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Um engenheiro eletricista da Prefeitura de Balneário Camboriú-SC apresentou denúncia ao CREA-SC contra a engenheira eletricista da Prefeitura de Camboriú-SC, alegando que ela estaria em conluio com o setor de fiscalização de projetos da Celesc, descumprindo normas da concessionária e colocando em risco a segurança das pessoas. Segundo a denúncia, a engenheira teria projetado e aprovado na Celesc um projeto com o aterramento das instalações de entrada de energia elétrica de uma edificação de uso coletivo utilizando apenas 8 hastes de aterramento, espaçadas entre si por 4,2 metros, o que, segundo o denunciante, vai contra o que estabelece a normatização. Diante da gravidade da acusação, o CREA-SC solicitou um parecer técnico à Celesc, com base em sua regulamentação vigente sobre o Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo, para subsidiar a decisão sobre o caso. Com base na regulamentação/normatização da Celesc, assinale a alternativa que representa o parecer técnico correto emitido pela concessionária para a situação descrita:
A engenheira eletricista teve seu projeto aprovado pela Celesc, de forma questionável, uma vez que ele não está em conformidade com a regulamentação técnica vigente da concessionária. Conforme estabelecido na norma: "A entrada de energia deve dispor de eletrodo destinado ao aterramento do condutor neutro do ramal de entrada e das partes metálicas não destinadas a conduzir corrente elétrica, observando-se as seguintes condições: o eletrodo de aterramento deve possuir, no mínimo, 3 hastes de aterramento espaçadas de 3 em 3 metros, dispostas em formação triangular sempre que possível." A Celesc esclarece ainda que os profissionais do setor de aprovação de projetos foram afastados de suas funções para que os fatos possam ser devidamente apurados. Além disso, a concessionária recomenda ao CREA-SC que abra uma investigação disciplinar sobre a conduta da engenheira, considerando sua eventual participação na aprovação de um projeto elétrico em desacordo com as normas técnicas da Celesc.
A engenheira eletricista teve seu projeto aprovado pela Celesc, de forma questionável, uma vez que ele não está em conformidade com a regulamentação técnica vigente da concessionária. Conforme estabelecido na norma: "A entrada de energia deve dispor de eletrodo destinado ao aterramento do condutor neutro do ramal de entrada e das partes metálicas não destinadas a conduzir corrente elétrica, observando-se as seguintes condições: o eletrodo de aterramento deve possuir, no mínimo, malha fechada ao redor da edificação, com hastes de aterramento espaçadas de 2 em 2 metros, dispostas em formação triangular sempre que possível." A Celesc esclarece ainda que os profissionais do setor de aprovação de projetos foram afastados de suas funções para que os fatos possam ser devidamente apurados. Além disso, a concessionária recomenda ao CREA-SC que abra uma investigação disciplinar sobre a conduta da engenheira, considerando sua eventual participação na aprovação de um projeto elétrico em desacordo com as normas técnicas da Celesc.
A engenheira eletricista teve seu projeto aprovado pela Celesc, uma vez que ele está em conformidade com a regulamentação técnica vigente da concessionária. Conforme estabelecido na norma: "A entrada de energia deve dispor de eletrodo destinado ao aterramento do condutor neutro do ramal de entrada e das partes metálicas não destinadas a conduzir corrente elétrica, observando-se as seguintes condições: o eletrodo de aterramento deve possuir, no mínimo, 5 hastes de aterramento, preferencialmente dispostas em um mesmo alinhamento, com afastamento entre as hastes de, no mínimo, 3 metros." A Celesc esclarece ainda que seus profissionais do setor de aprovação de projetos atuaram corretamente ao aprovar a projeto da engenheira, visto que o este atende plenamente às exigências normativas. Além disso, a concessionária recomenda ao CREA-SC que advirta o denunciante sobre o uso indevido dos canais institucionais para denúncias infundadas, especialmente aquelas que expõem profissionais e servidores públicos sem respaldo técnico comprovado.
A engenheira eletricista teve seu projeto aprovado pela Celesc, de forma questionável, uma vez que ele não está em conformidade com a regulamentação técnica vigente da concessionária. Conforme estabelecido na norma: "A entrada de energia deve dispor de eletrodo destinado ao aterramento do condutor neutro do ramal de entrada e das partes metálicas não destinadas a conduzir corrente elétrica, observando-se as seguintes condições: o eletrodo de aterramento deve possuir, no mínimo, malha fechada ao redor da edificação. O número de hastes irá depender do perímetro da edificação, sendo que o afastamento das hastes deve ser de, no máximo, 3 metros". A Celesc esclarece ainda que os profissionais do setor de aprovação de projetos foram afastados de suas funções para que os fatos possam ser devidamente apurados. Além disso, a concessionária recomenda ao CREA-SC que abra uma investigação disciplinar sobre a conduta da engenheira, considerando sua eventual participação na aprovação de um projeto elétrico em desacordo com as normas técnicas da Celesc.
A engenheira eletricista teve seu projeto aprovado pela Celesc, de forma questionável, uma vez que ele não está em conformidade com a regulamentação técnica vigente da concessionária. Conforme estabelecido na norma: "A entrada de energia deve dispor de eletrodo destinado ao aterramento do condutor neutro do ramal de entrada e das partes metálicas não destinadas a conduzir corrente elétrica, observando-se as seguintes condições: o eletrodo de aterramento deve possuir, no mínimo, malha fechada ao redor da edificação. O número de hastes irá depender do perímetro da edificação, sendo que o afastamento das hastes deve ser de, no mínimo, 3 metros". A Celesc esclarece ainda que os profissionais do setor de aprovação de projetos foram afastados de suas funções para que os fatos possam ser devidamente apurados. Além disso, a concessionária recomenda ao CREA-SC que abra uma investigação disciplinar sobre a conduta da engenheira, considerando sua eventual participação na aprovação de um projeto elétrico em desacordo com as normas técnicas da Celesc.