Um conceito amplamente difundido na engenharia de produção
é a teoria das restrições (Theory of Constraints) desenvolvido
por Goldratt. O ponto focal da sua teoria é que
toda a empresa, no processo de atingir a sua meta, apresenta
sempre uma ou mais restrições. A restrição é definida
como qualquer coisa que limita um melhor desempenho
de um sistema. Esta teoria é composta de diversos
princípios, sistemas, softwares, ferramentas e metodologias.
No contexto da teoria das restrições, o ritmo de produção
é determinado
A
pelo sistema tambor – corda – pulmão.
B
pelo sistema de exploração das restrições do sistema:
i) identificar as restrições; ii) explorar as restrições ao
máximo; iii) subordinar os demais recursos; iv) aumentar
a capacidade das restrições; v) quando o recurso
restritivo mudar, voltar para o primeiro passo.
C
pela programação da produção via software Optimized
Production Technology (OPT).
D
pelo nível de utilização de um recurso não gargalo,
que não é determinado pelo seu próprio potencial
mas sim por uma outra restrição do sistema.