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A regeneração da floresta é um processo de recuperação que garante sua continuidade, visando nova rotação após o primeiro corte de madeira comercial final, que pode ser total ou parcial, dependendo dos objetivos do povoamento florestal.
A maior parte da matéria-prima utilizada na indústria de compensados no Brasil é oriunda de florestas plantadas na região Centro-Oeste.
O plantio misto é um tipo de sistema silvicultural que favorece o processo de ciclagem de nutrientes no solo, uma vez que proporciona maior capacidade de reciclar matéria orgânica e nutrientes.
A liberação é um tratamento silvicultural aplicado em povoamentos onde existem árvores de futura colheita. Consiste em eliminar a vegetação indesejável que compete diretamente com as árvores da futura colheita. Considere a tabela a seguir para responder a questão.

Uma árvore de futura colheita possui 48cm de dap e uma árvore sem valor comercial possui um dap de 32cm. A distância medida entre elas no campo é de 7 m. Considere essas condições e assinale a alternativa correta.
Apesar de o desenvolvimento de novas técnicas de produção de mudas de espécies arbóreas possibilitar o estabelecimento de florestas de elevada produção, o Brasil não se encontra entre os países com maior área cultivada com florestas de espécies dos gêneros Pinus e Eucalyptus no mundo.
Varia entre 20 e 25 anos a rotação no sistema de talhadia composta, que forma um povoamento misto, proveniente tanto da brotação de cepas quanto da germinação de sementes.
Nos sistemas silviculturais policíclicos, o povoamento é manejado em pé e as operações de abate do estoque de madeira são realizadas em apenas parte das espécies, o que resulta no desenvolvimento de uma floresta alta, multiânea, manejada e composta predominantemente por espécies comerciais.
Considerando‐se um plantio de Pinus caribaea var. bahamensis com 175 ha, implantado no espaçamento de 3m X 2m, produção média de 2,5 kg de resina/árvore e preço da resina posto floresta de R$ 1.200,00 / tonelada, a renda bruta gerada será de
R$ 137.000,00.
R$ 225.000,00.
R$ 537.000,00.
R$ 875.000,00.
R$ 1.250.000,00.
O sistema de talhadia provoca forte degradação do sítio florestal, principalmente onde a pressão biótica e antropogênica reflete forte demanda de produtos florestais. Quando isso acontece, há aumento no ciclo de corte e, dessa forma, extraem-se do sítio produtos com pequenas proporções de nutrientes minerais.
Aspectos como a disponibilidade de material vegetativo para diferentes regiões e paisagens, a capacidade de adaptação às condições adversas de cada local e o conhecimento do comportamento silvicultural das espécies em consórcio com outras plantas devem ser observados na escolha de espécies para sistemas agroflorestais.
As sementes de paricá e mogno são muito procuradas pelas empresas madeireiras e por pequenos produtores devido, entre outros aspectos, ao rápido crescimento das espécies e ao bom preço das madeiras no mercado.
Em povoamentos florestais com ciclo de corte longo para a produção de madeira, a operação de desbaste é de suma importância, pois favorece o crescimento em diâmetro das árvores remanescentes.
É correto dividir os sistemas silviculturais aplicados às florestas tropicais úmidas em monocíclicos — nos quais a regeneração avançada é retida para produzir árvores comercializáveis em ciclos de corte posteriores — e policíclicos — em que o crescimento já acumulado na regeneração não é considerável; nesse caso, o sistema depende quase que completamente das plântulas da regeneração para produzir uma colheita, que estará pronta somente em uma rotação.
A produção de matéria-prima é mantida pelo aumento no ciclo de corte e no limite de diâmetro e(ou) pelo aumento no número de espécies exploráveis. Praticamente todas as florestas existentes são manejadas continuamente no mesmo tratamento e na mesma forma de manejo e condução.
Na colheita da madeira, o solo fica exposto e sujeito à ação direta da chuva, com possibilidades de ocorrência de erosão, o que pode ser evitado por meio de uma técnica que consiste na construção de curvas de nível um ano antes da colheita.
A operação de desbaste tem como objetivo a remoção das árvores doentes do povoamento para concentrar o potencial produtivo nos indivíduos sadios.
Embora a regeneração conduzida por meio de tratos silviculturais seja feita, basicamente, a partir da brotação de cepas, a quantidade de árvores reservadas garante adequada disseminação e reestocagem natural, além de incluir essências madeireiras, espécies frutíferas e espécies fornecedoras de produtos menores.
O desbaste de liberação, variação do sistema de seleção tradicional, baseia-se em três fatores: identificação do maior número possível de árvores de espécies comerciais com diâmetro à altura do peito (DAP) entre 10 cm e 60 cm; seleção e liberação de competição das melhores delas; e remoção de árvores do estrato superior que estejam competindo com uma árvore selecionada.
O conhecimento do comportamento ecofisiológico das espécies de plantas é importante para se decidir se o desbaste será por abate, anelamento ou envenenamento, pois a germinação e a sobrevivência de grupos de espécies dependem de diferentes graus de abertura no dossel.
O espaçamento inicial no plantio de um povoamento florestal afeta significativamente os custos de implantação, manutenção e qualidade da madeira a ser produzida; portanto, sua escolha deve ser feita em função do local e das finalidades de implantação.