos na temperatura ambiente, é a formação da fase
eutetoide que, no aço com teor elevado de carbono, é a ferrita eutetoide e, no aço com baixo teor de carbono, é a ferrita proeutetoide.
eutetoide que, no aço com teor elevado de carbono, é a cementita eutetoide, e, no aço com baixo teor de carbono, é a cementita proeutetoide.
proeutetoide que, no aço com teor elevado de carbono, é a perlita proeutetoide, e, no aço com baixo teor de carbono, é a ferrita proeutetoide.
proeutetoide que, no aço com teor elevado de carbono, é a ferrita proeutetoide, e, no aço com baixo teor de carbono, é a cementita proeutetoide.
proeutetoide que, no aço com teor elevado de carbono, é a cementita proeutetoide, e, no aço com baixo teor de carbono, é a ferrita proeutetoide.
Uma pilha eletrolítica em curto-circuito, fora da situação de equilíbrio, é dita polarizada. O deslocamento de cada potencial do eletrodo do seu valor de equilíbrio é chamado de polarização, e a magnitude é chamada de sobrevoltagem. Nessa perspectiva, analise as afirmativas a seguir.
I - A sobrevoltagem na polarização por ativação é diretamente proporcional à densidade de corrente.
II - A sobrevoltagem na polarização por concentração é inversamente proporcional ao número de elétrons associados à ionização de cada átomo metálico.
III - Na polarização combinada por ativação e concentração, a sobrevoltagem é maior na polarização por ativação do que na polarização por concentração para reações de redução.
Está correto o que se afirma em
I, apenas.
II, apenas.
I e II, apenas.
II e III, apenas.
I, II e III.
Os inibidores de corrosão são substâncias que, quando adicionadas em pequenas quantidades, diminuem o processo corrosivo consideravelmente. Os inibidores fílmicos ou orgânicos, por adsorção, recobrem áreas anódicas e catódicas de superfícies metálicas. Inibidores fílmicos típicos para proteção de aço-carbono em sistemas de água de caldeira são:
NaNO2, formaldeídos e hidróxido de Zinco.
fosfonatos com metais bivalentes.
Na2PO4, polifosfato, morfolina, hidrazina e amônia.
azóis como os sais de benzotriazol.
fluidos de acidificação contendo HCl e HF, fosfinos e fosfanos.
Uma chapa foi revestida por meio do processo de asperção térmica para proteger seu ambiente de trabalho mecânico da exposição à agua salinizada. Uma determinada região da chapa, durante o uso, apresentou deterioração por corrosão mais severa que o restante da superfície exposta, como consequência de uma falha de aplicação do revestimento metálico. Essa forma de deterioração é denominada corrosão
uniforme.
localizada.
seletiva.
aspergida.
por paridade.

I.
II.
III.
I e II.
I e III.
Presuma o esfriamento lento de uma liga binária Fe-C com 3% em peso de carbono que, ao atingir a temperatura de 1.147 ºC, se solidificará totalmente. Nessas circunstâncias, essa liga será composta pela
austenita e pelo eutético denominado ledeburita.
austenita e pelo eutético denominado cementita.
cementita e pelo eutético denominado ledeburita.
cementita e pelo eutético denominado austenita.
ledeburita e pelo eutético denominado austenita.
O alumínio e suas ligas são materiais não ferrosos, cujas propriedades permitem a sua utilização em diversas aplicações. Sabe-se que
o alumínio apresenta estrutura cristalina CCC e consegue manter a sua ductilidade, mesmo em temperaturas reduzidas.
o alumínio e suas ligas são caracterizados por uma densidade relativamente baixa e uma alta temperatura de fusão.
a resistência mecânica do alumínio pode ser aumentada por meio de deformação plástica a quente.
as ligas de alumínio, que não são tratáveis termicamente, consistem em duas fases constituídas por compostos intermetálicos.
um aumento na resistência é obtido por meio do endurecimento por solução sólida para as ligas de alumínio, que não são tratáveis termicamente.

Suponha o esfriamento lento de um aço com 0,3% em peso de carbono, desde a temperatura de 1.000 oC até atingir a temperatura de 727 oC. Nessas condições, esse aço será composto por
cementita e austenita residual com teor de carbono de 0,76%p, sendo a austenita remanescente transformada bruscamente em ferrita.
cementita e austenita residual com teor de carbono de 0,022%p, sendo a austenita remanescente transformada bruscamente em ferrita.
ferrita e austenita residual com teor de carbono de 0,76%p, sendo a austenita remanescente transformada bruscamente em perlita.
ferrita e austenita residual com teor de carbono de 0,022%p, sendo a austenita remanescente transformada bruscamente em perlita.
perlita e austenita residual com teor de carbono de 0,3%p, sendo a austenita remanescente transformada bruscamente em cementita.