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São formas de recuperação de áreas degradadas: o retorno completo da área degradada à condição existente antes da degradação ou a um estado intermediário estável (restauração); o retorno da área degradada a um estado intermediário entre a condição original e a condição degradada, havendo, nesse caso, a necessidade de uma intervenção antrópica (reabilitação); e a recuperação da área com vistas a uso/destinação diferente daquele (a) da situação pré-existente, havendo, nessa situação, a necessidade de uma forte intervenção antrópica (redefinição ou redestinação).
Para que haja desenvolvimento sustentável sem impactos ambientais, basta haver um ponto de equilíbrio entre o desenvolvimento econômico e a exploração dos recursos naturais.
Em situações de degradação extrema do solo, em que haja necessidade de rápida recomposição da vegetação, podem ser utilizadas espécies exóticas de rápido crescimento como primeira cobertura do solo.
Áreas de vegetação perturbada são aquelas que sofreram distúrbios, mas mantiveram sua capacidade natural de regeneração. Já as áreas de vegetação degradada são aquelas em que a cobertura vegetal e os meios naturais de regeneração foram prejudicados.
Para incentivar o envolvimento de pequenos produtores rurais em ações de recuperação de áreas degradadas, o remanescente pode ser manejado com fins comerciais de modo sustentável, por exemplo, com o plantio de espécies ornamentais, frutíferas e medicinais.
A recuperação de determinada área degradada inclui a restauração de sua integridade física, química e biológica (estrutura), e, ao mesmo tempo, de sua capacidade produtiva (função), seja na produção de alimentos e matérias-primas ou na prestação de serviços ambientais.
A valoração tenta traduzir, em termos econômicos, os valores associados à sustentação da vida e dos bens e serviços advindos dos ecossistemas naturais, refletindo a importância relativa que o homem atribui aos componentes do meio ambiente.
As plantas invasoras são consideradas, atualmente, como a segunda maior ameaça mundial à biodiversidade, perdendo apenas para a destruição do meio ambiente pela exploração humana direta. O agravante é que, comparada à maioria dos problemas ambientais, em vez de serem absorvidos com o tempo e terem seus impactos amenizados, esses impactos se agravam à medida que as plantas invasoras ocupam o espaço das plantas nativas.
Em certa casa de vegetação foram registrados a altura (cm) e o diâmetro (cm) de mudas destinadas ao reflorestamento. Qual dos atributos avaliados é o mais variável? As médias das amostragens estão representadas abaixo.
Altura (cm) | Diâmetro (cm) |
10,3 | 5,2 |
13,2 | 3,1 |
14,3 | 2,6 |
16,0 | 6,2 |
11,2 | 2,1 |
Altura.
Diâmetro.
Apresentam a mesma variação.
Não é possível calcular o desvio padrão apenas com os dados apresentados.
Não apresentam variação.
O desmatamento, os incêndios florestais, o garimpo e a exploração mineral podem ser considerados as principais causas dos impactos ambientais no Brasil.
Os exemplos de SAFs apresentados a seguir são promissores para a Amazônia.
Taungya: plantio de espécies agrícolas nos primeiros anos dos povoamentos florestais, que poderia ser utilizado no reflorestamento de áreas de terras firmes degradadas; Alley cropping (aléias):
plantio de árvores em fileiras ou faixas e cultivo agrícola entre as fileiras ou faixas, que poderia ser empregado em áreas declivosas;
Cercas-vivas e quebra-ventos:
árvores plantadas em torno de culturas;
Banco de proteína:
plantio de árvores em áreas de produção de proteína para corte ou pastejo direto;
Multiestratos: associação de fruteiras e espécies florestais, com a introdução de cobertura e(ou) componente animal dentro do sistema.
Do ponto de vista ecológico, a monocultura é um caso exemplar de restauração ecológica.
A ação de mineradoras a céu aberto na região amazônica pode causar, entre outros, os seguintes impactos: desmatamento, escavação de solo, desmonte de morros, erosão, assoreamento de rios, mudanças de curso de pequenos rios, emissão de gases por geradores e veículos.
A implantação de um programa de recuperação de uma área tem como objetivo minimizar ou eliminar os efeitos adversos decorrentes das intervenções e alterações ambientais inerentes ao processo construtivo e à operação do empreendimento, com capacidade de gerar impactos ambientais nas áreas de influência do empreendimento. A recuperação deverá ter por objetivo o retorno do sítio degradado a uma forma de utilização, de acordo com um plano pré-estabelecido para o uso do solo, visando à obtenção de uma estabilidade do meio ambiente. Planos de Recuperação são importantes instrumentos da gestão ambiental para atividades antrópicas, sobretudo aquelas que envolvem desmatamentos, terraplenagem, exploração de jazidas e áreas de empréstimos e bota-foras.
Assinale a alternativa que contém todas as afirmativas corretas:
A área na qual, após a realização de uma avaliação preliminar, foram observadas indicações da presença de uma possível contaminação, é chamada de área
contaminável.
com indícios de contaminação.
potencialmente contaminada.
com suspeita inicial de contaminação.
suspeita de contaminação.
A recuperação de uma área degradada inicia-se pela definição de um plano que inclua os aspectos ambientais, estéticos e sociais relacionados à destinação que se pretende dar à área, permitindo-se, assim, um novo equilíbrio.
O avanço da fronteira agrícola na Amazônia, uma das principais causas de impacto ambiental, só foi possível devido ao fato de essa região possuir solos férteis, profundos e bem drenados e apresentar um regime pluviométrico regular.