As pisciculturas destinadas a larvicultura de peixes nativos estocam milhares de pós-larvas nos viveiros que necessitam atingir a
fase de alevino, quando apresentam características que já lembram os exemplares adultos. O tipo de alimento fornecido difere
de acordo com o trato digestivo das espécies cultivadas. A maioria das espécies nativas apresenta trato digestivo diferente das
espécies exóticas, como as trutas, tilápias e o bagre do canal. Este conhecimento pode evitar mortalidade elevada das póslarvas
ao iniciarem a alimentação exógena. Os alimentos mais apropriados à alimentação da maioria de pós-larvas de peixes
nativos são
A
naúplios de artemia enriquecidos com ácidos graxos polinsaturados, pois as pós-larvas apresentam trato digestivo
incompleto.
B
ração com 50% PB, leite em pó e gema de ovo crua, pois as pós-larvas necessitam de altas fontes de proteína.
C
alimento composto por ração contendo 20% de PB, rotíferos e náuplios de artemia, pois as pós-larvas apresentam trato
digestivo completo.
D
alimentos vivos como microalgas do gênero Chlorella sp e rações finamente moídas, pois as pós-larvas apresentam trato
digestivo rudimentar.
E
alimentos vivos como rotíferos, copépodos e cladóceros, pois as pós-larvas apresentam trato digestivo incompleto ou
rudimentar.