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Considere a frase: Doenças podem ocorrer na produção de mudas clonais de eucalipto. Os sintomas de uma delas são a mela das folhas, morte de plantas e crescimento epifítico de micélio sobre as estacas. O fungo, em geral, não esporula, mas frequentemente produz escleródios sobre o órgão afetado. Esse fungo é o
Cylindrocladium scoparium.
Quambalaria eucalypti.
Botrytis cinerea.
Rhizoctonia solani.
Colletotrichum gloeosporioides.
Doenças de plantas de importância quaternária são causadas por patógenos estrangeiros. Havendo a entrada de um patógeno estrangeiro no país, sua dispersão entre os estados deve ser controlada, e as medidas de manejo integrado dessa doença devem ser formuladas e implementadas nacionalmente.
O tombamento de muda é uma doença causada por Cylindrocladium candelabrum e Cylindrocladium clavatum, cujo ataque compromete as folhas das mudas em viveiro após trinta dias da germinação, impossibilitando a fotossíntese, o que mata a planta.
Sobre o desenvolvimento do eucalipto em condições de campo é correto afirmar que o
Eucalyptus cloeziana é uma das espécies de Eucalyptus menos susceptíveis à doença da ferrugem.
Eucalyptus pilularis é uma das espécies mais resistentes ao cancro causado pelo fungo Cryphonectria cubensis.
Eucalyptus paniculata tem plantio recomendado em regiões com ocorrência da gomose, caracterizada pela exsudação e escorrimento de goma a partir de pontos localizados no tronco.
Eucalyptus globulus é favorecido por chuvas de inverno e altamente resistente a geadas.
Eucalyptus dunnii não tem plantio recomendado em áreas com possibilidade de ocorrência de geadas.
A fêmea da vespa da madeira (Sirex noctilio), praga que ataca as folhas de Eucalyptus citriodora, durante a postura, além dos ovos, introduz na árvore os esporos do fungo simbionte Amylostereum areolatum, que é tóxico à planta. As larvas eclodem e logo iniciam a sua alimentação, consumindo as folhas da árvore, e, assim, matando-a.
O ataque de fungos dos gêneros Fusarium, Phytophthora, Pythium e Rhizoctonia na fase de germinação no viveiro causa lesão necrótica na região do colo da plântula murcha, enrolamento e secamento de cotilédones e, finalmente, o tombamento das mudas. O controle pode ser cultural, com o uso de sementes, substratos e água livre de patógenos; químico, com a aplicação de fungicidas; ou físico, com o tratamento do substrato com calor.
O cancro do eucalipto, uma das doenças de maior ocorrência no campo, responsável pela morte dos tecidos do xilema que resulta na podridão e, consequentemente, na queda de árvores, é causado pelo fungo Cylindrocladium candelabrum.
Analise as afirmativas abaixo e marque V para as verdadeiras e F para as falsas:
( ) A Hypsipyla grandella (broca do cedro) é uma praga de extrema importância para a cultura do cedro, sendo fator limitante para o cultivo.
( ) As formigas quenquéns danificam as folhas do eucalipto, mas as saúvas constituem-se na sua principal praga.
( ) A Hypsipyla grandella (broca do cedro) atacam as brotações novas do mogno, interropendo o desenvolvimento da planta.
A sequência está correta em:
Os plantios de Hevea brasiliensis em Belterra e Fordlândia, no século passado, foram abandonados após intenso ataque de Microcyclus ulei, que causa o apodrecimento do tronco, inviabilizando a extração do látex. O mal dos troncos, como é conhecida a principal doença da seringueira, limita sua expansão nas áreas tradicionais de cultivo no Brasil.
Num reflorestamento na região sul do Brasil foi detectado o inseto praga Sirex noctilio. Considerando o controle integrado desta praga, analise as seguintes afirmativas:
I. O monitoramento deve ser anual através de armadilhas de impacto para coleta das fêmeas e dos machos.
II. As amostragens das vespas devem ser realizadas nos fustes e nos ramos das árvores de eucalipto.
III. A instalação de árvores armadilhas em locais de fácil acesso para realizar o monitoramento e controle.
IV. Os reflorestamentos devem ser manejados adequadamente e o controle biológico realizado com aplicação do nematóide Deladenus siricidicula e liberação de parasitóides.
V. Sirex noctilio realiza postura no fuste das árvores de Pinus spp. O inseto realiza postura no tronco da árvore, além de inocular um muco fitotóxico e esporos de um fungo patogênico Basidiomiceto (Amilostereum areolatum), que em reação conjunta provocam a morte da planta.
VI. A susceptibilidade ao ataque e presença da Sirex noctilio no Pinus spp. está diretamente ligada à condição de estresse da planta, situação relacionada a uma série de fatores influentes como: sítio, fertilidade, déficit hídrico, além de agentes externos como fogo, inundação e raio.
Assinale:
A vassoura de bruxa é uma doença causada pelo fungo Moniliophtora perniciosa e ataca tanto o cacau (Theobroma cacao) na Bahia, quanto o cupuaçu (Theobroma grandiflorum) na Amazônia. A contaminação se dá quando os esporos se fixam na superfície dos ramos ou frutos em crescimento, lançando, em seguida, hifas que penetram as células do vegetal, deixando os ramos e os frutos secos.
Uma praga que ameaça as florestas de pínus no Brasil são os pulgões Cinara pinivora e Cinara atlantica. Eles atacam as plantações e alimentam-se da seiva da árvore, causando: amarelecimento e queda das acículas, deformação do tronco em árvores jovens, retardo do crescimento, superbrotação, bifurcação e eliminação de uma secreção açucarada, que favorece o desenvolvimento da fumagina, um fungo que dificulta a fotossíntese, a respiração e a transpiração da planta.
O Brasil possui regiões que os termos climáticos são propícios para o cultivo do eucalipto. Na região Sudeste, predominantemente tropical e não sujeita a geadas de forte intensidade, concentra a maior área de plantio. Esse é o primeiro parâmetro que delimita o plantio e o uso das espécies de eucalipto. O outro, é a finalidade do uso da matéria-prima do eucalipto. Entretanto, o eucalipto pode ser atacado por doenças de origem abiótica que são importantes, pela intensidade e freqüência. Doenças de origem abiótica são decorrentes de fatores adversos e estressantes do ambiente. Durante ou após a ação do fator adverso, as árvores podem tornar-se suscetíveis à infecção de patógenos secundários. São doenças abióticas observadas, EXCETO:
Afogamento do coleto.
Enfermidade rosada ou rubelose.
Gomose.
Enovelamento das raízes.
Pau preto.